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5 doenças comuns em cachorros e gatos 

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Veja as causas, os sintomas e os tratamentos de algumas condições que podem afetar os animais

Os cães e os gatos também podem adquirir doenças que colocam sua saúde em risco Os cães e os gatos também podem adquirir doenças que colocam sua saúde em risco Imagem: Bachkova Natalia | Shutterstock)

Cães e gatos, assim como os humanos, estão sujeitos a uma série de doenças que podem representar riscos à sua saúde e vida. Por esse motivo, é essencial conhecer as principais condições que podem afetá-los, bem como estar atento aos sintomas. Ao reconhecer os sinais precoces, como alterações no comportamento, apetite ou atividade física, é possível agir rapidamente para buscar ajuda veterinária adequada. Além disso, conhecer as medidas preventivas pode ajudar a proteger os pets

A seguir, confira 5 doenças comuns em cachorros e gatos! 

1. Raiva 

A raiva é uma doença viral que pode afetar todos os mamíferos, incluindo cães, gatos e humanos. Ela é transmitida pela mordida de um animal infectado. Os sintomas incluem alterações de comportamento, agressividade, salivação excessiva, paralisia e morte. Essa é uma condição que não tem tratamento ou cura; assim sendo, a prevenção é extremamente importante. 

Para isso, é recomendado vacinar os animais contra a raiva. “Tratando-se da vacinação contra raiva, considerada vacina essencial para cães e gatos, a recomendação é que recebam dose única a partir de 12 a 16 semanas de idade e revacinados anualmente”, explica Marina Tiba, médica-veterinária e gerente de produtos da Unidade de Animais de Companhia da Ceva Saúde Animal. 

2. Dermatofitose (micose) 

A dermatofitose, também conhecida como micose, é uma infecção fúngica que afeta pele, pelos e unhas de cães e gatos. Ela é causada pelo contato direto com animais infectados, objetos contaminados ou solo. Os sintomas da condição incluem lesões circulares na pele, perda de pelos, prurido (coceira) e crostas. 

Para o tratamento, recomenda-se consultar um médico-veterinário, que poderá recomendar a administração de antifúngicos tópicos e orais, além de medidas de higiene para eliminar esporos do ambiente. Para prevenir esse tipo de doença, é importante manter uma boa higiene, evitar contato com animais infectados e tratar prontamente os pets doentes. 

O consumo regular de água é importante para prevenir doença renal em cães e gatos Imagem: Andrii Anna photograp | Shutterstock

3. Doença renal crônica (DRC) 

A doença renal crônica (DRC) é uma condição progressiva que afeta a função renal em cães e gatos, mais comum em animais idosos. Ela acontece por senilidade, ou seja, quando o rim do pet adulto ou idoso perde a sua capacidade funcional. Os sintomas incluem aumento da sede e da urinação, perda de apetite, perda de peso, vômitos e letargia. 

Para a doença renal crônica, não há cura, mas a progressão pode ser gerenciada com dieta especial, medicamentos para controlar os sintomas e fluidoterapia. A fim de prevenir a condição, é fundamental monitorar a saúde renal, especialmente em animais mais velhos, e oferecer uma dieta balanceada. “Oferecer água com frequência ao pet é mais que fundamental, afinal a falta dela dificulta que os órgãos trabalhem corretamente”, completa Thais Matos, veterinária da DogHero. 

4. Otite 

A otite é uma inflamação do ouvido. Não há uma causa específica, pois pode ser derivada de diversos fatores, como inflamações, infecções bacterianas, ectoparasitos como sarna, carrapatos e larvas de mosca, traumas, neoplasias e corpos estranhos.

Os sintomas mais comuns são: “dor, desconforto e prurido frequentes, podendo ter ainda secreção purulenta, sanguinolenta e odor forte. O animal também pode ficar apático, sem vontade de se alimentar e de brincar”, lista Valéria Natascha Teixeira, médica-veterinária e professora do curso de Medicina Veterinária da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). 

Tratar a otite em cães e gatos é importante para evitar que a doença se agrave. “A partir do diagnóstico específico, o médico veterinário irá definir os medicamentos para cada tipo de agente, ou recomendar uma cirurgia, se for necessária”, explica. 

