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7 benefícios do manjericão para a saúde e como utilizá-lo

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Além de ser um ingrediente aromático e saboroso na culinária, esta erva é rica em propriedades que promovem o bem-estar

O manjericão é uma erva que enriquece pratos e promove a saúde O manjericão é uma erva que enriquece pratos e promove a saúde Imagem: Anna Klymchuk | Shutterstock

O manjericão, com suas folhas verdes e aroma inconfundível, é uma das ervas mais apreciadas na culinária mundial. Originário da Índia, seu uso se espalhou pelo mundo, conquistando cozinhas e corações com seu sabor versátil.

Mas o manjericão vai muito além de ser um simples tempero. Conhecido como “rei das ervas”, devido às suas inúmeras virtudes, ele é uma verdadeira potência nutricional e medicinal. Por isso, confira, a seguir, 7 benefícios do manjericão e algumas dicas de como usá-lo!

1. Rico em propriedades antioxidantes

O manjericão é rico em antioxidantes, como os flavonoides e os polifenóis, que ajudam a combater os radicais livres no organismo. Esses antioxidantes podem reduzir o estresse oxidativo, protegendo as células e contribuindo para a prevenção de doenças crônicas, como cardíacas e câncer.

“As células do nosso corpo estão constantemente sujeitas a danos tóxicos pela formação de radicais livres, que são provenientes de reações que ocorrem na membrana das células e são responsáveis pela ocorrência de diversas enfermidades e processos degenerativos do organismo humano”, explica o cardiologista Bruno Ganem.

2. Ajuda na digestão

O manjericão pode ajudar a estimular a produção de enzimas digestivas e a promover o alívio de distúrbios gastrointestinais, como inchaço e gases. Além disso, suas propriedades carminativas também ajudam a relaxar os músculos do trato digestivo, facilitando a digestão.

“Uma alimentação equilibrada ajuda a preservar as funções do intestino e manter a flora intestinal, que é tão importante para o funcionamento do nosso organismo como um todo e essencial para prevenir uma série de doenças, como a obesidade”, afirma a médica pós-graduada em Nutrologia Patrícia Santiago.

3. Fortalece o sistema imunológico

Rico em vitamina C e outros nutrientes essenciais, o manjericão pode ajudar a fortalecer o sistema imunológico. “A vitamina C atua diretamente nas nossas células de defesa e ajuda a combater os microrganismos causadores de doenças, fortalecendo nossos anticorpos”, diz a farmacêutica Luciana Rocha.

4. Controla os níveis de açúcar no sangue

O manjericão pode ajudar a regular os níveis de açúcar no sangue, tornando-o benéfico para pessoas com diabetes ou pré-diabetes. “Muitas pessoas podem desenvolver o diabetes por conta dos hábitos alimentares. Consumindo muito açúcar e carboidrato, como refrigerante, sucos de caixinha, pão, bolo etc. É importante diminuir a presença desses alimentos na rotina e aumentar a frequência de legumes e verduras nas refeições”, explica o médico Dr. Silas Soares, especialista em saúde integrativa e funcional.

O consumo do manjericão pode ajudar a reduzir o estresse e a melhorar o humor Imagem:Anna Andersson Fotografi | Shutterstock

5. Reduz o estresse e a ansiedade

O manjericão é conhecido por suas propriedades que podem ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade. O consumo desta planta ou o uso de seu óleo essencial, por exemplo, podem promover um efeito calmante e ajudar a equilibrar o humor.

Isso é importante porque, conforme a psicóloga Carine Eleutério, os momentos estressantes enfraquecem o sistema imunológico do nosso corpo, facilitando o aparecimento de diferentes patologias. “Além disso, quando estamos demasiadamente tensos, de modo geral, ficamos mais expostos a acidentes e perigos, pois o estresse reduz a nossa atenção”, afirma.

6. Melhora a saúde da pele

O manjericão possui propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias que podem beneficiar a saúde da pele, além de ser rico em vitamina C, que “é uma substância antioxidante, ou seja, um ativo que inibe a oxidação das células, diminuindo a ação de radicais livres locais, e pode oferecer resultados excelentes para todos os tipos de pele”, explica a dermatologista Tereza Eliza Panizzi.

