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Debate entre Biden e Trump e o ‘efeito Orloff’ no Brasil

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Assim como ocorre nos Estados Unidos, em breve teremos o início das disputas também no Brasil

Montagem / Instagram Trump e Biden
Há grande expectativa para o desempenho dos adversários. Será que Trump repetirá a forma agressiva como se comportou nas últimas vezes ou se apresentará de maneira mais equilibrada? E Biden, como agirá?

Nesta quinta-feira (27), Joe Biden e Donald Trump se enfrentarão em importante debate visando à Casa Branca. Há grande expectativa para o desempenho dos adversários. Será que Trump repetirá a forma agressiva como se comportou nas últimas vezes ou se apresentará de maneira mais equilibrada? E Biden, como agirá? Como serão elaboradas as questões da contenda? Haverá as tradicionais pegadinhas para desestabilizar o oponente, ou essa estratégia já está desgastada? Assim como ocorre nos Estados Unidos, em breve teremos o início das disputas também no Brasil. Embora sejam situações distintas, pois aqui teremos pleitos municipais, no fundo o processo é o mesmo, já que os concorrentes entrarão na disputa para vencer.

As pegadinhas

Houve época em que os políticos eram encurralados com pegadinhas armadas pelos adversários e jornalistas. Durante os debates, alguém sacava do seu cofre de maldades uma questão imprevista para constranger o oponente. Davam um jeito de contextualizar o tema para que não parecesse sem sentido. Perguntavam, por exemplo, se o candidato sabia o preço do pãozinho francês, do quilo de feijão, do pacote de manteiga. Sentindo-se na obrigação de estar inteirado dessas informações já que debatiam, por exemplo, a inflação dos alimentos, ele girava e rodopiava para encontrar saídas àquela armadilha.

O jornalista levou o troco

Com o passar do tempo, ficou claro para todos que esse tipo de questionamento não tinha por objetivo esclarecer nenhuma dúvida. A finalidade era tão somente desqualificar o debatedor. Por isso, sem pressão, a resposta simples passou a ser “esse tipo de detalhe não pode colaborar com o debate”. Houve um caso interessante em que determinado jornalista, valendo-se desse artifício, perguntou o preço do quilo da batata. O político sorriu e devolveu com outra pergunta: poderia me dizer o preço da caneta esferográfica que usa para suas anotações? Há casos que ficaram para a história por se tratar dos dois mais importantes políticos dos últimos tempos, Lula e Bolsonaro. Em um deles, Lula tentou “enrolar”, mas não foi muito feliz. Em outro, Bolsonaro, nem disfarçou, e confessou logo que não sabia.

CIDE

Ao participar do último debate na campanha presidencial de 2002, Antony Garotinho, com a intenção clara de jogar uma casca de banana para que o adversário escorregasse, perguntou a Lula se ele pensava em manter a CIDE, caso vencesse. Procurando deduzir o que seria essa bendita CIDE, o candidato petista respondeu como se a sigla correspondesse a um órgão público federal. Garotinho não perdeu a oportunidade de dar uma “aulinha”, deixando claro que seu oponente não tinha ideia do que estava falando. Explicou que CIDE significava “Contribuição sobre Intervenção no Domínio Econômico”, cobrada sobre combustíveis. Lula tentou sair pela tangente, mas não colou.

CIS

Com Bolsonaro o caso foi mais recente. Ao prestar depoimento à Polícia Federal, em fevereiro deste ano, em virtude das investigações sobre a suposta tentativa de golpe de Estado, perguntaram se ele era CIS. Sem demonstrar nenhum tipo de constrangimento, confessou que não sabia o que era isso. Só depois de algum tempo descobriu que estavam falando de “cisgênero”, termo que identifica as pessoas que se reconhecem como sendo do sexo determinado a elas no nascimento.

Os debates estarão de volta

Em breve teremos a volta dos debates eleitorais. Cada candidato irá se valer de todos os recursos de que dispuser para mostrar as fragilidades do adversário. Se for uma pegadinha descarada, como o preço de um item específico de alimentação, por exemplo, o veneno poderá se voltar contra o próprio agressor. No caso de se tratar de temas que deveriam ser do domínio público, como causas do aumento da inflação, ao não ter resposta, correrá o risco de perder pontos com os eleitores.

Lição de casa

Pelo sim, pelo não, é importante que façam a lição de casa e estudem todos os temas que poderão ser levantados pelos oponentes. Quanto mais bem-preparados estiverem mais condições terão de servir à população e mais chances terão de vencer as eleições. Ainda há tempo de cada um estudar tudo o que puder sobre saúde, educação, transporte, habitação e tantos outros temas que permearão os discursos de campanha. É preciso lembrar que os eleitores estão cada vez mais preparados e exigentes. Lá como cá. Mesmo havendo imensa diferença cultural, as dúvidas que são levantadas em torno do debate entre Biden e Trump alertam para a necessidade de preparação e de uma estratégia bem determinada aqui em terras tupiniquins. Os nossos candidatos teriam muito a lucrar se observassem o resultado desse confronto. Como afirmou Sócrates: “A ignorância não está em não saber, mas em não querer saber”.  nSiga pelo Instagram: @polito

*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.





