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7 cuidados para prevenir e combater verminoses em cachorro

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Alguns hábitos simples ajudam a proteger os animais de parasitas intestinais Alguns hábitos simples ajudam a proteger os animais de parasitas intestinais Imagem: Ground Picture | Shutterstock)

As verminoses em cachorros são infecções causadas por diferentes tipos de parasitas intestinais, como lombrigas, tênias, ancilóstomos e tricurídeos. Eles se alojam no trato gastrointestinal dos cães, onde se alimentam e se reproduzem, causando uma série de problemas de saúde.

A transmissão ocorre por meio da ingestão de ovos ou larvas presentes em alimentos contaminados, água, solo ou fezes de animais infectados. Além disso, filhotes podem também ser infectados por meio do leite materno ou da placenta. Pulgas e outros vetores, ainda, transmitem certos tipos de vermes ao pet.

Sintomas da verminose

Segundo Marina Tiba, médica-veterinária e gerente de produto da Unidade de Animais de Companhia da Ceva Saúde Animal, o cachorro com verminose pode apresentar:

  • Diarreia: (fezes pastosas ou líquidas) pode acontecer pela presença de vermes no intestino, liberando substâncias que irritam a mucosa intestinal. Normalmente, é o primeiro sinal perceptível de uma verminose;
  • Apatia: quando os parasitas se instalam na parede do intestino, eles sugam nutrientes e sais minerais do organismo do pet, o que o deixa desanimado e sem energia. Além disso, os vermes no intestino podem causar cólicas abdominais, e elas também colaboram para que o animal fique apático;
  • Perda de peso e aumento do abdômen: a perda de peso é uma consequência da pouca absorção dos nutrientes e sais minerais, pois a parede intestinal apresenta algumas lesões causadas pelos vermes e eles competem pelos nutrientes com o pet. Nos filhotes, essa competição por nutrientes acaba diminuindo a quantidade de proteína no sangue e ocasionando a famosa “barriguinha de verme”;
  • Anemia: a anemia pode ser percebida de diversas formas, como mucosas ao redor dos olhos e gengivas de coloração pálida, pelagem opaca e ressecada e queda excessiva de pelos;
  • Vômitos: só ocorrem quando o animal tem uma grande quantidade de vermes no organismo, com uma quantidade alta de toxinas sendo liberadas.

Prevenindo e combatendo as verminoses

É fundamental que o tutor adote cuidados para prevenir e combater as verminoses em cachorros, pois essas infecções causam sérios danos à saúde do animal, como desnutrição e anemia, comprometendo o bem-estar e a qualidade de vida do pet. Além disso, alguns desses parasitas são transmitidos a humanos, representando um risco de zoonoses. Por isso, veja abaixo como prevenir e combater!

1. Realize vermifugação regular

Para ajudar a prevenir e tratar as verminoses, é importante administrar vermífugos regularmente. Filhotes devem ser vermifugados nas primeiras semanas de vida, enquanto cães adultos podem seguir um calendário específico de manutenção recomendado pelo veterinário.

“Ele vai analisar o desafio sanitário e carga parasitária a que o animal está exposto e assim instituir o melhor protocolo e tempo entre as doses. Por isso, a importância da visita regular ao especialista”, diz a veterinária Vanessa Daiane Pereira Silva.

Para combater e prevenir verminoses, é essencial limpar e desinfectar regularmente o local em que o cachorro costuma ficar Imagem: Julia Bond | Shutterstock

2. Mantenha a higiene do ambiente

Para auxiliar no combate e prevenção de verminoses, é essencial limpar e desinfectar regularmente o local onde o cachorro costuma ficar, como cama e áreas de descanso. Isso ajudará a eliminar ovos e larvas de parasitas presentes no ambiente.

3. Controle pulgas e carrapatos

Pulgas e carrapatos, quando ingeridos, podem transmitir vermes como a tênia. Por isso, usar produtos antiparasitários para controlar esses ectoparasitas é essencial para prevenir infecções secundárias. “A higiene do ambiente, inspeção dos animais após passeios, banhos e uso de produtos para combater os ectoparasitos são as principais formas de prevenção para pulgas, piolhos, carrapatos e doenças transmitidas por eles”, aconselha Valéria Natascha Teixeira, veterinária e professora do curso de Medicina Veterinária da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

4. Evite o contato com as fezes

Impedir que o cachorro tenha acesso a fezes de outros animais ou áreas contaminadas ajuda a reduzir o risco de ingestão de ovos de parasitas. Por isso, sempre recolha e descarte as fezes do seu cão durante os passeios.

