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8 dicas para manter a pele hidratada nos dias frios

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Dermatologista explica como alguns hábitos são importantes para evitar o ressecamento

No inverno, é importante manter a pele hidratada No inverno, é importante manter a pele hidratada Imagem: Stockshakir | Shutterstock

Apesar de parecer que a pele fica mais ressecada nos dias frios, o tempo seco não é o único responsável. “À medida que as temperaturas caem durante os meses mais frios, a umidade do ar também cai e isso deixa a pele mais seca, o que se agrava mais com alguns hábitos como banho quente, falta de uma rotina de cuidados e má alimentação”, esclarece a dermatologista Dra. Mônica Aribi.

A médica ainda explica que a crença de que a pele oleosa não precisa ou não pode ser hidratada é um mito. Isso porque a oleosidade é diferente de hidratação. “Enquanto o primeiro se refere ao excesso de sebo, o segundo trata da quantidade de água na pele”, diferencia. Além disso, os tratamentos para acne, por exemplo, ressecam muito a pele, o que evidencia a necessidade de hidratação.

A seguir, a dermatologista Dra. Mônica Aribi lista 8 dicas para manter a pele hidratada nos dias frios. Confira!

1. Aplique creme e gel hidratante 

Os cremes e os géis conferem alívio imediato e evitam a perda de água transepidermal. “Na hidratação por oclusão, os ativos presentes no cosmético são capazes de promover uma redução da evaporação da água no estrato córneo e manter a umidade das camadas mais profundas, graças à presença de óleos. Ela é mais indicada para peles secas”, diz a Dra. Mônica Aribi.

Na composição desses cosméticos, são encontrados aminoácidos, ureia e ácido hialurônico, considerados hidratantes biológicos. “As peles que mais se beneficiam desse tipo de ação são as normais e secas. Dessa forma, é muito importante que as peles mais secas apostem em cremes mais ricos e nutritivos, com ômegas em associação a ingredientes clássicos como ácido hialurônico. Enquanto isso, as peles oleosas devem usar produtos que confiram hidratação prolongado e controle do brilho, geralmente em versões oil-free”, explica a especialista.

2. Cuidado com o banho 

Pode até ser prazeroso, mas o banho longo e quente tende a deixar a pele ainda mais seca. “O banho deve ser curto e na temperatura certa, mais intermediária. Aproveite os minutos depois do banho, em que a pele ainda está mais receptiva, e aplique uma camada leve de óleo corporal, seguida por um creme ou loção para o corpo. Isso vai ajudar o hidratante a penetrar”, explica a dermatologista.

3. Utilize máscara facial

Uma máscara hidratante pode servir como um ritual semanal e te ajudará a relaxar. “As máscaras são úteis porque são oclusivas, o que significa que introduzem vigorosamente os ingredientes hidratantes na pele. O mesmo vale para o seu cabelo”, diz a profissional.

Aplicar creme em todo o corpo é importante para manter a pele saudável Imagem: Iryna Inshyna | Shutterstock

4. Preocupe-se com todas as áreas do corpo 

Há uma solução fácil para mãos, joelhos, cotovelos e pés ásperos no inverno. “O grande segredo é, após a esfoliação realizada durante o banho, aplicar um creme rico em ureia, óleos como o de abacate, macadâmia, amêndoas, maracujá ou uvas e manteigas como a de karité, cupuaçu ou manga”, explica a Dra. Mônica Aribi.

Segundo a dermatologista, no caso dos pés, as meias de algodão podem ajudar a potencializar a ação dos ativos. “[Deve-se] colocar meia de algodão por trinta minutos para aumentar a absorção dos ativos e potencializar a ação de hidratação, regeneração e nutrição local”, afirma. Já nas mãos, a luva pode ser uma opção para fazer a oclusão e potencializar a ação dos ativos.

