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No jogo Playdate Penrose, seu passado voltou para assombrá-lo

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Você é mais do que seu passado? Esta parece ser a questão central Penrose, um jogo de terror psicológico curto, mas impactante, para Playdate, de Liza Olson. A resposta será determinada, em última análise, pelas escolhas que você fizer ao tentar encontrar o caminho para sair da estranha cidade titular.

Grande parte da experiência em Penrose é a exploração, e o jogo se desenrola do início ao fim como uma caminhada misteriosa e emocionalmente desafiadora pela estrada da memória. Há coisas que seu personagem pode encontrar, como um antigo playground, que despertarão um toque de carinho, enquanto outras – um espelho, uma porta trancada de um quarto – parecem ligadas a eventos mais dolorosos. À medida que você sai da casa onde começou e atravessa a cidade aparentemente abandonada, as coisas ficam cada vez mais estranhas.

Você encontrará algumas entidades assustadoras, sem mencionar um shopping profundamente perturbador que está, por algum motivo, transbordando (eu realmente apreciei o design disso de uma forma de amor e ódio). Os nomes das lojas daquele shopping também são bem divertidos, cada um sendo uma brincadeira com alguma rede da vida real, como a Not Tropic. Existem alguns quebra-cabeças em Penrose, mas as catacumbas se destacam como a única área com verdadeira dificuldade. Isso me fez tropeçar por um bom minuto, o que me fez sentir ainda mais inteligente quando descobri como quebrá-lo.

Penrose captura lindamente a natureza complicada da nostalgia, e há vários finais possíveis para o jogo que vão direto a essa complexidade. Penrose está disponível no Playdate e no Playdate Simulator no PC, Mac e Linux.

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Fonte: EngadGet

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