Trocar a água e lavar os potes regularmente são ações que evitam que os cães ingiram parasitas Imagem: Andrii Anna photograp | Shutterstock

5. Forneça água e alimento limpos

Outro cuidado importante para evitar que o animal ingira parasitas é evitando que ele coma alimentos estragados ou lixo, além de fornecer água e alimentos limpos e frescos. Além disso, troque a água diariamente e lave os potes de comida regularmente.

6. Garanta visitas regulares ao veterinário

Consultas regulares ao veterinário permitem a detecção precoce de verminoses e outros problemas de saúde. Isso porque o profissional pode realizar exames de fezes para identificar a presença de parasitas e prescrever o tratamento adequado.

7. Cuidados ao passear

Durante os passeios, evite áreas frequentadas por muitos animais e mantenha o cachorro na coleira para controlar os locais que ele explora e o que ele ingere.





Fonte: Terra

Brasil

Plataforma do BB reduz em 72% perda de comida em escolas públicas

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Uma plataforma digital criada pelo Banco do Brasil (BB) está ajudando prefeituras a reduzir o desperdício de alimentos em escolas públicas. Chamada de BB Alimentação Escolar, a solução usa tecnologia para melhorar o planejamento e o controle da merenda oferecida a estudantes da rede pública.

Desenvolvida em parceria com a Lemobs, empresa que integra o Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a plataforma reúne informações sobre consumo, aceitação das refeições e desperdício. Com base nesses dados, gestores conseguem ajustar cardápios, quantidades e compras, evitando excessos e melhorando a qualidade da alimentação.

O sistema também traz painéis de acompanhamento e ferramentas que auxiliam na tomada de decisão, tornando a gestão mais eficiente e transparente.

Resultados iniciais

Os primeiros testes foram feitos em 15 municípios. Em Belém, onde a solução começou em cinco escolas, os resultados apareceram em poucos meses:

  • 72% menos desperdício de alimentos;
  • 7 toneladas de comida preservadas;
  • cerca de 25 mil refeições aproveitadas;
  • economia de aproximadamente R$ 200 mil;
  • redução de 10 toneladas de emissão de carbono;
  • 2,4 mil alunos beneficiados;
  • 88% de aprovação das refeições.

Impacto nas contas públicas

O planejamento mais preciso evita compras desnecessárias e reduz perdas, gerando economia. Dessa forma, os recursos públicos são utilizados de forma mais eficiente.

A expectativa é que, se adotada em toda a rede de ensino de Belém, a ferramenta possa evitar o desperdício de cerca de 220 toneladas de alimentos por ano e gerar economia superior a R$ 1,2 milhão, beneficiando milhares de estudantes.

Expansão e importância

A solução já está sendo utilizada em outras cidades, como Natal e Valparaíso de Goiás, o que mostra o potencial de expansão para diferentes regiões do país.

Alinhada ao Programa Nacional de Alimentação Escolar, a iniciativa busca melhorar a qualidade da merenda, reduzir desperdícios e fortalecer a gestão pública, combinando tecnologia, economia e impacto social positivo.

Lemobs

A Lemobs é uma empresa brasileira de tecnologia que desenvolve soluções digitais para ajudar governos, principalmente prefeituras, a melhorar a gestão pública. A empresa faz parte do ecossistema de inovação do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Criada com foco em desenvolver tecnologias para “cidades inteligentes”, a empresa atua para modernizar administrações locais, desde a coleta de lixo até a alimentação escolar.



Fonte: Agência Brasil

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Brasil

SP: ato critica uso de escola pública em filme contra Paulo Freire

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Professores, pais de alunos, sindicatos e parlamentares fizeram neste sábado (18), na capital paulista, um ato contra a utilização de uma escola infantil municipal como cenário para a produção de um filme. A obra, da produtora Brasil Paralelo, difama a educação pública e o educador Paulo Freire, patrono da Educação Brasileira. 

A manifestação, uma aula pública, ocorreu na Praça Roosevelt, em frente à Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Patrícia Galvão (Pagu), onde a produtora gravou imagens para o filme Pedagogia do Abandono, ainda não lançado. 

A produtora produz conteúdo para a extrema-direita e já teve parte de seus colaboradores tornados réus em razão da produção de outro filme, A Investigação Paralela: o Caso Maria da Penha. A Justiça do Ceará aceitou denúncia do Ministério Público do estado e tornou dois colaboradores da produtora réus por suspeita de participação em uma campanha de ódio contra Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência doméstica.