5. Use protetor labial

Se o seu lábio está ressecado, nada de passar a língua! O melhor a fazer é usar um protetor labial. “A saliva tem um pH mais ácido e isso leva a uma dermatite constante que piora ainda mais o ressecamento. Há aquela sensação imediata de que houve um umedecimento da região, mas logo depois acontece a formação de microfissuras, de ardência e vermelhidão local”, afirma a especialista.

A médica recomenda usar hidratantes à base de vitamina E, pró-vitamina B5, de manteigas de karitê e cacau. “Devem ser formulações ricas em vitaminas e antioxidantes que ajudam no reparo, no sentido de evitar a inflamação”, afirma.

6. Beba água e consuma alimentos saudáveis

Segundo a Dra. Mônica Aribi, o consumo de frutas e vegetais ricos em água pode ajudar a hidratar a pele, pois fornecem hidratação a todas as células do corpo. “A hidratação interna com ingestão de água adequada e alimentação natural e saudável hidrata de dentro para fora. Suplementos também podem ser recomendados pelos médicos”, diz a profissional.

Conforme explica a dermatologista, a maioria dos nutricosméticos possui fórmulas capazes de ajudar a hidratar a pele. “Componentes como vitamina E, colágeno marinho, licopeno e betacaroteno podem ajudar tanto na hidratação como no fortalecimento da barreira da pele. O ômega 3, por exemplo, promove hidratação de dentro para fora”, afirma.

7. Melhore o ar do seu quarto

Juntamente ao ar seco, o calor do aquecedor é um dos principais fatores que diminuem a hidratação. “Para resolver esse problema, coloque um umidificador de ar no seu quarto. Sua pele vai agradecer pela manhã”, esclarece a dermatologista.

8. Proteja a pele do vento frio

O vento frio pode evaporar rapidamente a umidade da pele, levando ao ressecamento. Ao protegê-la com roupas adequadas, você reduz essa perda de umidade. Além disso, a prática evita efeitos irritantes que contribuem para o ressecamento e o desconforto.

Por Maria Paula Amoroso e Redação EdiCase





Fonte: Terra

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Professora sofre ferimentos durante ataque a uma escola em Suzano

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Uma professora foi ferida no começo da tarde desta terça-feira (7) na Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Ignez de Castro Almeida Mayer, na cidade de Suzano (SP), após atuar para impedir o acesso de um jovem de 18 anos a uma sala de aula. A EMEF atende o ensino fundamental I, com salas do primeiro até o quinto ano.

O agressor pulou o muro da escola às 13h27. Cerca de um minuto depois uma agente escolar acionou um aplicativo de alerta, do tipo botão do pânico. A Polícia Militar chegou ao local às 13h32, quatro minutos após o acionamento, sendo seguida pelo apoio da Guarda Civil Municipal (GCM). O suspeito foi contido rapidamente pelo agente de Segurança Escolar, evitando consequências mais graves.

Apesar da resposta rápida o agressor conseguiu ferir uma professora, não identifica pela escola. A docente bloqueou sua entrada em uma sala de aula segurando uma porta e sofreu ferimentos na mão. A prefeitura informou que ela foi socorrida ao Hospital Santa Maria e está em estado de saúde estável.

O agressor foi encontrado ferido pela polícia e levado pelo SAMU para atendimento. De acordo com a prefeitura seus ferimentos foram auto infligidos. Não há informações sobre a motivação dos ataques.

“Como medida preventiva, os alunos foram dispensados com segurança, e todas as famílias estão sendo devidamente informadas. Ressalta-se que todos os protocolos de segurança foram seguidos, incluindo o fechamento imediato das salas e o acionamento das autoridades”, complementou a secretaria de comunicação do município, que está disponibilizando equipes de saúde mental para o acolhimento e atendimento dos profissionais da escola, além de reforçar o suporte à comunidade escolar.

A ocorrência está em registro pela Polícia Civil. O botão de pânico é uma ferramenta municipal, integrada com os plantões da polícia e da guarda civil na cidade, medida adotada e aprimorada após o ataque extenso contra a Escola Estadual Raul Brazil, no município, em 2019.

