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Brasil

5 receitas de sobremesas típicas da França

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Madeleines Madeleines Imagem: nelea33 | Shutterstock)

A culinária francesa é reconhecida globalmente por sua sofisticação e técnicas refinadas, combinando ingredientes de alta qualidade. Desde pratos simples e rústicos até criações complexas, a gastronomia da França enfatiza o sabor, a apresentação e o equilíbrio dos ingredientes. As sobremesas clássicas, por exemplo, são um reflexo vivo dessa rica herança culinária, exibindo a diversidade e a maestria de sua confeitaria.

Abaixo, confira 5 receitas de sobremesas típicas da França!

Madeleines

Ingredientes

  • 100 g de manteiga
  • 100 g de açúcar
  • 2 ovos
  • 1 colher de chá de extrato de baunilha
  • 1 colher de chá de raspas de limão 
  • 100 g de farinha de trigo
  • 1/2 colher de chá de fermento em pó
  • 1 pitada de sal
  • Açúcar de confeiteiro para polvilhar
  • Manteiga para untar

Modo de Preparo

Em uma panela, derreta a manteiga em fogo baixo e deixe esfriar. Em uma tigela, bata os ovos e o açúcar até a mistura ficar clara e fofa. Adicione o extrato de baunilha e as raspas de limão e misture bem. Em uma tigela separada, peneire a farinha, o fermento em pó e o sal. Incorpore os ingredientes secos na mistura de ovos e açúcar, mexendo delicadamente até a massa ficar homogênea. Adicione a manteiga derretida à massa, misturando delicadamente até ficar totalmente incorporada.

Cubra a tigela com plástico filme e leve à geladeira por pelo menos 1 hora. Unte uma forma para madeleines com manteiga, e adicione a massa preenchendo 1/4 da capacidade de cada cavidade. Leve ao forno médio preaquecido por 10 minutos, ou até que as bordas estejam douradas e o centro das madeleines esteja levemente firme ao toque. Retire do forno e desenforme. Aguarde esfriar e polvilhe com açúcar de confeiteiro. Sirva em seguida. 

Crème brûlée

Ingredientes

  • 350 ml de creme de leite 
  • 1 colher de chá de extrato de baunilha
  • 5 gemas de ovo
  • 100 ml de leite 
  • 100 g de açúcar
  • Açúcar para caramelizar
  • Água quente

Modo de preparo

Em uma panela, coloque o creme de leite, o leite e a baunilha. Misture e leve ao fogo baixo até formar pequenas bolhas nas bordas, sem deixar ferver. Retire do fogo e reserve. Em uma tigela, bata as gemas com o açúcar até obter uma mistura homogênea. Gradualmente, adicione o creme aquecido à mistura de gemas e açúcar, mexendo constantemente. 

Divida a mistura em tigelas individuais, as coloque em uma assadeira funda e encha-a com água quente até a metade da altura das tigelas, criando um banho-maria. Asse em forno preaquecido em temperatura média por 40 minutos, ou até que o creme esteja firme nas bordas, mas ainda ligeiramente tremido no centro. 

Retire as tigelas do banho-maria, deixe esfriar completamente e, em seguida, leve à geladeira por pelo menos 2 horas. Na hora de servir, polvilhe uma camada fina de açúcar sobre cada crème brûlée e use um maçarico para caramelizar o açúcar até formar uma crosta dourada e crocante. Sirva em seguida. 

Macarons

Ingredientes

Macarons

  • 200 g de açúcar de confeiteiro peneirado
  • 100 g de farinha de amêndoas peneirada
  • 3 claras de ovo
  • 50 g de açúcar granulado
  • Corante alimentício a gosto

Recheio 

  • 200 g de chocolate meio amargo
  • 200 ml de creme de leite

Modo de preparo

Macarons

Em uma tigela, misture o açúcar de confeiteiro e farinha de amêndoas até ficar homogêneo. Em outra tigela, bata as claras até o ponto neve e adicione gradualmente o açúcar granulado, misturando delicadamente. Incorpore a mistura de açúcar de confeiteiro e farinha de amêndoas às claras batidas, mexendo delicadamente até criar um ponto que a massa esteja lisa e forme uma fita que caia lentamente da espátula. Adicione o corante e misture delicadamente.