“A gente está aqui para dizer que Paulo Freire está presente. Ele está presente nas nossas escolas, nos nossos pensamentos, nos nossos estudos, e não só na EMEI Patrícia Galvão. Ele está presente na cidade toda, no Brasil a fora e fora do Brasil inclusive”, disse a diretora da Emei Patrícia Galvão, Sandra Regina Bouças.

Sandra não deu entrevista à imprensa, mas, em uma carta publicada em suas redes sociais, questionou a produção que utilizou imagens internas da escola. As gravações foram autorizadas pela prefeitura de São Paulo. 

“Identificamos que se trata de um projeto para destruir a educação pública, bem como a imagem de Paulo Freire com identificações muito equivocadas. Será que há, nesta proposição, uma tentativa de contribuir com as ideias de que a terceirização/privatização da Educação Infantil seria a solução para uma educação de qualidade?”.

Na carta, a diretora afirma que soube apenas na véspera das gravações que a produtora seria a Brasil Paralelo. “Na noite anterior à data marcada para a agravação, fomos surpreendidas por um termo de anuência em nome da Brasil Paralelo”, contou.”Era a produtora responsável por vídeos de caráter marcadamente ideológico, em que diversas produções têm por objetivo descaracterizar e objetificar o ensino público pejorativamente”, completou.

A professora da Faculdade de Educação da USP (FEUSP) e educadora popular Denise Carreira afirmou que a produção pretende enfraquecer políticas públicas de cunho social e racial e a agenda de gênero.

““Precisamos estar atentas contra esse absurdo. E defender a escola democrática, a escola que promova uma educação transformadora baseada no pensamento, na trajetória, na ação de Paulo Freire”, acrescentou.

Eduarda Lins, mãe de uma das alunas da escola, fez elogios aos funcionários e criticou a produtora e a prefeitura. “Quando a gente descobre que a nossa prefeitura está disponibilizando um espaço público para uma empresa privada com fins, no mínimo, obscuros, que inclusive está sendo investigada pelo MP, dói no nosso coração”, disse.

Outro lado

A Spcine informou que recebeu o pedido para gravação e, após análise técnica da SP Film Commission, responsável por receber, processar e encaminhar pedidos de filmagem, autorizou as gravações. 

“O procedimento é padrão e foi o mesmo adotado em todas as outras 253 solicitações feitas ao município para essa finalidade até o momento em 2026. Somente no ano passado, foram autorizadas mais de mil gravações”, informou o órgão em nota. A Spcine ressaltou, ainda que a checagem de aspectos legais, como uso de imagem e participação de menores, é de inteira responsabilidade dos produtores.

A Agência Brasil procurou a produtora Brasil Paralelo, mas ainda não recebeu resposta.



Fonte: Agência Brasil

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Brasil

CNPQ anuncia edital com R$ 120 milhões para bolsas de pesquisas

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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou que publicará ainda em abril a chamada pública do novo Programa de Capacitação Institucional (PCI), modalidade de bolsas direcionada a pesquisadores das 16 unidades de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O ciclo da chamada será de 4 anos, com previsão de R$ 120 milhões oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

A reestruturação do PCI inclui um reajuste médio de 30%, elevando o piso para ao menos R$ 4 mil. A mudança mais importante está na forma de concorrência: as edições anteriores vinculavam as bolsas às instituições, que as distribuíam internamente. Essa edição prevê um regime de ampla concorrência baseado em projetos, que serão propostos pelos servidores e poderão receber até R$ 1,5 milhão, sendo até 10% deste valor para custeio, como material de consumo, serviços de terceiros, passagens e diárias.

Para este ciclo, uma mesma instituição passa a poder abrigar vários projetos de pesquisa simultâneos, submetidos por proponentes distintos e validados institucionalmente.

O processo de prestação de contas será anual. Os bolsistas passarão a ter, ainda, permissão explícita para atuar em empresas de base tecnológica (startups) instaladas em ambientes de inovação, como incubadoras e parques tecnológicos.

Historicamente o programa contempla desde o nível técnico até o de pós-doutorado e é responsável por agregar recursos humanos temporários às instituições.

O CNPq irá realizar um webinário explicativo para tirar dúvidas sobre as novas regras e o preenchimento de propostas na Plataforma Integrada Carlos Chagas, após o lançamento do edital.



Fonte: Agência Brasil

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