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Macron pede que Attal continue no cargo para ‘garantir a estabilidade do país’

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Após fracasso da sua aposta de antecipar as eleições legislativas, o presidente francês anunciou que, antes de nomear um novo premiê, vai esperar para ver como estará ‘estruturada’ a Assembleia Nacional, em 18 de julho

LUDOVIC MARIN / POOL / AFPGabriel Attal
Premiê afirmou que deixaria o cargo por causa do resultado das eleições legislativas no país

O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu nesta segunda-feira (8) ao seu primeiro-ministro, Gabriel Attal, que continue no cargo “por enquanto” para manter a credibilidade da França, depois do fracasso da sua aposta de antecipar as eleições para desbloquear a situação política. O presidente de centro-direita chocou a França com a antecipação inesperada das eleições legislativas após a vitória da extrema direita nas eleições europeias de 9 de junho, visando pedir um “esclarecimento político” aos eleitores. Os eleitores responderam concedendo uma nova relação de forças aos três blocos surgidos das eleições de 2022: esquerda, centro-direita e extrema direita. No entanto, nenhum alcançou a maioria absoluta de 289 deputados. A coalizão de esquerda Nova Frente Popular (NFP) obteve entre 190 e 195 deputados, seguida pela aliança de centro-direita de Macron (pelo menos 160) e pelo partido de extrema direita Reagrupamento Nacional (RN) e seus aliados (143). Estes resultados e os vetos cruzados entre o partido no poder e A França Insubmissa (LFI), ala radical e principal partido do NFP, complicam a formação de um novo governo, 18 dias antes dos Jogos Olímpicos de Paris. Diante da incerteza, o presidente pediu ao seu primeiro-ministro, Gabriel Attal, que apresentou a sua renúncia, que continue no cargo “por enquanto” para “garantir a estabilidade”.

Os líderes de esquerda garantiram, no entanto, que estão prontos para governar e o líder do Partido Socialista, Olivier Faure, defendeu que o NFP apresente um candidato a primeiro-ministro “ao longo da semana”, escolhido “por consenso ou por voto”. Mas para permanecerem no poder precisam de uma maioria e, dentro desta coalizão que vai desde social-democratas até anticapitalistas, os seus membros discordam sobre possíveis alianças parlamentares. O líder da LFI, Jean-Luc Mélenchon, cristaliza algumas das tensões. Embora a possibilidade de ser primeiro-ministro gere rejeição, a deputada Mathilde Panot ressaltou que ele não está “de forma alguma desqualificado”. “Teremos que nos comportar como adultos”, alertou no domingo Raphaël Glucksmann, símbolo da ala social-democrata do NFP, para quem o “diálogo” é “uma mudança de cultura política” em uma França desacostumada ao parlamentarismo. O partido de direita Os Republicanos (LR), que conseguiu manter cerca de 60 deputados depois de uma parte ter feito um acordo com a extrema direita, já garantiu que “não haverá coalizão nem compromisso” de sua parte.

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“Nem esperanças, nem ilusões”

Depois de uma campanha tensa, na qual Macron acusou a LFI de ser “antissemita” e “antiparlamentar”, a sua aliança prefere uma coalizão de forças “republicanas”, sem o RN ou o partido de Mélenchon. O programa do NFP também inclui várias linhas vermelhas para a aliança governante e a direita, como a revogação da impopular reforma da Previdência de 2023 e a aprovação de um imposto sobre grandes fortunas. Em meio ao limbo político, o ministro da Economia, Bruno Le Maire, alertou contra o risco de “crise financeira” e “declínio econômico”, e a principal associação patronal francesa, Medef, pediu ao próximo governo “uma política econômica clara e estável”. A Bolsa de Paris fechou nesta segunda-feira (8) com queda de 0,63%. Mas um novo governo ainda pode levar algum tempo para chegar. Macron anunciou que, antes de nomear um novo primeiro-ministro, vai esperar para ver como estará “estruturada” a Assembleia Nacional (câmara baixa), que será instalada em 18 de julho. Isolada e derrotada graças à “frente republicana” que a esquerda e a aliança governista teceram no segundo turno, a extrema direita poderá se tornar a principal força de oposição.