Alguns hábitos simples podem ajudar a evitar a condição. O primeiro deles é ficar atento aos sintomas, além de visitar regularmente o veterinário para avaliar a saúde do animal e manter a higiene e a limpeza da orelha do pet

5. Doença do carrapato (erliquiose) 

A erliquiose, popularmente chamada doença do carrapato, é transmitida pela picada de carrapatos infectados com as bactérias Ehrlichia spp. e Anaplasma spp. O animal doente pode apresentar febre, perda de apetite, letargia, dor articular, hemorragias, problemas respiratórios e renais. 

Para o tratamento, recomenda-se consultar um médico-veterinário, que poderá recomendar o uso de antibióticos, anti-inflamatórios e terapia de suporte para controlar os sintomas e as infecções secundárias. 

“A higiene do ambiente, inspeção dos animais após passeios, banhos e uso de produtos para combater os ectoparasitos são as principais formas de prevenção para pulgas, piolhos, carrapatos e doenças transmitidas por eles”, aconselha Valéria Natascha Teixeira. 

Além disso, também há uma série de produtos que podem ser utilizados para prevenir carrapatos, como coleiras, pipetas de aplicação no pescoço, sprays, talco e comprimidos. 





Fonte: Terra

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Plataforma do BB reduz em 72% perda de comida em escolas públicas

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Uma plataforma digital criada pelo Banco do Brasil (BB) está ajudando prefeituras a reduzir o desperdício de alimentos em escolas públicas. Chamada de BB Alimentação Escolar, a solução usa tecnologia para melhorar o planejamento e o controle da merenda oferecida a estudantes da rede pública.

Desenvolvida em parceria com a Lemobs, empresa que integra o Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a plataforma reúne informações sobre consumo, aceitação das refeições e desperdício. Com base nesses dados, gestores conseguem ajustar cardápios, quantidades e compras, evitando excessos e melhorando a qualidade da alimentação.

O sistema também traz painéis de acompanhamento e ferramentas que auxiliam na tomada de decisão, tornando a gestão mais eficiente e transparente.

Resultados iniciais

Os primeiros testes foram feitos em 15 municípios. Em Belém, onde a solução começou em cinco escolas, os resultados apareceram em poucos meses:

  • 72% menos desperdício de alimentos;
  • 7 toneladas de comida preservadas;
  • cerca de 25 mil refeições aproveitadas;
  • economia de aproximadamente R$ 200 mil;
  • redução de 10 toneladas de emissão de carbono;
  • 2,4 mil alunos beneficiados;
  • 88% de aprovação das refeições.

Impacto nas contas públicas

O planejamento mais preciso evita compras desnecessárias e reduz perdas, gerando economia. Dessa forma, os recursos públicos são utilizados de forma mais eficiente.

A expectativa é que, se adotada em toda a rede de ensino de Belém, a ferramenta possa evitar o desperdício de cerca de 220 toneladas de alimentos por ano e gerar economia superior a R$ 1,2 milhão, beneficiando milhares de estudantes.

Expansão e importância

A solução já está sendo utilizada em outras cidades, como Natal e Valparaíso de Goiás, o que mostra o potencial de expansão para diferentes regiões do país.

Alinhada ao Programa Nacional de Alimentação Escolar, a iniciativa busca melhorar a qualidade da merenda, reduzir desperdícios e fortalecer a gestão pública, combinando tecnologia, economia e impacto social positivo.

Lemobs

A Lemobs é uma empresa brasileira de tecnologia que desenvolve soluções digitais para ajudar governos, principalmente prefeituras, a melhorar a gestão pública. A empresa faz parte do ecossistema de inovação do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Criada com foco em desenvolver tecnologias para “cidades inteligentes”, a empresa atua para modernizar administrações locais, desde a coleta de lixo até a alimentação escolar.



Fonte: Agência Brasil

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Brasil

SP: ato critica uso de escola pública em filme contra Paulo Freire

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Professores, pais de alunos, sindicatos e parlamentares fizeram neste sábado (18), na capital paulista, um ato contra a utilização de uma escola infantil municipal como cenário para a produção de um filme. A obra, da produtora Brasil Paralelo, difama a educação pública e o educador Paulo Freire, patrono da Educação Brasileira. 

