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7 benefícios do alecrim para a saúde e como utilizá-lo

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Essa erva aromática, popularmente utilizada na culinária, também favorece o bem-estar

O alecrim oferece diversos benefícios à saúde O alecrim oferece diversos benefícios à saúde Imagem: Tatjana Baibakova | Shutterstock

O alecrim, uma erva aromática pertencente à família das lamiáceas, é reconhecido por seu aroma marcante e, além disso, por seus potenciais benefícios para a saúde. Com o nome científico Rosmarinus officinalis, ele é nativo da região do Mediterrâneo.

Abaixo, confira alguns benefícios e utilidades dessa erva. Todavia, é sempre aconselhável consultar um profissional de saúde antes de introduzir o alecrim de forma mais significativa na dieta ou em práticas terapêuticas para garantir uma abordagem segura e personalizada.

1. Propriedades antioxidantes

Rico em compostos antioxidantes, o alecrim auxilia na neutralização dos radicais livres, substâncias instáveis que podem causar danos às células e contribuir para o envelhecimento precoce e diversas doenças.

“Os antioxidantes na dieta podem desempenhar um papel importante na prevenção do envelhecimento da pele e anexos cutâneos, pois são compostos que ajudam a proteger as células do corpo contra os danos causados pelos radicais livres, moléculas instáveis que podem causar estresse oxidativo, que está associado ao envelhecimento prematuro da pele e a uma variedade de problemas dermatológicos”, explica a nutróloga Dra. Marcella Garcez.

Para usufruir desses benefícios, ele pode ser incorporado à dieta de diversas maneiras, como tempero em pratos culinários, chás ou infusões.

2. Anti-inflamatório natural

O alecrim tem demonstrado capacidade de ajudar a reduzir processos inflamatórios no corpo. Para usufruir desses benefícios, ele pode ser incorporado à dieta de diversas maneiras. Adicionar esta erva a pratos cozidos, saladas ou infusões de chá pode ajudar a modular respostas inflamatórias.

Além disso, o óleo essencial de alecrim, quando aplicado topicamente por meio de massagens ou diluído em óleo transportador, proporciona alívio para inflamações localizadas, como em casos de dores musculares ou articulares.

O alecrim ajuda a reduzir cólicas e gases Imagem: Nataliia K | Shutterstock

3. Suporte digestivo

O consumo do alecrim tem sido associado à estimulação da produção de bile, um fluido essencial para a digestão de gorduras. Adicionalmente, suas propriedades antiespasmódicas ajudam a aliviar desconfortos gastrointestinais, como gases e cólicas.

Para usufruir desses benefícios, utilize como tempero em carnes, peixes ou vegetais. Além disso, infusões de chá de alecrim podem ser consumidas após as refeições para aproveitar suas propriedades digestivas.

4. Propriedades antissépticas

O alecrim, conhecido por suas propriedades antissépticas, oferece uma alternativa natural e eficaz para a promoção da saúde e higiene. Ele demonstra propriedades antimicrobianas, auxiliando na prevenção de infecções. Essas características fazem dele uma opção valiosa para o cuidado com feridas e pequenos cortes. Para usufruir de suas propriedades antissépticas, ele deve ser aplicado topicamente, seja por meio de óleo essencial diluído em óleo transportador, ou incorporado em produtos de cuidados com a pele.

5. Aromaterapia e relaxamento

Seu óleo essencial tem efeitos estimulantes capazes de ajudar a aliviar o estresse e promover uma sensação de tranquilidade. De acordo com uma pesquisa publicada no Scientia Pharmaceutica, o óleo de alecrim tem uma ação pronunciada no cérebro e no sistema nervoso central (SNC), sendo uma ferramenta importante para “esvaziar a mente”. O mesmo estudo também aponta que o extrato tem propriedades estimulantes para o cérebro, aumentando a capacidade de raciocínio e memorização.

Para desfrutar desses benefícios, ele pode ser utilizado em difusores, criando um ambiente acolhedor e revigorante em espaços residenciais ou de trabalho. Além disso, massagens com óleo essencial de alecrim, diluído em óleo carreador, proporcionam alívio para a tensão muscular e promovem o relaxamento físico e mental.

6. Banhos energéticos

Utilizados para renovar as energias e abrir caminhos, os banhos energéticos com alecrim trabalham o corpo astral. Quando as coisas não estão indo muito bem, eles são uma alternativa para limpar a negatividade e atrair vibrações positivas, proporcionando uma experiência revigorante tanto para o corpo quanto para a mente.

