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Brasil

5 benefícios do colágeno para a saúde

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Descubra como essa proteína contribui de forma positiva para articulações, ossos, digestão e pele

O colágeno é fundamental para a saúde da pele, dos ossos, do cabelo e das unhas, sendo um aliado essencial para um envelhecimento saudável O colágeno é fundamental para a saúde da pele, dos ossos, do cabelo e das unhas, sendo um aliado essencial para um envelhecimento saudável Imagem: Svittlana | Shutterstock

O colágeno é uma proteína estrutural que compõe grande parte dos tecidos do corpo humano, incluindo pele, ossos, tendões, cartilagens e ligamentos. Ele é essencial para a manutenção da firmeza e elasticidade da pele, bem como para a integridade e resistência das articulações e ossos. Além disso, auxilia na cicatrização de feridas e no fortalecimento das unhas e cabelos.

Apesar de muitas pessoas associarem o colágeno apenas a questões estéticas, ele é fundamental para o funcionamento de todo o corpo. Disponível em pó, cápsula ou alimentos, o colágeno se mostra essencial para um envelhecimento saudável.

“Hoje, nossa expectativa de vida é completamente diferente da de nossos pais e avós. Por isso, precisamos pensar no longo prazo em relação à nossa saúde. Temos que entender como cada etapa da nossa vida precisará de aliados, seja por meio da suplementação ou de uma alimentação mais equilibrada. Existem muitos produtos que podem contribuir para uma melhor qualidade de vida, e o colágeno entra nessa listagem”, explica Elaine Henzel, especialista em Nutrição Funcional e nutricionista da True Source.

Suplementação de colágeno

Conforme os dados das Tábuas da Mortalidade, desenvolvidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida para as pessoas que nascem no Brasil ficou em 75,5 anos. Viver mais precisa estar associado a ter uma vida melhor.

Com o tempo, a produção de colágeno do nosso organismo sofre uma queda gradual, tornando essencial buscar a ajuda de um profissional para entender como suplementar de maneira adequada, levando em conta as necessidades nutricionais de cada pessoa, para que todos os benefícios sejam absorvidos pelo organismo.

Contudo, não adianta apenas suplementar; é preciso associar isso a uma boa quantidade de horas de sono, ter uma alimentação equilibrada e manter uma rotina de atividades. Elaine Henzel alerta que nenhuma cápsula ou pó fará o milagre sozinho. “É um trabalho conjunto que depende de inúmeros fatores para ter resultado. Não adianta apenas incluir as vitaminas e os minerais na alimentação sem ter uma mudança no estilo de vida”, afirma a especialista.

O colágeno ajuda na saúde das articulações e pode melhorar a mobilidade, bem como reduzir dores na terceira idade Imagem: shurkin_son | Shutterstock

Vantagens do colágeno

O colágeno é uma proteína, e nosso organismo o produz muito bem até os 25 anos. A partir dessa idade, inicia-se a diminuição da produção. Por isso, são relevantes a suplementação e a avaliação de como aumentar a ingestão deste e de outros nutrientes, pensando na qualidade de vida.

Podemos distribuir a contribuição do colágeno no funcionamento do nosso corpo em cinco itens essenciais, que podem ser desdobrados em muitos mais, dependendo de cada caso. Por isso, Elaine Henzel mostra uma lista com os itens essenciais para você avaliar com um profissional de saúde como incluir o colágeno no dia a dia.

1. Articulações fortes e flexíveis

Quantas vezes você ouviu nos últimos meses alguém falando que quer envelhecer bem e ter uma boa mobilidade na terceira idade? Essa é uma pauta que surgiu a partir do que vivenciamos com nossos avós. Hoje, vemos, por exemplo, o reforço sobre a importância da massa muscular para manter a mobilidade, independentemente da idade.

O colágeno será um grande aliado das articulações, contribuindo até para reduzir dores e melhorar a mobilidade. “A principal relação direta é com a saúde das articulações e a questão estética. Depois, vamos descobrindo que o colágeno pode contribuir positivamente com cada parte do nosso corpo”, reforça Elaine Henzel.

2. Ossos densos e resistentes

A osteoporose não é um assunto apenas para pessoas mais velhas, e por isso precisamos entender o papel do colágeno na saúde óssea, pensando em como promover e manter a densidade óssea. Neste caso, existe uma relação com a vitamina D e o cálcio, e a associação com o colágeno é complementar para ter o melhor resultado.

