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Festival SESI de Educação leva campeonato de robótica para São Paulo

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Começa nesta sexta-feira (6) a 7ª edição do Festival SESI de Educação, uma das maiores competições de robótica da América Latina que reúne, na capital paulista, cerca de 2,3 mil estudantes com idade entre 9 e 19 anos, de escolas públicas e privadas de todo o país.

Do evento sairão as 13 equipes classificadas para disputar a etapa mundial da competição, que ocorre de 29 de abril a 2 de maio em Houston, nos Estados Unidos, onde fica a sede da organização sem fins lucrativos For Inspiration and Recognition of Science and Technology (First) – Por Inspiração e Reconhecimento da Ciência e Tecnologia, em tradução livre.


São Paulo (SP), 05/03/2026 - Abertura do Festival SESI de Educação e Campeonato Nacional de Robótica, no prédio da Bienal de São Paulo. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
São Paulo (SP), 05/03/2026 - Abertura do Festival SESI de Educação e Campeonato Nacional de Robótica, no prédio da Bienal de São Paulo. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil

Festival vai até domingo no prédio da Bienal de São Paulo, no Parque Ibirapuera – Paulo Pinto/Agência Brasil

Localizado no Parque Ibirapuera, o vasto pavilhão da Fundação Bienal de São Paulo vai acomodar, até domingo (8), estandes com projetos de quatro modalidades. As criações variam de miniaturas de carros de Fórmula 1 até robôs com mais de 50 quilos, mas todas devem ter relação com o tema deste ano: Arqueologia. A entrada é franca, das 9h às 17h. 

Clique aqui e confira a programação completa.

A proposta do festival é estimular os estudantes a combinar espírito crítico, habilidade para trabalhar em equipe e captar recursos e conhecimentos técnicos. Os participantes precisam, ainda, ser capazes de apresentar ao público seus projetos, ou seja, trilham os primeiros passos como divulgadores científicos.

A ideia por trás dessa proposta é que se valorize a educação sem oposição entre as chamadas ciências duras – como matemática, física e química – e outras como as humanas e as artes. 

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First no Brasil


São Paulo (SP), 05/03/2026 - Presidente do Conselho Nacional do SESI, Fausto Augusto Jr., na abertura do Festival SESI de Educação e Campeonato Nacional de Robótica, no prédio da Bienal de São Paulo. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
São Paulo (SP), 05/03/2026 - Presidente do Conselho Nacional do SESI, Fausto Augusto Jr., na abertura do Festival SESI de Educação e Campeonato Nacional de Robótica, no prédio da Bienal de São Paulo. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil

Presidente do Conselho Nacional do SESI, Fausto Augusto Jr. – Paulo Pinto/Agência Brasil

Desde 2012, quando o SESI começou a organizar as competições da First no Brasil, mais de 45 mil estudantes participaram dos torneios. No total, conquistaram mais de 110 prêmios internacionais apenas na modalidade iniciante (FLLC).

O presidente do Conselho Nacional do SESI, Fausto Augusto Junior, conta que um dos objetivos do evento é justamente mostrar aos jovens a presença constante da tecnologia no cotidiano, orientando-os quanto à mediação.

“Para nós, é muito importante isso que chamamos de letramento tecnológico. É o momento mais estratégico de adentrarmos a educação tecnológica, uma educação para o século 21. Esse modelo está na região do Vale do Silício, nos Estados Unidos, mas também na China. Países que estão se debruçando sobre tecnologia começam com essa educação muito cedo, dentro das escolas”, ponderou Augusto Junior, em entrevista à Agência Brasil

Professor, cientista social e pesquisador da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), ele ressalta a valorização da diversidade e do convívio sadio entre estudantes de uma mesma instituição e participantes do evento.

O professor conta que integrantes de uma mesma equipe geralmente acabam permanecendo nela ano após ano, de modo que um aluno que começou na competição na primeira fase de aprendizado com peças de Lego, por exemplo, passe a guiar, posteriormente, outro principiante, favorecendo a proximidade entre eles.

Nesta quinta-feira (5), com o local fechado para visitantes, a organização realizou a chamada Festa da Amizade, espaço propício para os estudantes iniciarem e aprofundarem contatos entre si.