7. Ajuda a controlar a pressão arterial

O manjericão pode ajudar a controlar a pressão arterial devido à sua capacidade de promover o relaxamento dos vasos sanguíneos e melhorar a circulação. “Vários estudos já comprovam a influência de uma boa alimentação para o tratamento da hipertensão. Tanto para o tratamento quanto para a prevenção da doença, o paciente deve evitar alimentos gordurosos, excesso de carboidratos com alto índice glicêmico, alimentos industrializados que contêm alto teor de sódio e o próprio sal de cozinha”, alerta a nutricionista Reila Satel, pós-graduada em Nutrição Clínica. 

Como usar o manjericão?

Veja, a seguir, algumas formas de usar essa erva aromática no dia a dia:

  • Na culinária: o manjericão é um ingrediente essencial em pratos como pesto, molhos de tomate e saladas. Pode ser adicionado fresco ou seco a pratos quentes e frios para realçar o sabor.
  • Óleo essencial: o óleo essencial de manjericão pode ser usado em difusores para ajudar a aliviar o estresse ou aplicado topicamente, diluído em um óleo carreiro, para propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias.
  • Suplementos: o manjericão também está disponível em forma de suplemento, como cápsulas ou extratos. Consulte um profissional de saúde antes de iniciar qualquer suplementação.





Fonte: Terra

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Plataforma do BB reduz em 72% perda de comida em escolas públicas

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Uma plataforma digital criada pelo Banco do Brasil (BB) está ajudando prefeituras a reduzir o desperdício de alimentos em escolas públicas. Chamada de BB Alimentação Escolar, a solução usa tecnologia para melhorar o planejamento e o controle da merenda oferecida a estudantes da rede pública.

Desenvolvida em parceria com a Lemobs, empresa que integra o Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a plataforma reúne informações sobre consumo, aceitação das refeições e desperdício. Com base nesses dados, gestores conseguem ajustar cardápios, quantidades e compras, evitando excessos e melhorando a qualidade da alimentação.

O sistema também traz painéis de acompanhamento e ferramentas que auxiliam na tomada de decisão, tornando a gestão mais eficiente e transparente.

Resultados iniciais

Os primeiros testes foram feitos em 15 municípios. Em Belém, onde a solução começou em cinco escolas, os resultados apareceram em poucos meses:

  • 72% menos desperdício de alimentos;
  • 7 toneladas de comida preservadas;
  • cerca de 25 mil refeições aproveitadas;
  • economia de aproximadamente R$ 200 mil;
  • redução de 10 toneladas de emissão de carbono;
  • 2,4 mil alunos beneficiados;
  • 88% de aprovação das refeições.

Impacto nas contas públicas

O planejamento mais preciso evita compras desnecessárias e reduz perdas, gerando economia. Dessa forma, os recursos públicos são utilizados de forma mais eficiente.

A expectativa é que, se adotada em toda a rede de ensino de Belém, a ferramenta possa evitar o desperdício de cerca de 220 toneladas de alimentos por ano e gerar economia superior a R$ 1,2 milhão, beneficiando milhares de estudantes.

Expansão e importância

A solução já está sendo utilizada em outras cidades, como Natal e Valparaíso de Goiás, o que mostra o potencial de expansão para diferentes regiões do país.

Alinhada ao Programa Nacional de Alimentação Escolar, a iniciativa busca melhorar a qualidade da merenda, reduzir desperdícios e fortalecer a gestão pública, combinando tecnologia, economia e impacto social positivo.

Lemobs

A Lemobs é uma empresa brasileira de tecnologia que desenvolve soluções digitais para ajudar governos, principalmente prefeituras, a melhorar a gestão pública. A empresa faz parte do ecossistema de inovação do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Criada com foco em desenvolver tecnologias para “cidades inteligentes”, a empresa atua para modernizar administrações locais, desde a coleta de lixo até a alimentação escolar.



Fonte: Agência Brasil

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Brasil

SP: ato critica uso de escola pública em filme contra Paulo Freire

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Professores, pais de alunos, sindicatos e parlamentares fizeram neste sábado (18), na capital paulista, um ato contra a utilização de uma escola infantil municipal como cenário para a produção de um filme. A obra, da produtora Brasil Paralelo, difama a educação pública e o educador Paulo Freire, patrono da Educação Brasileira. 

A manifestação, uma aula pública, ocorreu na Praça Roosevelt, em frente à Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Patrícia Galvão (Pagu), onde a produtora gravou imagens para o filme Pedagogia do Abandono, ainda não lançado. 

A produtora produz conteúdo para a extrema-direita e já teve parte de seus colaboradores tornados réus em razão da produção de outro filme, A Investigação Paralela: o Caso Maria da Penha. A Justiça do Ceará aceitou denúncia do Ministério Público do estado e tornou dois colaboradores da produtora réus por suspeita de participação em uma campanha de ódio contra Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência doméstica.