3. Colágeno como aliado da saúde digestiva

Mais um grande benefício do colágeno é favorecer a saúde digestiva, contribuindo para a cicatrização intestinal, reduzindo a inflamação e melhorando a absorção dos nutrientes.

4. Colágeno na prevenção de lesões esportivas

Para os praticantes de atividades físicas, o colágeno pode ser usado para ajudar na prevenção de lesões esportivas, no fortalecimento de tendões, ligamentos e músculos.

5. Saúde da pele, do cabelo e das unhas

Uma pele radiante é resultado de boas horas de sono, uma alimentação equilibrada e uma boa rotina de atividades físicas, associadas a uma dose de colágeno. Isso proporciona os benefícios da proteína para a pele, incluindo a redução de rugas, o aumento da elasticidade e hidratação, além de deixar os cabelos mais brilhantes e as unhas mais fortes.

Por Bianca Custodia





Fonte: Terra

Brasil

Plataforma do BB reduz em 72% perda de comida em escolas públicas

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Uma plataforma digital criada pelo Banco do Brasil (BB) está ajudando prefeituras a reduzir o desperdício de alimentos em escolas públicas. Chamada de BB Alimentação Escolar, a solução usa tecnologia para melhorar o planejamento e o controle da merenda oferecida a estudantes da rede pública.

Desenvolvida em parceria com a Lemobs, empresa que integra o Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a plataforma reúne informações sobre consumo, aceitação das refeições e desperdício. Com base nesses dados, gestores conseguem ajustar cardápios, quantidades e compras, evitando excessos e melhorando a qualidade da alimentação.

O sistema também traz painéis de acompanhamento e ferramentas que auxiliam na tomada de decisão, tornando a gestão mais eficiente e transparente.

Resultados iniciais

Os primeiros testes foram feitos em 15 municípios. Em Belém, onde a solução começou em cinco escolas, os resultados apareceram em poucos meses:

  • 72% menos desperdício de alimentos;
  • 7 toneladas de comida preservadas;
  • cerca de 25 mil refeições aproveitadas;
  • economia de aproximadamente R$ 200 mil;
  • redução de 10 toneladas de emissão de carbono;
  • 2,4 mil alunos beneficiados;
  • 88% de aprovação das refeições.

Impacto nas contas públicas

O planejamento mais preciso evita compras desnecessárias e reduz perdas, gerando economia. Dessa forma, os recursos públicos são utilizados de forma mais eficiente.

A expectativa é que, se adotada em toda a rede de ensino de Belém, a ferramenta possa evitar o desperdício de cerca de 220 toneladas de alimentos por ano e gerar economia superior a R$ 1,2 milhão, beneficiando milhares de estudantes.

Expansão e importância

A solução já está sendo utilizada em outras cidades, como Natal e Valparaíso de Goiás, o que mostra o potencial de expansão para diferentes regiões do país.

Alinhada ao Programa Nacional de Alimentação Escolar, a iniciativa busca melhorar a qualidade da merenda, reduzir desperdícios e fortalecer a gestão pública, combinando tecnologia, economia e impacto social positivo.

Lemobs

A Lemobs é uma empresa brasileira de tecnologia que desenvolve soluções digitais para ajudar governos, principalmente prefeituras, a melhorar a gestão pública. A empresa faz parte do ecossistema de inovação do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Criada com foco em desenvolver tecnologias para “cidades inteligentes”, a empresa atua para modernizar administrações locais, desde a coleta de lixo até a alimentação escolar.



Fonte: Agência Brasil

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Brasil

SP: ato critica uso de escola pública em filme contra Paulo Freire

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Professores, pais de alunos, sindicatos e parlamentares fizeram neste sábado (18), na capital paulista, um ato contra a utilização de uma escola infantil municipal como cenário para a produção de um filme. A obra, da produtora Brasil Paralelo, difama a educação pública e o educador Paulo Freire, patrono da Educação Brasileira. 

A manifestação, uma aula pública, ocorreu na Praça Roosevelt, em frente à Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Patrícia Galvão (Pagu), onde a produtora gravou imagens para o filme Pedagogia do Abandono, ainda não lançado. 

A produtora produz conteúdo para a extrema-direita e já teve parte de seus colaboradores tornados réus em razão da produção de outro filme, A Investigação Paralela: o Caso Maria da Penha. A Justiça do Ceará aceitou denúncia do Ministério Público do estado e tornou dois colaboradores da produtora réus por suspeita de participação em uma campanha de ódio contra Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência doméstica.