7. Suporte à saúde capilar

O alecrim possui propriedades que estimulam a circulação sanguínea no couro cabeludo, beneficiando a oxigenação dos folículos capilares, promovendo o crescimento do cabelo e ajudando a prevenir a queda. Além disso, suas propriedades antimicrobianas contribuem para a redução de irritações e caspas, criando um ambiente mais saudável para o crescimento dos fios. A planta também tem propriedades anti-inflamatórias que podem aliviar inflamações no couro cabeludo e combater a seborreia. 

Utilizando o alecrim com segurança

Embora o alecrim ofereça muitos benefícios, seu uso deve ser feito de forma equilibrada. Além disso, é contraindicado em alguns casos; gestantes e lactantes devem evitá-lo em grandes quantidades, pois pode estimular contrações uterinas.

Ademais, pessoas com condições de saúde preexistentes, especialmente aquelas que usam remédios para pressão arterial ou anticoagulantes, devem ter cautela com o óleo essencial de alecrim, pois ele pode interagir com esses medicamentos e afetar sua eficácia.

“Alguns óleos, como o alecrim, não podem ser usados em caso de hipertensão e epilepsia. Por isso, [há] a importância sempre de acompanhamento com um aromaterapeuta, que é o profissional mais indicado”, explica a terapeuta integrativa Solange Lima.





Fonte: Terra

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Plataforma do BB reduz em 72% perda de comida em escolas públicas

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Uma plataforma digital criada pelo Banco do Brasil (BB) está ajudando prefeituras a reduzir o desperdício de alimentos em escolas públicas. Chamada de BB Alimentação Escolar, a solução usa tecnologia para melhorar o planejamento e o controle da merenda oferecida a estudantes da rede pública.

Desenvolvida em parceria com a Lemobs, empresa que integra o Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a plataforma reúne informações sobre consumo, aceitação das refeições e desperdício. Com base nesses dados, gestores conseguem ajustar cardápios, quantidades e compras, evitando excessos e melhorando a qualidade da alimentação.

O sistema também traz painéis de acompanhamento e ferramentas que auxiliam na tomada de decisão, tornando a gestão mais eficiente e transparente.

Resultados iniciais

Os primeiros testes foram feitos em 15 municípios. Em Belém, onde a solução começou em cinco escolas, os resultados apareceram em poucos meses:

  • 72% menos desperdício de alimentos;
  • 7 toneladas de comida preservadas;
  • cerca de 25 mil refeições aproveitadas;
  • economia de aproximadamente R$ 200 mil;
  • redução de 10 toneladas de emissão de carbono;
  • 2,4 mil alunos beneficiados;
  • 88% de aprovação das refeições.

Impacto nas contas públicas

O planejamento mais preciso evita compras desnecessárias e reduz perdas, gerando economia. Dessa forma, os recursos públicos são utilizados de forma mais eficiente.

A expectativa é que, se adotada em toda a rede de ensino de Belém, a ferramenta possa evitar o desperdício de cerca de 220 toneladas de alimentos por ano e gerar economia superior a R$ 1,2 milhão, beneficiando milhares de estudantes.

Expansão e importância

A solução já está sendo utilizada em outras cidades, como Natal e Valparaíso de Goiás, o que mostra o potencial de expansão para diferentes regiões do país.

Alinhada ao Programa Nacional de Alimentação Escolar, a iniciativa busca melhorar a qualidade da merenda, reduzir desperdícios e fortalecer a gestão pública, combinando tecnologia, economia e impacto social positivo.

Lemobs

A Lemobs é uma empresa brasileira de tecnologia que desenvolve soluções digitais para ajudar governos, principalmente prefeituras, a melhorar a gestão pública. A empresa faz parte do ecossistema de inovação do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Criada com foco em desenvolver tecnologias para “cidades inteligentes”, a empresa atua para modernizar administrações locais, desde a coleta de lixo até a alimentação escolar.



Fonte: Agência Brasil

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SP: ato critica uso de escola pública em filme contra Paulo Freire

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Professores, pais de alunos, sindicatos e parlamentares fizeram neste sábado (18), na capital paulista, um ato contra a utilização de uma escola infantil municipal como cenário para a produção de um filme. A obra, da produtora Brasil Paralelo, difama a educação pública e o educador Paulo Freire, patrono da Educação Brasileira. 

A manifestação, uma aula pública, ocorreu na Praça Roosevelt, em frente à Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Patrícia Galvão (Pagu), onde a produtora gravou imagens para o filme Pedagogia do Abandono, ainda não lançado. 

