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5 dicas para decorar sua cozinha no estilo provençal

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Veja como adotar estilo que valoriza o charme rústico da arquitetura francesa antiga

O estilo provençal é elegante e acolhedor para a cozinha O estilo provençal é elegante e acolhedor para a cozinha Projeto: Danyela Corrêa Arquitetura e Interiores | Imagem: Erika Waldmann

O estilo provençal, inspirado na região da Provença, no sul da França, é definido pelo charme rústico e pela elegância acolhedora, com tons suaves e cores claras que evocam a paisagem bucólica e romântica. Este estilo também incorpora traços da arquitetura francesa dos séculos XVI e XVII, caracterizados por móveis desgastados, tecidos florais delicados e detalhes em ferro forjado. 

“Uma cozinha provençal é composta por elementos que fazem uma alusão à atmosfera natural e à essência tão aconchegante encontrada nas residências francesas da época. E o desejo de experimentar essas sensações faz com ela siga perene no imaginário das pessoas que desejam adotar esse estilo aos seus projetos”, afirma a arquiteta Danyela Corrêa, à frente do escritório homônimo.

Elementos sutis como a marcenaria com as portas “almofadadas”, puxadores de ferro, prateleiras abertas, mão francesa, plantas, louças e móveis antigos ganham notoriedade e contribuem para reforçar essa linguagem decorativa. A seguir, confira dicas de decoração para adaptar ou criar a cozinha no estilo provençal!

1. Escolha dos acabamentos

Os acabamentos devem ser escolhidos de forma cuidadosa Projeto: Danyela Corrêa Arquitetura e Interiores | Imagem: Erika Waldmann

Segundo a profissional, a seleção dos materiais precisa ser cuidadosa, priorizando insumos de longa durabilidade e aparência rústica. Afinal, o provençal busca emular o encanto de uma casa do interior. Ainda de acordo com ela, o projeto também pede atenção ao detalhamento da marcenaria com as portas de armários e frentes da marcenaria com o desenho característico desse perfil de cozinha.

“No equilíbrio do qual nunca podemos nos descuidar, considero importante pontuar que o provençal não é tão indicado para cozinhas pequenas, uma vez que esses detalhes podem resultar em poluição visual. No décor de interiores, nem tudo convém”, adverte Danyela Corrêa.

2. Armários

Os armários podem ser esculpidos e ter uma aparência envelhecida Projeto: Danyela Corrêa Arquitetura e Interiores | Imagme: Erika Waldmann

A marcenaria de uma cozinha provençal é caracterizada pelas molduras, acabamentos pintados ou patinados que conferem uma aparência de móvel envelhecido, além de detalhes esculpidos. A arquiteta enfatiza a importância de considerar a dobradinha entre aquilo que é atraente e funcional e, para tanto, sugere o MDF como material resistente e duradouro com os puxadores clássicos, que podem ser de ferro e nos formatos de bolinha ou concha.

Complementando a marcenaria, a profissional recomenda a instalação de prateleiras abertas para a exibição de louças decorativas e elementos de porcelana. “A decoração também pode incluir arranjos de flores”, aconselha. No mobiliário, mesas de madeira maciça com acabamento desgastado, cadeiras com detalhes em palha e tecidos com padrões florais ou listrados são outras sugestões que acrescentam um toque de charme e história ao ambiente.

3. Iluminação

A luz natural desempenha um papel importante na decoração provençal Projeto: Danyela Corrêa Arquitetura e Interiores | Imagem: Divulgação

Para dar vida a um ambiente com um toque clássico, a iluminação desempenha um papel primordial. Assim, a arquiteta ressalta a importância da luz natural, que deve ser valorizada no projeto e, no que se refere à iluminação artificial, luminárias de estilo retrô são boas pedidas. “Pendentes de ferro forjado ou cobre, candelabros e arandelas de parede com acabamentos envelhecidos são ótimas escolhas para complementar esse estilo”, detalha.

Contudo, não se deve negligenciar a iluminação geral. Danyela Corrêa salienta a necessidade de pontos de luz direcionados em áreas de trabalho como bancadas e fogão para assegurar funcionalidade e uma cozinha aconchegante.

4. Paleta de cores

A paleta de cores deve ser em tons suaves e naturais Projeto: Danyela Corrêa Arquitetura e Interiores | Imagem: Divulgação

Tons pastel, suaves e naturais são predominantes em uma cozinha provençal e, dentro desse universo, ela destaca branco, creme, azul-claro e verde-oliva como as cores mais populares. “Essas tonalidades ajudam a criar uma atmosfera tranquila e acolhedora, refletindo a beleza natural do campo”, explica.