Fonte: Terra

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Professora sofre ferimentos durante ataque a uma escola em Suzano

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Uma professora foi ferida no começo da tarde desta terça-feira (7) na Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Ignez de Castro Almeida Mayer, na cidade de Suzano (SP), após atuar para impedir o acesso de um jovem de 18 anos a uma sala de aula. A EMEF atende o ensino fundamental I, com salas do primeiro até o quinto ano.

O agressor pulou o muro da escola às 13h27. Cerca de um minuto depois uma agente escolar acionou um aplicativo de alerta, do tipo botão do pânico. A Polícia Militar chegou ao local às 13h32, quatro minutos após o acionamento, sendo seguida pelo apoio da Guarda Civil Municipal (GCM). O suspeito foi contido rapidamente pelo agente de Segurança Escolar, evitando consequências mais graves.

Apesar da resposta rápida o agressor conseguiu ferir uma professora, não identifica pela escola. A docente bloqueou sua entrada em uma sala de aula segurando uma porta e sofreu ferimentos na mão. A prefeitura informou que ela foi socorrida ao Hospital Santa Maria e está em estado de saúde estável.

O agressor foi encontrado ferido pela polícia e levado pelo SAMU para atendimento. De acordo com a prefeitura seus ferimentos foram auto infligidos. Não há informações sobre a motivação dos ataques.

“Como medida preventiva, os alunos foram dispensados com segurança, e todas as famílias estão sendo devidamente informadas. Ressalta-se que todos os protocolos de segurança foram seguidos, incluindo o fechamento imediato das salas e o acionamento das autoridades”, complementou a secretaria de comunicação do município, que está disponibilizando equipes de saúde mental para o acolhimento e atendimento dos profissionais da escola, além de reforçar o suporte à comunidade escolar.

A ocorrência está em registro pela Polícia Civil. O botão de pânico é uma ferramenta municipal, integrada com os plantões da polícia e da guarda civil na cidade, medida adotada e aprimorada após o ataque extenso contra a Escola Estadual Raul Brazil, no município, em 2019.

 




Fonte: Agência Brasil

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MEC abre as adesões de governos à PND e divulga calendário de 2026

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O Ministério da Educação (MEC) abriu o período de abril a maio para novas adesões voluntárias à Prova Nacional Docente (PND) pelas redes públicas de ensino (municipais, estaduais e distrital) para a edição de 2026.

Os governos municipais e estaduais que tiverem interesse em usar a nota obtida pelos candidatos no exame, em seus próprios processos seletivos de professores, já podem aderir à PND diretamente no Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle (Simec), do MEC.

O acesso ao sistema é realizado com login e senha da plataforma Gov.br do dirigente local e sua equipe técnica. Este processo formaliza a adesão à prova nacional com o Ministério da Educação. 

A data final exata para adesão ainda será divulgada pelo MEC.

A prova tem o objetivo de facilitar a contratação para o magistério da educação básica pelas prefeituras e governos estaduais. Isto porque a nota alcançada pelo participante da PND poderá ser usada como etapa única ou complementar de concursos públicos locais ou processos seletivos simplificados para admissão de professores.

>>> Confira o tutorial com o passo a passo, desde o acesso ao sistema Simec e até o preenchimento do termo de adesão à Prova Nacional Docente (PND) do MEC.

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Adesões anteriores

O governo federal também dispensou de assinar novos termos de adesão com o Ministério da Educação (MEC) as redes municipais, estaduais e do Distrito Federal que já formalizaram a adesão à PND em 2025.

No entanto, os secretários de educação ou dirigentes municipais cadastrados destas localidades deverão manifestar o interesse em usar novamente a nota da PND, por meio do mesmo sistema oficial.

As regras foram estabelecidas na portaria do MEC  publicada nesta segunda-feira (6).

No ano passado, 1.508 municípios e 22 estados aderiram à PND e, agora, não precisam de um novo contrato.

Pela nova norma, a adesão feita a partir de 2025 será por prazo indeterminado e poderá ser cancelada se o gestor local de educação desejar. A solicitação de cancelamento também deverá ser via Simec.

Cronograma geral

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) também divulgou, nesta segunda-feira (6), o calendário geral da PND neste ano. Os prazos oficiais ainda serão estabelecidos pelo governo federal.

A PND é a mesma avaliação teórica do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas.

Após o período de novas adesões de gestores das secretarias de educação de estados e municípios e também da renovação de interesse por aqueles entes federados que aderiram à PND em 2025, Ministério da Educação deverá publicar – no Diário Oficial da União e em sua página eletrônica – a lista dos que aderiram à prova.

A previsão é até junho. Anualmente, essa divulgação ocorre antes do período de inscrições dos participantes na PND. Em 2026, o período de inscrição dos candidatos será de 15 a 26 junho.