Coloque a massa em um saco de confeitar com bico redondo. Em uma assadeira, forrada com papel-manteiga, forme pequenos círculos, deixando espaço entre eles. Deixe os macarons descansarem à temperatura ambiente por 1 hora, ou até que uma fina película se forme na superfície e eles não grudem no dedo ao serem tocados levemente. Leve ao forno médio preaquecido por 18 minutos, ou até os macarons soltarem facilmente da assadeira.

Recheio

Em uma panela, coloque o creme de leite e o chocolate e leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até obter um creme liso e brilhante. Deixe esfriar. 

Montagem

Quando os macarons estiverem completamente frios, coloque a ganache de chocolate em um saco de confeitar. Espalhe uma pequena quantidade na parte plana de um macaron e cubra com outro macaron, formando um “sanduíche”. Repita o processo com todos os macarons. Sirva em seguida.

Profiteroles Imagem: margouillat photo | Shutterstock

Profiteroles

Ingredientes

Massa

  • 125 ml de água
  • 125 ml de leite
  • 100 g de manteiga
  • 1 colher de sopa de açúcar
  • 1/2 colher de chá de sal
  • 150 g de farinha de trigo
  • 4 ovos

Recheio

  • Sorvete de baunilha a gosto

Cobertura

  • 200 g de chocolate meio amargo
  • 200 ml de creme de leite

Modo de preparo

Massa

Em uma panela, coloque a água, o leite, a manteiga, o açúcar e o sal. Leve ao fogo médio e misture até começar a ferver. Adicione a farinha e mexa até a mistura soltar da panela. Transfira a massa para uma tigela e deixe esfriar por alguns minutos. Adicione os ovos, um de cada vez, misturando bem após cada adição e até a massa ficar lisa e brilhante. 

Coloque a massa em um saco de confeitar com bico grande e liso. Em uma assadeira forrada com papel manteiga, faça pequenos montes de massa, deixando espaço entre eles. Leve ao forno preaquecido a 200 °C por 15 minutos. Depois, reduza a temperatura para 180 °C e asse por mais 25 minutos, ou até que estejam dourados e secos. Deixe esfriar completamente.

Cobertura

Em uma panela, coloque o creme de leite e o chocolate e leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até obter um creme liso e brilhante. Deixe esfriar. 

Montagem

Corte os profiteroles ao meio e recheie com uma bola de sorvete de baunilha. Coloque a tampa de volta e regue com a cobertura de chocolate. Sirva em seguida. 

Canelé

Ingredientes

  • 500 ml de leite
  • 50 g de manteiga
  • 1 colher de chá de extrato de baunilha
  • 100 g de farinha de trigo
  • 250 g de açúcar
  • 2 ovos
  • 2 gemas de ovo
  • 60 ml de rum escuro
  • Manteiga para untar

Modo de preparo

Em uma panela, coloque o leite, a manteiga e a baunilha. Misture e leve ao fogo baixo até começar a ferver. Retire do fogo e deixe esfriar. Em uma tigela, peneire a farinha de trigo e o açúcar. Em outra tigela, bata os ovos e as gemas até ficar homogêneo. Gradualmente, adicione a mistura dos ovos à de farinha e açúcar, misturando até formar uma massa lisa. Depois, adicione lentamente o leite morno à massa. Mexa até formar uma mistura homogênea. Acrescente o rum e mexa novamente. 

Cubra a tigela e leve à geladeira por 24 horas. Unte as formas de canelé com manteiga. Mexa a massa novamente e encha as formas até 3/4 da capacidade. Leve ao forno preaquecido a 220 °C por 10 minutos. Depois, reduza a temperatura para 180 °C e asse por mais 50 minutos, ou até que os canelés estejam escuros e caramelizados por fora, mas macios por dentro. Deixe esfriar por alguns minutos e desenforme. Sirva em seguida. 