“A maré está subindo. Desta vez não subiu o suficiente, mas continua a subir e, como resultado, a nossa vitória apenas foi adiada”, alertou a sua líder, Marine Le Pen, que espera tornar-se presidente da França em 2027. O seu protegido Jordan Bardella, que foi projetado como primeiro-ministro, presidirá o novo grupo de extrema direita no Parlamento Europeu, “Patriotas pela Europa”, lançado pelo primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán. As eleições foram acompanhadas de perto fora da França, especialmente quando esta potência nuclear e a segunda maior economia da UE é uma das forças motrizes da integração europeia e uma aliada da Ucrânia na sua guerra contra a Rússia. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, comemorou que a França “rejeitou o extremismo”. A Presidência russa disse não ter “nem esperanças nem ilusões” sobre uma melhoria nas relações com Paris.

Publicado por Luisa Cardoso

*Com informações da AFP





Fonte: Terra

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PND 2026: professores poderão se inscrever a partir de 15 de junho

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As pessoas com formação em licenciatura que queiram lecionar em escolas da rede pública poderão se inscrever na Prova Nacional Docente (PND) de 2026, entre os dias 15 e 26 junho. O exame será aplicado no dia 20 de setembro. 

Os estudantes concluintes dos cursos de licenciaturas que tenham interesse em participar da PND deverão fazer a inscrição no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas, conforme edital a ser divulgado pelo Inep.

O cronograma das provas foi divulgado nesta segunda-feira (6) pelo Ministério da Educação (MEC).  

A prova nacional tem o objetivo de facilitar a contratação para o magistério da educação básica pelas prefeituras e governos estaduais. A nota alcançada pelo participante da PND poderá ser usada como etapa única ou complementar de concursos públicos locais ou processos seletivos simplificados para admissão de professores.

Adesão das secretarias de educação  

Os governos locais interessados em usar os resultados da PND em seus próprios processos seletivos de professores devem formalizar a adesão com o MEC. A data final exata em maio para adesão ainda será divulgada pelo Ministério.

As redes de ensino municipais, estaduais e distrital que formalizaram adesão à PND em 2025 devem apenas renovar interesse em usar a nota da prova. 

Após o período de adesões de gestores das secretarias de educação de estados e municípios, o Ministério da Educação deverá publicar a lista dos que aderiram à prova.

Assinado o termo de adesão, os estados e municípios devem publicar um edital próprio de concurso ou de processo seletivo que deve dizer claramente que aproveitará a nota da Prova Nacional Docente como critério de classificação/seleção.

Enem dos Professores

O chamado de “Enem dos Professores” é realizado anualmente pelo Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A aplicação é descentralizada em todas as 27 unidades da federação.

Todos os anos, a PND adota a avaliação teórica do Enade das Licenciaturas.

A PND não gera um banco de candidatos para a rede de ensino, não é possível fazer uma consulta geral dos inscritos na PND ou obter uma lista de participantes.

A prova nacional não substitui o processo de seleção da rede de ensino, que deverá publicar edital próprio, com vagas, cargos, prazos e critérios de ingresso.



Fonte: Agência Brasil

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Professora sofre ferimentos durante ataque a uma escola em Suzano

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Uma professora foi ferida no começo da tarde desta terça-feira (7) na Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Ignez de Castro Almeida Mayer, na cidade de Suzano (SP), após atuar para impedir o acesso de um jovem de 18 anos a uma sala de aula. A EMEF atende o ensino fundamental I, com salas do primeiro até o quinto ano.

O agressor pulou o muro da escola às 13h27. Cerca de um minuto depois uma agente escolar acionou um aplicativo de alerta, do tipo botão do pânico. A Polícia Militar chegou ao local às 13h32, quatro minutos após o acionamento, sendo seguida pelo apoio da Guarda Civil Municipal (GCM). O suspeito foi contido rapidamente pelo agente de Segurança Escolar, evitando consequências mais graves.

Apesar da resposta rápida o agressor conseguiu ferir uma professora, não identifica pela escola. A docente bloqueou sua entrada em uma sala de aula segurando uma porta e sofreu ferimentos na mão. A prefeitura informou que ela foi socorrida ao Hospital Santa Maria e está em estado de saúde estável.

O agressor foi encontrado ferido pela polícia e levado pelo SAMU para atendimento. De acordo com a prefeitura seus ferimentos foram auto infligidos. Não há informações sobre a motivação dos ataques.

