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Internacional

Tempestade Goretti: nevascas cancelam centenas de voos na Europa

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A Europa atravessa uma onda de mau tempo, essencialmente com neve e muito vento, no momento em que a tempestade Goretti atinge, nesta quarta-feira (6), a costa atlântica do continente.

Na Holanda, a nevasca levou ao cancelamento de 800 voos programados para hoje no Aeroporto Schiphol, em Amsterdã. É o sexto dia consecutivo de interrupções em um dos aeroportos mais movimentados da Europa.

Mais de mil pessoas passaram a noite em Schiphol, que informou ter colocado camas nas instalações e oferecido um pequeno almoço aos viajantes obrigados a dormir no aeroporto.

O tráfego ferroviário também está severamente afetado. A empresa ferroviária nacional holandesa, a NS, aconselha os passageiros a adiarem suas viagens, a menos que sejam absolutamente necessárias.

As autoridades da Holanda pediram à população para trabalhar de casa (homeoffice), se possível. Por volta das 5h desta quarta-feira (horário de Brasília), as estradas do país registravam mais de 700 quilômetros de congestionamentos.

De acordo com a agência de notícias holandesa ANP, já nevou durante mais tempo este ano em De Bilt, onde são realizados estudos meteorológicos, do que nos quatro anos anteriores juntos.

Em Bruxelas, dezenas de voos foram cancelados. O descongelamento das pistas e das asas das aeronaves também está causando atrasos.

Além disso, há registro de comboios belgas parados na fronteira holandesa.

França 

Um forte nevasca caiu nesta madrugada também em Paris, com os aeroportos da capital francesa cancelando centenas de voos. Os serviços de ônibus da capital francesa foram suspensos nesta quarta-feira devido à neve.

O território francês está sob aviso laranja devido às baixas temperaturas. A agência meteorológica francesa Meteo France alertou que as nevascas deverão estender-se pelo Norte do país ainda nesta quarta-feira.

As autoridades proibiram a circulação de caminhões e ônibus escolares em cerca de um terço dos departamentos administrativos, a maioria na região norte.

A autoridade de aviação civil francesa pediu às companhias aéreas que reduzissem 40% dos voos no principal aeroporto internacional de Paris, o Roissy-Charles de Gaulle, e 25% por cento dos voos no aeroporto de Orly.

Para quinta e sexta-feira prevê-se que o sul do Reino Unido seja a região mais afetada da Europa. O britânico Met Office explicou que os alertas de gelo vão permanecer na Escócia, mas serão suspensos no final desta manhã na maior parte da Inglaterra e do País de Gales.




Fonte: Agência Brasil

Internacional

Assembleia Nacional da Venezuela anuncia libertação de presos

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O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, anunciou, nesta quinta-feira (8), a libertação de venezuelanos e estrangeiros que estavam presos. Não foi informado o número de pessoas que foram soltas.

“O governo bolivariano, junto com as instituições do Estado, decidiu colocar em liberdade um número importante de pessoas venezuelanas e estrangeiras. Esses processos de soltura estão ocorrendo desde este momento. Considere-se esse gesto do governo bolivariano de ampla intenção de busca pela paz”, disse Rodríguez, que é irmão da presidenta interina Delcy Rodríguez.

Segundo Jorge Rodríguez, este é um gesto unilateral, que faz parte da estratégia de consolidar a convivência e busca fortalecer a união nacional contra as agressões externas sofridas recentemente.

O presidente da Assembleia Nacional informou que o governo não tem conversas com setores extremistas, que negam a política, apenas com instituições e partidos que respeitam a Constituição venezuelana.

Nessa quarta-feira (7), a presidenta interina Delcy Rodríguez, em reunião com ministérios do governo, afirmou que a linha de ação para garantir a estabilidade do país passa pelo resgate do presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, sequestrados pelos Estados Unidos no sábado (3).

A presidenta interina ainda destacou que é preciso preservar a paz territorial e manter o governo democrático diante da agressão estrangeira. Delcy Rodríguez também disse que a unidade das forças revolucionárias venezuelanas é indispensável para a continuidade do projeto bolivariano, inaugurado pelo ex-presidente Hugo Chávez.

*Com informações da Telesur



Fonte: Agência Brasil

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Internacional

Senado dos EUA aprova resolução para barrar Trump contra Venezuela

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O Senado dos Estados Unidos (EUA) aprovou, nesta quinta-feira (8), uma resolução que determina a interrupção do uso da força contra a Venezuela sem autorização expressa do Congresso Nacional.