 




Fonte: Agência Brasil

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MEC abre as adesões de governos à PND e divulga calendário de 2026

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O Ministério da Educação (MEC) abriu o período de abril a maio para novas adesões voluntárias à Prova Nacional Docente (PND) pelas redes públicas de ensino (municipais, estaduais e distrital) para a edição de 2026.

Os governos municipais e estaduais que tiverem interesse em usar a nota obtida pelos candidatos no exame, em seus próprios processos seletivos de professores, já podem aderir à PND diretamente no Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle (Simec), do MEC.

O acesso ao sistema é realizado com login e senha da plataforma Gov.br do dirigente local e sua equipe técnica. Este processo formaliza a adesão à prova nacional com o Ministério da Educação. 

A data final exata para adesão ainda será divulgada pelo MEC.

A prova tem o objetivo de facilitar a contratação para o magistério da educação básica pelas prefeituras e governos estaduais. Isto porque a nota alcançada pelo participante da PND poderá ser usada como etapa única ou complementar de concursos públicos locais ou processos seletivos simplificados para admissão de professores.

>>> Confira o tutorial com o passo a passo, desde o acesso ao sistema Simec e até o preenchimento do termo de adesão à Prova Nacional Docente (PND) do MEC.

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Adesões anteriores

O governo federal também dispensou de assinar novos termos de adesão com o Ministério da Educação (MEC) as redes municipais, estaduais e do Distrito Federal que já formalizaram a adesão à PND em 2025.

No entanto, os secretários de educação ou dirigentes municipais cadastrados destas localidades deverão manifestar o interesse em usar novamente a nota da PND, por meio do mesmo sistema oficial.

As regras foram estabelecidas na portaria do MEC  publicada nesta segunda-feira (6).

No ano passado, 1.508 municípios e 22 estados aderiram à PND e, agora, não precisam de um novo contrato.

Pela nova norma, a adesão feita a partir de 2025 será por prazo indeterminado e poderá ser cancelada se o gestor local de educação desejar. A solicitação de cancelamento também deverá ser via Simec.

Cronograma geral

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) também divulgou, nesta segunda-feira (6), o calendário geral da PND neste ano. Os prazos oficiais ainda serão estabelecidos pelo governo federal.

A PND é a mesma avaliação teórica do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas.

Após o período de novas adesões de gestores das secretarias de educação de estados e municípios e também da renovação de interesse por aqueles entes federados que aderiram à PND em 2025, Ministério da Educação deverá publicar – no Diário Oficial da União e em sua página eletrônica – a lista dos que aderiram à prova.

A previsão é até junho. Anualmente, essa divulgação ocorre antes do período de inscrições dos participantes na PND. Em 2026, o período de inscrição dos candidatos será de 15 a 26 junho.

A prova chamada de Enem dos Professores será realizada em 20 de setembro, conforme o calendário do Enade das Licenciaturas.

Os resultados finais da PND 2026 serão conhecidos em dezembro. 

Enem dos Professores

O exame chamado de “Enem dos Professores” é realizado anualmente pelo Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A aplicação é descentralizada em todas as 27 unidades da federação.

A PND não gera um banco de candidatos para a rede de ensino, não é possível fazer uma consulta geral dos inscritos na PND ou obter uma lista de participantes.

A prova nacional não substitui o processo de seleção da rede de ensino, que deverá publicar edital próprio, com vagas, cargos, prazos e critérios de ingresso. 

A rede só acessa as notas quando informa os números do Cadastro de Pessoa Física (CPF) dos candidatos.

Os resultados de cada edição do exame têm validade de três anos.

 



Fonte: Agência Brasil

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Unifesp inicia atividades de centro de diagnóstico molecular

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A Unifesp iniciou neste mês de abril a operação do Laboratório Interdisciplinar de Multiômica Espacial, com atuação voltada para o diagnóstico do câncer e apoio a pesquisas envolvendo oncologia, imunologia e neurociências, por meio de análise de tecidos humanos.