“Como medida preventiva, os alunos foram dispensados com segurança, e todas as famílias estão sendo devidamente informadas. Ressalta-se que todos os protocolos de segurança foram seguidos, incluindo o fechamento imediato das salas e o acionamento das autoridades”, complementou a secretaria de comunicação do município, que está disponibilizando equipes de saúde mental para o acolhimento e atendimento dos profissionais da escola, além de reforçar o suporte à comunidade escolar.

A ocorrência está em registro pela Polícia Civil. O botão de pânico é uma ferramenta municipal, integrada com os plantões da polícia e da guarda civil na cidade, medida adotada e aprimorada após o ataque extenso contra a Escola Estadual Raul Brazil, no município, em 2019.

 




Fonte: Agência Brasil

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MEC abre as adesões de governos à PND e divulga calendário de 2026

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O Ministério da Educação (MEC) abriu o período de abril a maio para novas adesões voluntárias à Prova Nacional Docente (PND) pelas redes públicas de ensino (municipais, estaduais e distrital) para a edição de 2026.

Os governos municipais e estaduais que tiverem interesse em usar a nota obtida pelos candidatos no exame, em seus próprios processos seletivos de professores, já podem aderir à PND diretamente no Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle (Simec), do MEC.

O acesso ao sistema é realizado com login e senha da plataforma Gov.br do dirigente local e sua equipe técnica. Este processo formaliza a adesão à prova nacional com o Ministério da Educação. 

A data final exata para adesão ainda será divulgada pelo MEC.

A prova tem o objetivo de facilitar a contratação para o magistério da educação básica pelas prefeituras e governos estaduais. Isto porque a nota alcançada pelo participante da PND poderá ser usada como etapa única ou complementar de concursos públicos locais ou processos seletivos simplificados para admissão de professores.

>>> Confira o tutorial com o passo a passo, desde o acesso ao sistema Simec e até o preenchimento do termo de adesão à Prova Nacional Docente (PND) do MEC.

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Adesões anteriores

O governo federal também dispensou de assinar novos termos de adesão com o Ministério da Educação (MEC) as redes municipais, estaduais e do Distrito Federal que já formalizaram a adesão à PND em 2025.

No entanto, os secretários de educação ou dirigentes municipais cadastrados destas localidades deverão manifestar o interesse em usar novamente a nota da PND, por meio do mesmo sistema oficial.

As regras foram estabelecidas na portaria do MEC  publicada nesta segunda-feira (6).

No ano passado, 1.508 municípios e 22 estados aderiram à PND e, agora, não precisam de um novo contrato.

Pela nova norma, a adesão feita a partir de 2025 será por prazo indeterminado e poderá ser cancelada se o gestor local de educação desejar. A solicitação de cancelamento também deverá ser via Simec.

Cronograma geral

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) também divulgou, nesta segunda-feira (6), o calendário geral da PND neste ano. Os prazos oficiais ainda serão estabelecidos pelo governo federal.

A PND é a mesma avaliação teórica do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas.

Após o período de novas adesões de gestores das secretarias de educação de estados e municípios e também da renovação de interesse por aqueles entes federados que aderiram à PND em 2025, Ministério da Educação deverá publicar – no Diário Oficial da União e em sua página eletrônica – a lista dos que aderiram à prova.

A previsão é até junho. Anualmente, essa divulgação ocorre antes do período de inscrições dos participantes na PND. Em 2026, o período de inscrição dos candidatos será de 15 a 26 junho.

A prova chamada de Enem dos Professores será realizada em 20 de setembro, conforme o calendário do Enade das Licenciaturas.

Os resultados finais da PND 2026 serão conhecidos em dezembro. 

Enem dos Professores

O exame chamado de “Enem dos Professores” é realizado anualmente pelo Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A aplicação é descentralizada em todas as 27 unidades da federação.

A PND não gera um banco de candidatos para a rede de ensino, não é possível fazer uma consulta geral dos inscritos na PND ou obter uma lista de participantes.

A prova nacional não substitui o processo de seleção da rede de ensino, que deverá publicar edital próprio, com vagas, cargos, prazos e critérios de ingresso. 

A rede só acessa as notas quando informa os números do Cadastro de Pessoa Física (CPF) dos candidatos.

Os resultados de cada edição do exame têm validade de três anos.

 



Fonte: Agência Brasil

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