“A gente está aqui para dizer que Paulo Freire está presente. Ele está presente nas nossas escolas, nos nossos pensamentos, nos nossos estudos, e não só na EMEI Patrícia Galvão. Ele está presente na cidade toda, no Brasil a fora e fora do Brasil inclusive”, disse a diretora da Emei Patrícia Galvão, Sandra Regina Bouças.

Sandra não deu entrevista à imprensa, mas, em uma carta publicada em suas redes sociais, questionou a produção que utilizou imagens internas da escola. As gravações foram autorizadas pela prefeitura de São Paulo. 

“Identificamos que se trata de um projeto para destruir a educação pública, bem como a imagem de Paulo Freire com identificações muito equivocadas. Será que há, nesta proposição, uma tentativa de contribuir com as ideias de que a terceirização/privatização da Educação Infantil seria a solução para uma educação de qualidade?”.

Na carta, a diretora afirma que soube apenas na véspera das gravações que a produtora seria a Brasil Paralelo. “Na noite anterior à data marcada para a agravação, fomos surpreendidas por um termo de anuência em nome da Brasil Paralelo”, contou.”Era a produtora responsável por vídeos de caráter marcadamente ideológico, em que diversas produções têm por objetivo descaracterizar e objetificar o ensino público pejorativamente”, completou.

A professora da Faculdade de Educação da USP (FEUSP) e educadora popular Denise Carreira afirmou que a produção pretende enfraquecer políticas públicas de cunho social e racial e a agenda de gênero.

““Precisamos estar atentas contra esse absurdo. E defender a escola democrática, a escola que promova uma educação transformadora baseada no pensamento, na trajetória, na ação de Paulo Freire”, acrescentou.

Eduarda Lins, mãe de uma das alunas da escola, fez elogios aos funcionários e criticou a produtora e a prefeitura. “Quando a gente descobre que a nossa prefeitura está disponibilizando um espaço público para uma empresa privada com fins, no mínimo, obscuros, que inclusive está sendo investigada pelo MP, dói no nosso coração”, disse.

Outro lado

A Spcine informou que recebeu o pedido para gravação e, após análise técnica da SP Film Commission, responsável por receber, processar e encaminhar pedidos de filmagem, autorizou as gravações. 

“O procedimento é padrão e foi o mesmo adotado em todas as outras 253 solicitações feitas ao município para essa finalidade até o momento em 2026. Somente no ano passado, foram autorizadas mais de mil gravações”, informou o órgão em nota. A Spcine ressaltou, ainda que a checagem de aspectos legais, como uso de imagem e participação de menores, é de inteira responsabilidade dos produtores.

A Agência Brasil procurou a produtora Brasil Paralelo, mas ainda não recebeu resposta.



Fonte: Agência Brasil

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CNPQ anuncia edital com R$ 120 milhões para bolsas de pesquisas

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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou que publicará ainda em abril a chamada pública do novo Programa de Capacitação Institucional (PCI), modalidade de bolsas direcionada a pesquisadores das 16 unidades de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O ciclo da chamada será de 4 anos, com previsão de R$ 120 milhões oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

A reestruturação do PCI inclui um reajuste médio de 30%, elevando o piso para ao menos R$ 4 mil. A mudança mais importante está na forma de concorrência: as edições anteriores vinculavam as bolsas às instituições, que as distribuíam internamente. Essa edição prevê um regime de ampla concorrência baseado em projetos, que serão propostos pelos servidores e poderão receber até R$ 1,5 milhão, sendo até 10% deste valor para custeio, como material de consumo, serviços de terceiros, passagens e diárias.

Para este ciclo, uma mesma instituição passa a poder abrigar vários projetos de pesquisa simultâneos, submetidos por proponentes distintos e validados institucionalmente.

O processo de prestação de contas será anual. Os bolsistas passarão a ter, ainda, permissão explícita para atuar em empresas de base tecnológica (startups) instaladas em ambientes de inovação, como incubadoras e parques tecnológicos.

Historicamente o programa contempla desde o nível técnico até o de pós-doutorado e é responsável por agregar recursos humanos temporários às instituições.

O CNPq irá realizar um webinário explicativo para tirar dúvidas sobre as novas regras e o preenchimento de propostas na Plataforma Integrada Carlos Chagas, após o lançamento do edital.



Fonte: Agência Brasil

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