Todavia, o design de interiores contemporâneo pode incorporar cores mais vibrantes. “O mix com tonalidades intensas adiciona um toque moderno ao ambiente, sem comprometer a graça do provençal”, determina Danyela Corrêa.

5. Combinando elementos clássicos e arquitetura contemporânea

O maior desafio ao projetar uma cozinha provençal é harmonizá-la com o estilo contemporâneo da arquitetura de interiores. Enquanto o design moderno valoriza o minimalismo e a simplicidade, com foco reduzido em adornos e detalhes, a cozinha provençal é rica em elementos decorativos. Como, então, encontrar um meio-termo entre essas abordagens?

“Os projetos de arquitetura precisam encontrar o meio-termo entre o antigo e o novo. Isso pode ser feito por meio da incorporação de eletrodomésticos modernos de maneira discreta, mantendo o estilo provençal nos armários e decoração”, explica a arquiteta.

Outra recomendação é usar cores que remetem à madeira – dica que equaliza a integração dos estilos. Nos revestimentos, pisos de porcelanato e bancadas de quartzo são materiais em alta na arquitetura, proporcionando um toque moderno sem perder a essência rústica da cozinha.

Por Alexandre Agassi





Fonte: Terra

Brasil

Plataforma do BB reduz em 72% perda de comida em escolas públicas

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Uma plataforma digital criada pelo Banco do Brasil (BB) está ajudando prefeituras a reduzir o desperdício de alimentos em escolas públicas. Chamada de BB Alimentação Escolar, a solução usa tecnologia para melhorar o planejamento e o controle da merenda oferecida a estudantes da rede pública.

Desenvolvida em parceria com a Lemobs, empresa que integra o Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a plataforma reúne informações sobre consumo, aceitação das refeições e desperdício. Com base nesses dados, gestores conseguem ajustar cardápios, quantidades e compras, evitando excessos e melhorando a qualidade da alimentação.

O sistema também traz painéis de acompanhamento e ferramentas que auxiliam na tomada de decisão, tornando a gestão mais eficiente e transparente.

Resultados iniciais

Os primeiros testes foram feitos em 15 municípios. Em Belém, onde a solução começou em cinco escolas, os resultados apareceram em poucos meses:

  • 72% menos desperdício de alimentos;
  • 7 toneladas de comida preservadas;
  • cerca de 25 mil refeições aproveitadas;
  • economia de aproximadamente R$ 200 mil;
  • redução de 10 toneladas de emissão de carbono;
  • 2,4 mil alunos beneficiados;
  • 88% de aprovação das refeições.

Impacto nas contas públicas

O planejamento mais preciso evita compras desnecessárias e reduz perdas, gerando economia. Dessa forma, os recursos públicos são utilizados de forma mais eficiente.

A expectativa é que, se adotada em toda a rede de ensino de Belém, a ferramenta possa evitar o desperdício de cerca de 220 toneladas de alimentos por ano e gerar economia superior a R$ 1,2 milhão, beneficiando milhares de estudantes.

Expansão e importância

A solução já está sendo utilizada em outras cidades, como Natal e Valparaíso de Goiás, o que mostra o potencial de expansão para diferentes regiões do país.

Alinhada ao Programa Nacional de Alimentação Escolar, a iniciativa busca melhorar a qualidade da merenda, reduzir desperdícios e fortalecer a gestão pública, combinando tecnologia, economia e impacto social positivo.

Lemobs

A Lemobs é uma empresa brasileira de tecnologia que desenvolve soluções digitais para ajudar governos, principalmente prefeituras, a melhorar a gestão pública. A empresa faz parte do ecossistema de inovação do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Criada com foco em desenvolver tecnologias para “cidades inteligentes”, a empresa atua para modernizar administrações locais, desde a coleta de lixo até a alimentação escolar.



Fonte: Agência Brasil

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Brasil

SP: ato critica uso de escola pública em filme contra Paulo Freire

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Professores, pais de alunos, sindicatos e parlamentares fizeram neste sábado (18), na capital paulista, um ato contra a utilização de uma escola infantil municipal como cenário para a produção de um filme. A obra, da produtora Brasil Paralelo, difama a educação pública e o educador Paulo Freire, patrono da Educação Brasileira. 

A manifestação, uma aula pública, ocorreu na Praça Roosevelt, em frente à Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Patrícia Galvão (Pagu), onde a produtora gravou imagens para o filme Pedagogia do Abandono, ainda não lançado. 