A produtora produz conteúdo para a extrema-direita e já teve parte de seus colaboradores tornados réus em razão da produção de outro filme, A Investigação Paralela: o Caso Maria da Penha. A Justiça do Ceará aceitou denúncia do Ministério Público do estado e tornou dois colaboradores da produtora réus por suspeita de participação em uma campanha de ódio contra Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência doméstica.

“A gente está aqui para dizer que Paulo Freire está presente. Ele está presente nas nossas escolas, nos nossos pensamentos, nos nossos estudos, e não só na EMEI Patrícia Galvão. Ele está presente na cidade toda, no Brasil a fora e fora do Brasil inclusive”, disse a diretora da Emei Patrícia Galvão, Sandra Regina Bouças.

Sandra não deu entrevista à imprensa, mas, em uma carta publicada em suas redes sociais, questionou a produção que utilizou imagens internas da escola. As gravações foram autorizadas pela prefeitura de São Paulo. 

“Identificamos que se trata de um projeto para destruir a educação pública, bem como a imagem de Paulo Freire com identificações muito equivocadas. Será que há, nesta proposição, uma tentativa de contribuir com as ideias de que a terceirização/privatização da Educação Infantil seria a solução para uma educação de qualidade?”.

Na carta, a diretora afirma que soube apenas na véspera das gravações que a produtora seria a Brasil Paralelo. “Na noite anterior à data marcada para a agravação, fomos surpreendidas por um termo de anuência em nome da Brasil Paralelo”, contou.”Era a produtora responsável por vídeos de caráter marcadamente ideológico, em que diversas produções têm por objetivo descaracterizar e objetificar o ensino público pejorativamente”, completou.

A professora da Faculdade de Educação da USP (FEUSP) e educadora popular Denise Carreira afirmou que a produção pretende enfraquecer políticas públicas de cunho social e racial e a agenda de gênero.

““Precisamos estar atentas contra esse absurdo. E defender a escola democrática, a escola que promova uma educação transformadora baseada no pensamento, na trajetória, na ação de Paulo Freire”, acrescentou.

Eduarda Lins, mãe de uma das alunas da escola, fez elogios aos funcionários e criticou a produtora e a prefeitura. “Quando a gente descobre que a nossa prefeitura está disponibilizando um espaço público para uma empresa privada com fins, no mínimo, obscuros, que inclusive está sendo investigada pelo MP, dói no nosso coração”, disse.

Outro lado

A Spcine informou que recebeu o pedido para gravação e, após análise técnica da SP Film Commission, responsável por receber, processar e encaminhar pedidos de filmagem, autorizou as gravações. 

“O procedimento é padrão e foi o mesmo adotado em todas as outras 253 solicitações feitas ao município para essa finalidade até o momento em 2026. Somente no ano passado, foram autorizadas mais de mil gravações”, informou o órgão em nota. A Spcine ressaltou, ainda que a checagem de aspectos legais, como uso de imagem e participação de menores, é de inteira responsabilidade dos produtores.

A Agência Brasil procurou a produtora Brasil Paralelo, mas ainda não recebeu resposta.



Fonte: Agência Brasil

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CNPQ anuncia edital com R$ 120 milhões para bolsas de pesquisas

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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou que publicará ainda em abril a chamada pública do novo Programa de Capacitação Institucional (PCI), modalidade de bolsas direcionada a pesquisadores das 16 unidades de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O ciclo da chamada será de 4 anos, com previsão de R$ 120 milhões oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

A reestruturação do PCI inclui um reajuste médio de 30%, elevando o piso para ao menos R$ 4 mil. A mudança mais importante está na forma de concorrência: as edições anteriores vinculavam as bolsas às instituições, que as distribuíam internamente. Essa edição prevê um regime de ampla concorrência baseado em projetos, que serão propostos pelos servidores e poderão receber até R$ 1,5 milhão, sendo até 10% deste valor para custeio, como material de consumo, serviços de terceiros, passagens e diárias.

Para este ciclo, uma mesma instituição passa a poder abrigar vários projetos de pesquisa simultâneos, submetidos por proponentes distintos e validados institucionalmente.

O processo de prestação de contas será anual. Os bolsistas passarão a ter, ainda, permissão explícita para atuar em empresas de base tecnológica (startups) instaladas em ambientes de inovação, como incubadoras e parques tecnológicos.

Historicamente o programa contempla desde o nível técnico até o de pós-doutorado e é responsável por agregar recursos humanos temporários às instituições.

O CNPq irá realizar um webinário explicativo para tirar dúvidas sobre as novas regras e o preenchimento de propostas na Plataforma Integrada Carlos Chagas, após o lançamento do edital.



Fonte: Agência Brasil

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