Fonte: Terra

Brasil

Plataforma do BB reduz em 72% perda de comida em escolas públicas

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Uma plataforma digital criada pelo Banco do Brasil (BB) está ajudando prefeituras a reduzir o desperdício de alimentos em escolas públicas. Chamada de BB Alimentação Escolar, a solução usa tecnologia para melhorar o planejamento e o controle da merenda oferecida a estudantes da rede pública.

Desenvolvida em parceria com a Lemobs, empresa que integra o Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a plataforma reúne informações sobre consumo, aceitação das refeições e desperdício. Com base nesses dados, gestores conseguem ajustar cardápios, quantidades e compras, evitando excessos e melhorando a qualidade da alimentação.

O sistema também traz painéis de acompanhamento e ferramentas que auxiliam na tomada de decisão, tornando a gestão mais eficiente e transparente.

Resultados iniciais

Os primeiros testes foram feitos em 15 municípios. Em Belém, onde a solução começou em cinco escolas, os resultados apareceram em poucos meses:

  • 72% menos desperdício de alimentos;
  • 7 toneladas de comida preservadas;
  • cerca de 25 mil refeições aproveitadas;
  • economia de aproximadamente R$ 200 mil;
  • redução de 10 toneladas de emissão de carbono;
  • 2,4 mil alunos beneficiados;
  • 88% de aprovação das refeições.

Impacto nas contas públicas

O planejamento mais preciso evita compras desnecessárias e reduz perdas, gerando economia. Dessa forma, os recursos públicos são utilizados de forma mais eficiente.

A expectativa é que, se adotada em toda a rede de ensino de Belém, a ferramenta possa evitar o desperdício de cerca de 220 toneladas de alimentos por ano e gerar economia superior a R$ 1,2 milhão, beneficiando milhares de estudantes.

Expansão e importância

A solução já está sendo utilizada em outras cidades, como Natal e Valparaíso de Goiás, o que mostra o potencial de expansão para diferentes regiões do país.

Alinhada ao Programa Nacional de Alimentação Escolar, a iniciativa busca melhorar a qualidade da merenda, reduzir desperdícios e fortalecer a gestão pública, combinando tecnologia, economia e impacto social positivo.

Lemobs

A Lemobs é uma empresa brasileira de tecnologia que desenvolve soluções digitais para ajudar governos, principalmente prefeituras, a melhorar a gestão pública. A empresa faz parte do ecossistema de inovação do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Criada com foco em desenvolver tecnologias para “cidades inteligentes”, a empresa atua para modernizar administrações locais, desde a coleta de lixo até a alimentação escolar.



Fonte: Agência Brasil

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Brasil

SP: ato critica uso de escola pública em filme contra Paulo Freire

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Professores, pais de alunos, sindicatos e parlamentares fizeram neste sábado (18), na capital paulista, um ato contra a utilização de uma escola infantil municipal como cenário para a produção de um filme. A obra, da produtora Brasil Paralelo, difama a educação pública e o educador Paulo Freire, patrono da Educação Brasileira. 

A manifestação, uma aula pública, ocorreu na Praça Roosevelt, em frente à Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Patrícia Galvão (Pagu), onde a produtora gravou imagens para o filme Pedagogia do Abandono, ainda não lançado. 

A produtora produz conteúdo para a extrema-direita e já teve parte de seus colaboradores tornados réus em razão da produção de outro filme, A Investigação Paralela: o Caso Maria da Penha. A Justiça do Ceará aceitou denúncia do Ministério Público do estado e tornou dois colaboradores da produtora réus por suspeita de participação em uma campanha de ódio contra Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência doméstica.

“A gente está aqui para dizer que Paulo Freire está presente. Ele está presente nas nossas escolas, nos nossos pensamentos, nos nossos estudos, e não só na EMEI Patrícia Galvão. Ele está presente na cidade toda, no Brasil a fora e fora do Brasil inclusive”, disse a diretora da Emei Patrícia Galvão, Sandra Regina Bouças.