São Paulo (SP), 05/03/2026 - Abertura do Festival SESI de Educação e Campeonato Nacional de Robótica, no prédio da Bienal de São Paulo. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
São Paulo (SP), 05/03/2026 - Abertura do Festival SESI de Educação e Campeonato Nacional de Robótica, no prédio da Bienal de São Paulo. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil

Festa da Amizade reúne os participantes na abertura do Festival SESI de Educação e Campeonato Nacional de Robótica – Paulo Pinto/Agência Brasil

Augusto Junior esclarece que, para além do talento ou empenho dos participantes, a viabilidade dos projetos depende, em grande medida, de verbas de governos municipais e estaduais – sobretudo no caso de estudantes de escolas públicas. Muitas delas conseguem parcerias com o SESI.

“Na verdade, a gente não leva a robótica para aquela escola. O que a gente faz é um acordo com as prefeituras para apoiar uma proposta de educação e, dentro dela, a robótica tem algum sentido.”

“É toda uma proposta de construir uma aula muito diferente daquilo que a gente comumente vê, da educação tradicional”, conta o pesquisador, destacando o conceito de escola integral que, diferentemente da escola em tempo integral, busca alcançar a conexão entre a educação profissional com a básica, de ensinos fundamental e médio. 

Direto do Xingu

Colocando estereótipos racistas em xeque, como o de que indígenas “devem estar dentro da mata, protegendo-a”, a equipe JurunaBots, que na edição anterior participou do festival como convidada, desembarcou em São Paulo como uma das competidoras representantes do Norte do Brasil.

Sob a liderança do educador Fernando Juruna, os estudantes da Escola Francisca de Oliveira Lemos Juruna criaram um aplicativo para disseminar informações sobre artefatos de seu povo. A instituição de ensino existe desde a década 1950, mas abraçou a vertente educacional indígena somente em 2012, adotando o lema Formação de Grandes Lideranças.


São Paulo (SP), 05/03/2026 - Equipe de indígenas Jurinabots do Pará, na abertura do Festival SESI de Educação e Campeonato Nacional de Robótica, no prédio da Bienal de São Paulo. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
São Paulo (SP), 05/03/2026 - Equipe de indígenas Jurinabots do Pará, na abertura do Festival SESI de Educação e Campeonato Nacional de Robótica, no prédio da Bienal de São Paulo. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil

Equipe Jurinabots veio do Pará para o Campeonato Nacional de Robótica – Paulo Pinto/Agência Brasil

Os alunos são de Vitória do Xingu (PA), município de 15 mil habitantes, impactado pela Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Eles se identificam como um grupo que alia cultura ancestral e inovação tecnológica ao apresentar a plataforma Museu Vivo Itinerante do Xingu.

Para além de expor réplicas de artefatos selecionados pela carga histórico-cultural, o aplicativo propõe um debate contemporâneo sobre de apropriação cultural, apagamento histórico e retomada dos povos originários. 

Para os estudantes do Jurunabots, o conceito de arqueologia vai além dos artefatos em si e se relaciona também “à oralidade, à história e à memória viva do povo Juruna.

“Identificamos como problemática a retirada de objetos das comunidades e a dificuldade de reconhecer a identidade associada a eles e ao não retorno desses materiais ao território de origem, o que enfraquece a memória cultural”, afirmam, ao lembrar o episódio de um manto tupinambá que estava na Dinamarca desde o século 17 e retornou ao Brasil em 2024.

Descrita como “uma maleta educativa”, o Museu Itinerante usa ferramentas de Realidade Aumentada e expressões da língua juruna.

“[O desenvolvimento do aplicativo] traz uma junção para que a gente tenha o fortalecimento do nosso povo, da nossa língua, dos nossos costumes, da nossa tradição. É mostrar ao mundo que nós também podemos estar lado a lado, que os povos indígenas têm capacidade”, disse à reportagem Fernando Juruna, que também é cacique da Aldeia Boa Vista.

“Para nosso povo, os juruna, é mais do que importante, porque, como a gente está em um contexto urbano, já tem muito tempo de contato, mais de 200 anos, é muito feliz, por ser muito forte ainda de manter nossa cultura, nosso dia a dia. E a robótica vem trazer isso, porque não é só robô. Estou aqui em São Paulo, sou do Pará e não deixei de ser indígena. Estou contribuindo com os demais.”

 





Fonte: Agência Brasil

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Professora sofre ferimentos durante ataque a uma escola em Suzano

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Uma professora foi ferida no começo da tarde desta terça-feira (7) na Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Ignez de Castro Almeida Mayer, na cidade de Suzano (SP), após atuar para impedir o acesso de um jovem de 18 anos a uma sala de aula. A EMEF atende o ensino fundamental I, com salas do primeiro até o quinto ano.