A prova chamada de Enem dos Professores será realizada em 20 de setembro, conforme o calendário do Enade das Licenciaturas.

Os resultados finais da PND 2026 serão conhecidos em dezembro. 

Enem dos Professores

O exame chamado de “Enem dos Professores” é realizado anualmente pelo Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A aplicação é descentralizada em todas as 27 unidades da federação.

A PND não gera um banco de candidatos para a rede de ensino, não é possível fazer uma consulta geral dos inscritos na PND ou obter uma lista de participantes.

A prova nacional não substitui o processo de seleção da rede de ensino, que deverá publicar edital próprio, com vagas, cargos, prazos e critérios de ingresso. 

A rede só acessa as notas quando informa os números do Cadastro de Pessoa Física (CPF) dos candidatos.

Os resultados de cada edição do exame têm validade de três anos.

 



Fonte: Agência Brasil

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Unifesp inicia atividades de centro de diagnóstico molecular

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A Unifesp iniciou neste mês de abril a operação do Laboratório Interdisciplinar de Multiômica Espacial, com atuação voltada para o diagnóstico do câncer e apoio a pesquisas envolvendo oncologia, imunologia e neurociências, por meio de análise de tecidos humanos.

Utilizando uma plataforma de análise multiômica, que consiste em um equipamento composto de dois módulos, chamados GeoMx e nCounter, o equipamento permite entender o funcionamento das estruturas moleculares dos tecidos. Dessa forma é possível observar a amostra de um tecido com câncer e entender alterações no DNA das células, mesmo se for considerado um “pedaço” muito pequeno.

“É um avanço considerável na capacidade de avaliação de um câncer. O diagnóstico passa a ser pessoal, avaliando estruturas presentes em cada paciente, de forma rápida e detalhada. Isso permite uma resposta terapêutica que também é pessoal”, explica a professora Soraya Smaili, do Departamento de Farmacologia da Escola Paulista de Medicina da Unifesp. 

O laboratório se torna o primeiro centro avançado de pesquisa e diagnóstico molecular público no país, trabalhando de maneira integrada. Inicialmente são 27 projetos de pesquisa atuando com os equipamentos, o que permite treinamento avançado em pesquisa e avanços consistentes em projetos. Neste primeiro momento, serão atendidos pesquisadores da própria Unifesp, da USP, da Santa Casa de São Paulo, do Icesp e dos hospitais São Camilo e A.C. Camargo, instituições privadas de ponta da capital.

O grande diferencial desse centro é a oferta de tecnologia avançada que, atualmente, ainda não está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para o diagnóstico de câncer, focando na avaliação de marcadores genômicos específicos. Com isso é possível atuar em mapeamento específico de pequenas variações, por exemplo, em células sanguíneas, o que acelera o entendimento sobre a doença.

Um paciente com histórico de câncer agressivo na família pode, por exemplo, iniciar o tratamento muito antes da possibilidade da coleta de uma biópsia, aumentando a possibilidade de sucesso contra cânceres raros e de evolução rápida, como os de pâncreas e pulmão por exemplo. “Além disso, aumenta consideravelmente as chances de cura e a sobrevida dos indivíduos diagnosticados, ao mesmo tempo em que reduz as probabilidades de desenvolvimento de metástases e outras complicações graves decorrentes da patologia”, explica Janete Cerruti, pesquisadora e professora da Unifesp e uma das coordenadoras do projeto.

”Sem dúvida, a maior conquista de todo esse esforço será a instalação e o funcionamento pleno do laboratório, que, esperamos, se torne um centro de referência em pesquisa aliada ao diagnóstico genômico e molecular”, complementa Smaili. 

Marcadores específicos 

Segundo as pesquisadoras, enquanto o diagnóstico convencional de câncer é feito por meio de exames clínicos, complementados por uma biópsia do tumor para avaliação por um médico patologista, o teste genômico adota uma abordagem mais detalhada e procura biomarcadores moleculares específicos para cada tipo de câncer, como a presença dos genes BRCA1/BRCA2, cruciais para o câncer de mama, ou mutações no gene BRAF, associadas ao câncer de pele. Essas pistas indicam se há alteração e qual a condição de desenvolvimento, mostrando por exemplo se há células em metástase.

O laboratório é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), com investimento inicial de R$ 5 milhões, e busca convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS), o que permitirá atendimento direto à rede pública de saúde, atuando em sinergia com outros hospitais – a Unifesp já tem papel importante na saúde pública com o Hospital São Paulo, referência no atendimento de alta complexidade na capital. 

A equipe multidisciplinar, coordenada pela professora Soraya Smaili, conta com a colaboração de renomados especialistas como Miriam Galvonas Jasiulionis, Janete Cerutti, Rui Maciel, Michelle Samora, Angela Waitzberg, Lucas Leite, Adolfo G Erustes, bem como diversos pesquisadores que apoiaram a proposta da Fapesp, que já conta com 17 pesquisadores associados.



Fonte: Agência Brasil

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