Sandra não deu entrevista à imprensa, mas, em uma carta publicada em suas redes sociais, questionou a produção que utilizou imagens internas da escola. As gravações foram autorizadas pela prefeitura de São Paulo. 

“Identificamos que se trata de um projeto para destruir a educação pública, bem como a imagem de Paulo Freire com identificações muito equivocadas. Será que há, nesta proposição, uma tentativa de contribuir com as ideias de que a terceirização/privatização da Educação Infantil seria a solução para uma educação de qualidade?”.

Na carta, a diretora afirma que soube apenas na véspera das gravações que a produtora seria a Brasil Paralelo. “Na noite anterior à data marcada para a agravação, fomos surpreendidas por um termo de anuência em nome da Brasil Paralelo”, contou.”Era a produtora responsável por vídeos de caráter marcadamente ideológico, em que diversas produções têm por objetivo descaracterizar e objetificar o ensino público pejorativamente”, completou.

A professora da Faculdade de Educação da USP (FEUSP) e educadora popular Denise Carreira afirmou que a produção pretende enfraquecer políticas públicas de cunho social e racial e a agenda de gênero.

““Precisamos estar atentas contra esse absurdo. E defender a escola democrática, a escola que promova uma educação transformadora baseada no pensamento, na trajetória, na ação de Paulo Freire”, acrescentou.

Eduarda Lins, mãe de uma das alunas da escola, fez elogios aos funcionários e criticou a produtora e a prefeitura. “Quando a gente descobre que a nossa prefeitura está disponibilizando um espaço público para uma empresa privada com fins, no mínimo, obscuros, que inclusive está sendo investigada pelo MP, dói no nosso coração”, disse.

Outro lado

A Spcine informou que recebeu o pedido para gravação e, após análise técnica da SP Film Commission, responsável por receber, processar e encaminhar pedidos de filmagem, autorizou as gravações. 

“O procedimento é padrão e foi o mesmo adotado em todas as outras 253 solicitações feitas ao município para essa finalidade até o momento em 2026. Somente no ano passado, foram autorizadas mais de mil gravações”, informou o órgão em nota. A Spcine ressaltou, ainda que a checagem de aspectos legais, como uso de imagem e participação de menores, é de inteira responsabilidade dos produtores.

A Agência Brasil procurou a produtora Brasil Paralelo, mas ainda não recebeu resposta.



Fonte: Agência Brasil

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Brasil

CNPQ anuncia edital com R$ 120 milhões para bolsas de pesquisas

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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou que publicará ainda em abril a chamada pública do novo Programa de Capacitação Institucional (PCI), modalidade de bolsas direcionada a pesquisadores das 16 unidades de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O ciclo da chamada será de 4 anos, com previsão de R$ 120 milhões oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

A reestruturação do PCI inclui um reajuste médio de 30%, elevando o piso para ao menos R$ 4 mil. A mudança mais importante está na forma de concorrência: as edições anteriores vinculavam as bolsas às instituições, que as distribuíam internamente. Essa edição prevê um regime de ampla concorrência baseado em projetos, que serão propostos pelos servidores e poderão receber até R$ 1,5 milhão, sendo até 10% deste valor para custeio, como material de consumo, serviços de terceiros, passagens e diárias.

Para este ciclo, uma mesma instituição passa a poder abrigar vários projetos de pesquisa simultâneos, submetidos por proponentes distintos e validados institucionalmente.

O processo de prestação de contas será anual. Os bolsistas passarão a ter, ainda, permissão explícita para atuar em empresas de base tecnológica (startups) instaladas em ambientes de inovação, como incubadoras e parques tecnológicos.

Historicamente o programa contempla desde o nível técnico até o de pós-doutorado e é responsável por agregar recursos humanos temporários às instituições.

O CNPq irá realizar um webinário explicativo para tirar dúvidas sobre as novas regras e o preenchimento de propostas na Plataforma Integrada Carlos Chagas, após o lançamento do edital.



Fonte: Agência Brasil

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