Utilizando uma plataforma de análise multiômica, que consiste em um equipamento composto de dois módulos, chamados GeoMx e nCounter, o equipamento permite entender o funcionamento das estruturas moleculares dos tecidos. Dessa forma é possível observar a amostra de um tecido com câncer e entender alterações no DNA das células, mesmo se for considerado um “pedaço” muito pequeno.

“É um avanço considerável na capacidade de avaliação de um câncer. O diagnóstico passa a ser pessoal, avaliando estruturas presentes em cada paciente, de forma rápida e detalhada. Isso permite uma resposta terapêutica que também é pessoal”, explica a professora Soraya Smaili, do Departamento de Farmacologia da Escola Paulista de Medicina da Unifesp. 

O laboratório se torna o primeiro centro avançado de pesquisa e diagnóstico molecular público no país, trabalhando de maneira integrada. Inicialmente são 27 projetos de pesquisa atuando com os equipamentos, o que permite treinamento avançado em pesquisa e avanços consistentes em projetos. Neste primeiro momento, serão atendidos pesquisadores da própria Unifesp, da USP, da Santa Casa de São Paulo, do Icesp e dos hospitais São Camilo e A.C. Camargo, instituições privadas de ponta da capital.

O grande diferencial desse centro é a oferta de tecnologia avançada que, atualmente, ainda não está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para o diagnóstico de câncer, focando na avaliação de marcadores genômicos específicos. Com isso é possível atuar em mapeamento específico de pequenas variações, por exemplo, em células sanguíneas, o que acelera o entendimento sobre a doença.

Um paciente com histórico de câncer agressivo na família pode, por exemplo, iniciar o tratamento muito antes da possibilidade da coleta de uma biópsia, aumentando a possibilidade de sucesso contra cânceres raros e de evolução rápida, como os de pâncreas e pulmão por exemplo. “Além disso, aumenta consideravelmente as chances de cura e a sobrevida dos indivíduos diagnosticados, ao mesmo tempo em que reduz as probabilidades de desenvolvimento de metástases e outras complicações graves decorrentes da patologia”, explica Janete Cerruti, pesquisadora e professora da Unifesp e uma das coordenadoras do projeto.

”Sem dúvida, a maior conquista de todo esse esforço será a instalação e o funcionamento pleno do laboratório, que, esperamos, se torne um centro de referência em pesquisa aliada ao diagnóstico genômico e molecular”, complementa Smaili. 

Marcadores específicos 

Segundo as pesquisadoras, enquanto o diagnóstico convencional de câncer é feito por meio de exames clínicos, complementados por uma biópsia do tumor para avaliação por um médico patologista, o teste genômico adota uma abordagem mais detalhada e procura biomarcadores moleculares específicos para cada tipo de câncer, como a presença dos genes BRCA1/BRCA2, cruciais para o câncer de mama, ou mutações no gene BRAF, associadas ao câncer de pele. Essas pistas indicam se há alteração e qual a condição de desenvolvimento, mostrando por exemplo se há células em metástase.

O laboratório é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), com investimento inicial de R$ 5 milhões, e busca convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS), o que permitirá atendimento direto à rede pública de saúde, atuando em sinergia com outros hospitais – a Unifesp já tem papel importante na saúde pública com o Hospital São Paulo, referência no atendimento de alta complexidade na capital. 

A equipe multidisciplinar, coordenada pela professora Soraya Smaili, conta com a colaboração de renomados especialistas como Miriam Galvonas Jasiulionis, Janete Cerutti, Rui Maciel, Michelle Samora, Angela Waitzberg, Lucas Leite, Adolfo G Erustes, bem como diversos pesquisadores que apoiaram a proposta da Fapesp, que já conta com 17 pesquisadores associados.



Fonte: Agência Brasil

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