O agressor pulou o muro da escola às 13h27. Cerca de um minuto depois uma agente escolar acionou um aplicativo de alerta, do tipo botão do pânico. A Polícia Militar chegou ao local às 13h32, quatro minutos após o acionamento, sendo seguida pelo apoio da Guarda Civil Municipal (GCM). O suspeito foi contido rapidamente pelo agente de Segurança Escolar, evitando consequências mais graves.

Apesar da resposta rápida o agressor conseguiu ferir uma professora, não identifica pela escola. A docente bloqueou sua entrada em uma sala de aula segurando uma porta e sofreu ferimentos na mão. A prefeitura informou que ela foi socorrida ao Hospital Santa Maria e está em estado de saúde estável.

O agressor foi encontrado ferido pela polícia e levado pelo SAMU para atendimento. De acordo com a prefeitura seus ferimentos foram auto infligidos. Não há informações sobre a motivação dos ataques.

“Como medida preventiva, os alunos foram dispensados com segurança, e todas as famílias estão sendo devidamente informadas. Ressalta-se que todos os protocolos de segurança foram seguidos, incluindo o fechamento imediato das salas e o acionamento das autoridades”, complementou a secretaria de comunicação do município, que está disponibilizando equipes de saúde mental para o acolhimento e atendimento dos profissionais da escola, além de reforçar o suporte à comunidade escolar.

A ocorrência está em registro pela Polícia Civil. O botão de pânico é uma ferramenta municipal, integrada com os plantões da polícia e da guarda civil na cidade, medida adotada e aprimorada após o ataque extenso contra a Escola Estadual Raul Brazil, no município, em 2019.

 




Fonte: Agência Brasil

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MEC abre as adesões de governos à PND e divulga calendário de 2026

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O Ministério da Educação (MEC) abriu o período de abril a maio para novas adesões voluntárias à Prova Nacional Docente (PND) pelas redes públicas de ensino (municipais, estaduais e distrital) para a edição de 2026.

Os governos municipais e estaduais que tiverem interesse em usar a nota obtida pelos candidatos no exame, em seus próprios processos seletivos de professores, já podem aderir à PND diretamente no Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle (Simec), do MEC.

O acesso ao sistema é realizado com login e senha da plataforma Gov.br do dirigente local e sua equipe técnica. Este processo formaliza a adesão à prova nacional com o Ministério da Educação. 

A data final exata para adesão ainda será divulgada pelo MEC.

A prova tem o objetivo de facilitar a contratação para o magistério da educação básica pelas prefeituras e governos estaduais. Isto porque a nota alcançada pelo participante da PND poderá ser usada como etapa única ou complementar de concursos públicos locais ou processos seletivos simplificados para admissão de professores.

>>> Confira o tutorial com o passo a passo, desde o acesso ao sistema Simec e até o preenchimento do termo de adesão à Prova Nacional Docente (PND) do MEC.

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Adesões anteriores

O governo federal também dispensou de assinar novos termos de adesão com o Ministério da Educação (MEC) as redes municipais, estaduais e do Distrito Federal que já formalizaram a adesão à PND em 2025.

No entanto, os secretários de educação ou dirigentes municipais cadastrados destas localidades deverão manifestar o interesse em usar novamente a nota da PND, por meio do mesmo sistema oficial.

As regras foram estabelecidas na portaria do MEC  publicada nesta segunda-feira (6).

No ano passado, 1.508 municípios e 22 estados aderiram à PND e, agora, não precisam de um novo contrato.

Pela nova norma, a adesão feita a partir de 2025 será por prazo indeterminado e poderá ser cancelada se o gestor local de educação desejar. A solicitação de cancelamento também deverá ser via Simec.

Cronograma geral

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) também divulgou, nesta segunda-feira (6), o calendário geral da PND neste ano. Os prazos oficiais ainda serão estabelecidos pelo governo federal.

A PND é a mesma avaliação teórica do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas.

Após o período de novas adesões de gestores das secretarias de educação de estados e municípios e também da renovação de interesse por aqueles entes federados que aderiram à PND em 2025, Ministério da Educação deverá publicar – no Diário Oficial da União e em sua página eletrônica – a lista dos que aderiram à prova.

A previsão é até junho. Anualmente, essa divulgação ocorre antes do período de inscrições dos participantes na PND. Em 2026, o período de inscrição dos candidatos será de 15 a 26 junho.

A prova chamada de Enem dos Professores será realizada em 20 de setembro, conforme o calendário do Enade das Licenciaturas.

Os resultados finais da PND 2026 serão conhecidos em dezembro. 

Enem dos Professores

O exame chamado de “Enem dos Professores” é realizado anualmente pelo Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A aplicação é descentralizada em todas as 27 unidades da federação.