A produtora produz conteúdo para a extrema-direita e já teve parte de seus colaboradores tornados réus em razão da produção de outro filme, A Investigação Paralela: o Caso Maria da Penha. A Justiça do Ceará aceitou denúncia do Ministério Público do estado e tornou dois colaboradores da produtora réus por suspeita de participação em uma campanha de ódio contra Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência doméstica.

“A gente está aqui para dizer que Paulo Freire está presente. Ele está presente nas nossas escolas, nos nossos pensamentos, nos nossos estudos, e não só na EMEI Patrícia Galvão. Ele está presente na cidade toda, no Brasil a fora e fora do Brasil inclusive”, disse a diretora da Emei Patrícia Galvão, Sandra Regina Bouças.

Sandra não deu entrevista à imprensa, mas, em uma carta publicada em suas redes sociais, questionou a produção que utilizou imagens internas da escola. As gravações foram autorizadas pela prefeitura de São Paulo. 

“Identificamos que se trata de um projeto para destruir a educação pública, bem como a imagem de Paulo Freire com identificações muito equivocadas. Será que há, nesta proposição, uma tentativa de contribuir com as ideias de que a terceirização/privatização da Educação Infantil seria a solução para uma educação de qualidade?”.

Na carta, a diretora afirma que soube apenas na véspera das gravações que a produtora seria a Brasil Paralelo. “Na noite anterior à data marcada para a agravação, fomos surpreendidas por um termo de anuência em nome da Brasil Paralelo”, contou.”Era a produtora responsável por vídeos de caráter marcadamente ideológico, em que diversas produções têm por objetivo descaracterizar e objetificar o ensino público pejorativamente”, completou.

A professora da Faculdade de Educação da USP (FEUSP) e educadora popular Denise Carreira afirmou que a produção pretende enfraquecer políticas públicas de cunho social e racial e a agenda de gênero.

““Precisamos estar atentas contra esse absurdo. E defender a escola democrática, a escola que promova uma educação transformadora baseada no pensamento, na trajetória, na ação de Paulo Freire”, acrescentou.

Eduarda Lins, mãe de uma das alunas da escola, fez elogios aos funcionários e criticou a produtora e a prefeitura. “Quando a gente descobre que a nossa prefeitura está disponibilizando um espaço público para uma empresa privada com fins, no mínimo, obscuros, que inclusive está sendo investigada pelo MP, dói no nosso coração”, disse.

Outro lado

A Spcine informou que recebeu o pedido para gravação e, após análise técnica da SP Film Commission, responsável por receber, processar e encaminhar pedidos de filmagem, autorizou as gravações. 

“O procedimento é padrão e foi o mesmo adotado em todas as outras 253 solicitações feitas ao município para essa finalidade até o momento em 2026. Somente no ano passado, foram autorizadas mais de mil gravações”, informou o órgão em nota. A Spcine ressaltou, ainda que a checagem de aspectos legais, como uso de imagem e participação de menores, é de inteira responsabilidade dos produtores.

A Agência Brasil procurou a produtora Brasil Paralelo, mas ainda não recebeu resposta.



Fonte: Agência Brasil

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CNPQ anuncia edital com R$ 120 milhões para bolsas de pesquisas

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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou que publicará ainda em abril a chamada pública do novo Programa de Capacitação Institucional (PCI), modalidade de bolsas direcionada a pesquisadores das 16 unidades de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O ciclo da chamada será de 4 anos, com previsão de R$ 120 milhões oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

A reestruturação do PCI inclui um reajuste médio de 30%, elevando o piso para ao menos R$ 4 mil. A mudança mais importante está na forma de concorrência: as edições anteriores vinculavam as bolsas às instituições, que as distribuíam internamente. Essa edição prevê um regime de ampla concorrência baseado em projetos, que serão propostos pelos servidores e poderão receber até R$ 1,5 milhão, sendo até 10% deste valor para custeio, como material de consumo, serviços de terceiros, passagens e diárias.

Para este ciclo, uma mesma instituição passa a poder abrigar vários projetos de pesquisa simultâneos, submetidos por proponentes distintos e validados institucionalmente.

O processo de prestação de contas será anual. Os bolsistas passarão a ter, ainda, permissão explícita para atuar em empresas de base tecnológica (startups) instaladas em ambientes de inovação, como incubadoras e parques tecnológicos.

Historicamente o programa contempla desde o nível técnico até o de pós-doutorado e é responsável por agregar recursos humanos temporários às instituições.

O CNPq irá realizar um webinário explicativo para tirar dúvidas sobre as novas regras e o preenchimento de propostas na Plataforma Integrada Carlos Chagas, após o lançamento do edital.



Fonte: Agência Brasil

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