“A gente está aqui para dizer que Paulo Freire está presente. Ele está presente nas nossas escolas, nos nossos pensamentos, nos nossos estudos, e não só na EMEI Patrícia Galvão. Ele está presente na cidade toda, no Brasil a fora e fora do Brasil inclusive”, disse a diretora da Emei Patrícia Galvão, Sandra Regina Bouças.

Sandra não deu entrevista à imprensa, mas, em uma carta publicada em suas redes sociais, questionou a produção que utilizou imagens internas da escola. As gravações foram autorizadas pela prefeitura de São Paulo. 

“Identificamos que se trata de um projeto para destruir a educação pública, bem como a imagem de Paulo Freire com identificações muito equivocadas. Será que há, nesta proposição, uma tentativa de contribuir com as ideias de que a terceirização/privatização da Educação Infantil seria a solução para uma educação de qualidade?”.

Na carta, a diretora afirma que soube apenas na véspera das gravações que a produtora seria a Brasil Paralelo. “Na noite anterior à data marcada para a agravação, fomos surpreendidas por um termo de anuência em nome da Brasil Paralelo”, contou.”Era a produtora responsável por vídeos de caráter marcadamente ideológico, em que diversas produções têm por objetivo descaracterizar e objetificar o ensino público pejorativamente”, completou.

A professora da Faculdade de Educação da USP (FEUSP) e educadora popular Denise Carreira afirmou que a produção pretende enfraquecer políticas públicas de cunho social e racial e a agenda de gênero.

““Precisamos estar atentas contra esse absurdo. E defender a escola democrática, a escola que promova uma educação transformadora baseada no pensamento, na trajetória, na ação de Paulo Freire”, acrescentou.

Eduarda Lins, mãe de uma das alunas da escola, fez elogios aos funcionários e criticou a produtora e a prefeitura. “Quando a gente descobre que a nossa prefeitura está disponibilizando um espaço público para uma empresa privada com fins, no mínimo, obscuros, que inclusive está sendo investigada pelo MP, dói no nosso coração”, disse.

Outro lado

A Spcine informou que recebeu o pedido para gravação e, após análise técnica da SP Film Commission, responsável por receber, processar e encaminhar pedidos de filmagem, autorizou as gravações. 

“O procedimento é padrão e foi o mesmo adotado em todas as outras 253 solicitações feitas ao município para essa finalidade até o momento em 2026. Somente no ano passado, foram autorizadas mais de mil gravações”, informou o órgão em nota. A Spcine ressaltou, ainda que a checagem de aspectos legais, como uso de imagem e participação de menores, é de inteira responsabilidade dos produtores.

A Agência Brasil procurou a produtora Brasil Paralelo, mas ainda não recebeu resposta.



Fonte: Agência Brasil

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CNPQ anuncia edital com R$ 120 milhões para bolsas de pesquisas

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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou que publicará ainda em abril a chamada pública do novo Programa de Capacitação Institucional (PCI), modalidade de bolsas direcionada a pesquisadores das 16 unidades de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O ciclo da chamada será de 4 anos, com previsão de R$ 120 milhões oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

A reestruturação do PCI inclui um reajuste médio de 30%, elevando o piso para ao menos R$ 4 mil. A mudança mais importante está na forma de concorrência: as edições anteriores vinculavam as bolsas às instituições, que as distribuíam internamente. Essa edição prevê um regime de ampla concorrência baseado em projetos, que serão propostos pelos servidores e poderão receber até R$ 1,5 milhão, sendo até 10% deste valor para custeio, como material de consumo, serviços de terceiros, passagens e diárias.

Para este ciclo, uma mesma instituição passa a poder abrigar vários projetos de pesquisa simultâneos, submetidos por proponentes distintos e validados institucionalmente.

O processo de prestação de contas será anual. Os bolsistas passarão a ter, ainda, permissão explícita para atuar em empresas de base tecnológica (startups) instaladas em ambientes de inovação, como incubadoras e parques tecnológicos.

Historicamente o programa contempla desde o nível técnico até o de pós-doutorado e é responsável por agregar recursos humanos temporários às instituições.

O CNPq irá realizar um webinário explicativo para tirar dúvidas sobre as novas regras e o preenchimento de propostas na Plataforma Integrada Carlos Chagas, após o lançamento do edital.



Fonte: Agência Brasil

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