“Esta resolução conjunta orienta o Presidente a cessar o uso das Forças Armadas dos EUA em hostilidades dentro ou contra a Venezuela, a menos que uma declaração de guerra ou autorização para o uso da força militar para tal fim tenha sido promulgada”, diz o documento aprovado.

Apresentada pelo senador democrata Tim Kaine, a resolução foi aprovada por 52 votos contra 47, tendo recebido o apoio de cinco senadores republicanos, do partido do presidente Donald Trump. Já um senador republicano não votou.

O texto, porém, precisa ser novamente aprovado pelos senadores e deve passar ainda pela Câmara dos Representantes dos EUA, com maioria de republicanos. A resolução ainda precisaria vencer um provável veto do presidente Donald Trump para entrar em vigor.

Ao justificar a resolução, o senador democrata Kaine disse que apoia o sequestro do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, mas defendeu que novas ações tenham autorização legislativa.

“As declarações do presidente de que os EUA governarão a Venezuela por anos deixam claro: seus planos vão muito além de Maduro. Isso significa que o Congresso precisa se manifestar”, destacou Kaine antes da votação.

A oposição argumenta que a invasão da Venezuela foi ilegal uma vez que a Constituição dos EUA exige aprovação do Parlamento para declaração de guerras.

A senadora republicana Susan Collins disse que, apesar de apoiar a captura de Maduro, ela deseja afirmar o poder do Parlamento de autorizar ou limitar qualquer futura atividade militar na Venezuela.

“Não apoio o envio de mais forças americanas ou qualquer envolvimento militar de longo prazo na Venezuela ou na Groenlândia sem autorização específica do Congresso. A resolução que apoiei hoje não inclui nenhuma menção à operação de retirada. Em vez disso, reafirma a capacidade do Congresso de autorizar ou limitar qualquer atividade militar prolongada futura na Venezuela”, disse a parlamentar em comunicado oficial.

Ao ser questionado sobre o tema após a invasão da Venezuela, o secretário do Departamento de Estado dos EUA, Marco Rubio, havia argumentando que a invasão não seria uma guerra, mas apenas a prisão de duas pessoas. Na ação, Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram sequestrados por militares estadunidenses.

Trump reage

Ao comentarm  em uma rede social,  aprovação da resolução, o presidente dos EUA disse que os republicanos deveriam se envergonhar dos senadores que votaram com os democratas para privar o poder de “lutar e defender os EUA”. Trump disse que esses parlamentares “jamais deveriam ser eleitos novamente”.

“Essa votação prejudica gravemente a autodefesa e a segurança nacional americanas, impedindo a autoridade do presidente como comandante-em-chefe. De qualquer forma, e apesar da ‘estupidez’ deles, a Lei dos Poderes de Guerra é inconstitucional, violando totalmente o Artigo II da Constituição, como todos os presidentes e seus respectivos Departamentos de Justiça já determinaram antes de mim”, disse.



Fonte: Agência Brasil

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Internacional

Macron diz que vai votar contra acordo entre União Europeia e Mercosul

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O presidente francês Emmanuel Macron declarou em suas redes sociais nesta quinta-feira (8) que votará contra a assinatura do acordo de livre comércio entre União Europeia e Mercosul.

“A França decidiu votar contra a assinatura do acordo entre a União Europeia e os países do Mercosul”, escreveu o político. E continuou: “A França apoia o comércio internacional, mas o acordo EU-Mercosul está desatualizado, negociado por muito tempo em termos obsoletos [mandato de 1999]. Embora a diversificação comercial seja necessária, os benefícios econômicos do acordo EU-Mercosul serão limitados para o crescimento francês e europeu”.

A França se opõe ao acordo há bastante tempo. O governo local sofre uma forte pressão, principalmente dos agricultores franceses, que rejeitam totalmente a parceria com o bloco sul-americano, temendo a concorrência.

Macron levará sua decisão à reunião de Conselho da União Europeia, que acontece nesta sexta (9), em Bruxelas.

Além da França, Irlanda, Polônia e Hungria também são contra o acordo. Alemanha e Espanha são favoráveis à assinatura. A Itália ainda não se definiu, mas indicou que deve apoiar.

A assinatura do documento pode ocorrer na próxima semana.



Fonte: Agência Brasil

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