A PND não gera um banco de candidatos para a rede de ensino, não é possível fazer uma consulta geral dos inscritos na PND ou obter uma lista de participantes.

A prova nacional não substitui o processo de seleção da rede de ensino, que deverá publicar edital próprio, com vagas, cargos, prazos e critérios de ingresso. 

A rede só acessa as notas quando informa os números do Cadastro de Pessoa Física (CPF) dos candidatos.

Os resultados de cada edição do exame têm validade de três anos.

 



Fonte: Agência Brasil

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Unifesp inicia atividades de centro de diagnóstico molecular

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A Unifesp iniciou neste mês de abril a operação do Laboratório Interdisciplinar de Multiômica Espacial, com atuação voltada para o diagnóstico do câncer e apoio a pesquisas envolvendo oncologia, imunologia e neurociências, por meio de análise de tecidos humanos.

Utilizando uma plataforma de análise multiômica, que consiste em um equipamento composto de dois módulos, chamados GeoMx e nCounter, o equipamento permite entender o funcionamento das estruturas moleculares dos tecidos. Dessa forma é possível observar a amostra de um tecido com câncer e entender alterações no DNA das células, mesmo se for considerado um “pedaço” muito pequeno.

“É um avanço considerável na capacidade de avaliação de um câncer. O diagnóstico passa a ser pessoal, avaliando estruturas presentes em cada paciente, de forma rápida e detalhada. Isso permite uma resposta terapêutica que também é pessoal”, explica a professora Soraya Smaili, do Departamento de Farmacologia da Escola Paulista de Medicina da Unifesp. 

O laboratório se torna o primeiro centro avançado de pesquisa e diagnóstico molecular público no país, trabalhando de maneira integrada. Inicialmente são 27 projetos de pesquisa atuando com os equipamentos, o que permite treinamento avançado em pesquisa e avanços consistentes em projetos. Neste primeiro momento, serão atendidos pesquisadores da própria Unifesp, da USP, da Santa Casa de São Paulo, do Icesp e dos hospitais São Camilo e A.C. Camargo, instituições privadas de ponta da capital.

O grande diferencial desse centro é a oferta de tecnologia avançada que, atualmente, ainda não está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para o diagnóstico de câncer, focando na avaliação de marcadores genômicos específicos. Com isso é possível atuar em mapeamento específico de pequenas variações, por exemplo, em células sanguíneas, o que acelera o entendimento sobre a doença.

Um paciente com histórico de câncer agressivo na família pode, por exemplo, iniciar o tratamento muito antes da possibilidade da coleta de uma biópsia, aumentando a possibilidade de sucesso contra cânceres raros e de evolução rápida, como os de pâncreas e pulmão por exemplo. “Além disso, aumenta consideravelmente as chances de cura e a sobrevida dos indivíduos diagnosticados, ao mesmo tempo em que reduz as probabilidades de desenvolvimento de metástases e outras complicações graves decorrentes da patologia”, explica Janete Cerruti, pesquisadora e professora da Unifesp e uma das coordenadoras do projeto.

”Sem dúvida, a maior conquista de todo esse esforço será a instalação e o funcionamento pleno do laboratório, que, esperamos, se torne um centro de referência em pesquisa aliada ao diagnóstico genômico e molecular”, complementa Smaili. 

Marcadores específicos 

Segundo as pesquisadoras, enquanto o diagnóstico convencional de câncer é feito por meio de exames clínicos, complementados por uma biópsia do tumor para avaliação por um médico patologista, o teste genômico adota uma abordagem mais detalhada e procura biomarcadores moleculares específicos para cada tipo de câncer, como a presença dos genes BRCA1/BRCA2, cruciais para o câncer de mama, ou mutações no gene BRAF, associadas ao câncer de pele. Essas pistas indicam se há alteração e qual a condição de desenvolvimento, mostrando por exemplo se há células em metástase.

O laboratório é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), com investimento inicial de R$ 5 milhões, e busca convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS), o que permitirá atendimento direto à rede pública de saúde, atuando em sinergia com outros hospitais – a Unifesp já tem papel importante na saúde pública com o Hospital São Paulo, referência no atendimento de alta complexidade na capital. 

A equipe multidisciplinar, coordenada pela professora Soraya Smaili, conta com a colaboração de renomados especialistas como Miriam Galvonas Jasiulionis, Janete Cerutti, Rui Maciel, Michelle Samora, Angela Waitzberg, Lucas Leite, Adolfo G Erustes, bem como diversos pesquisadores que apoiaram a proposta da Fapesp, que já conta com 17 pesquisadores associados.



Fonte: Agência Brasil

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