A manifestação, uma aula pública, ocorreu na Praça Roosevelt, em frente à Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Patrícia Galvão (Pagu), onde a produtora gravou imagens para o filme Pedagogia do Abandono, ainda não lançado. 

A produtora produz conteúdo para a extrema-direita e já teve parte de seus colaboradores tornados réus em razão da produção de outro filme, A Investigação Paralela: o Caso Maria da Penha. A Justiça do Ceará aceitou denúncia do Ministério Público do estado e tornou dois colaboradores da produtora réus por suspeita de participação em uma campanha de ódio contra Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência doméstica.

“A gente está aqui para dizer que Paulo Freire está presente. Ele está presente nas nossas escolas, nos nossos pensamentos, nos nossos estudos, e não só na EMEI Patrícia Galvão. Ele está presente na cidade toda, no Brasil a fora e fora do Brasil inclusive”, disse a diretora da Emei Patrícia Galvão, Sandra Regina Bouças.

Sandra não deu entrevista à imprensa, mas, em uma carta publicada em suas redes sociais, questionou a produção que utilizou imagens internas da escola. As gravações foram autorizadas pela prefeitura de São Paulo. 

“Identificamos que se trata de um projeto para destruir a educação pública, bem como a imagem de Paulo Freire com identificações muito equivocadas. Será que há, nesta proposição, uma tentativa de contribuir com as ideias de que a terceirização/privatização da Educação Infantil seria a solução para uma educação de qualidade?”.

Na carta, a diretora afirma que soube apenas na véspera das gravações que a produtora seria a Brasil Paralelo. “Na noite anterior à data marcada para a agravação, fomos surpreendidas por um termo de anuência em nome da Brasil Paralelo”, contou.”Era a produtora responsável por vídeos de caráter marcadamente ideológico, em que diversas produções têm por objetivo descaracterizar e objetificar o ensino público pejorativamente”, completou.

A professora da Faculdade de Educação da USP (FEUSP) e educadora popular Denise Carreira afirmou que a produção pretende enfraquecer políticas públicas de cunho social e racial e a agenda de gênero.

““Precisamos estar atentas contra esse absurdo. E defender a escola democrática, a escola que promova uma educação transformadora baseada no pensamento, na trajetória, na ação de Paulo Freire”, acrescentou.

Eduarda Lins, mãe de uma das alunas da escola, fez elogios aos funcionários e criticou a produtora e a prefeitura. “Quando a gente descobre que a nossa prefeitura está disponibilizando um espaço público para uma empresa privada com fins, no mínimo, obscuros, que inclusive está sendo investigada pelo MP, dói no nosso coração”, disse.

Outro lado

A Spcine informou que recebeu o pedido para gravação e, após análise técnica da SP Film Commission, responsável por receber, processar e encaminhar pedidos de filmagem, autorizou as gravações. 

“O procedimento é padrão e foi o mesmo adotado em todas as outras 253 solicitações feitas ao município para essa finalidade até o momento em 2026. Somente no ano passado, foram autorizadas mais de mil gravações”, informou o órgão em nota. A Spcine ressaltou, ainda que a checagem de aspectos legais, como uso de imagem e participação de menores, é de inteira responsabilidade dos produtores.

A Agência Brasil procurou a produtora Brasil Paralelo, mas ainda não recebeu resposta.



Fonte: Agência Brasil

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CNPQ anuncia edital com R$ 120 milhões para bolsas de pesquisas

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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou que publicará ainda em abril a chamada pública do novo Programa de Capacitação Institucional (PCI), modalidade de bolsas direcionada a pesquisadores das 16 unidades de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O ciclo da chamada será de 4 anos, com previsão de R$ 120 milhões oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

A reestruturação do PCI inclui um reajuste médio de 30%, elevando o piso para ao menos R$ 4 mil. A mudança mais importante está na forma de concorrência: as edições anteriores vinculavam as bolsas às instituições, que as distribuíam internamente. Essa edição prevê um regime de ampla concorrência baseado em projetos, que serão propostos pelos servidores e poderão receber até R$ 1,5 milhão, sendo até 10% deste valor para custeio, como material de consumo, serviços de terceiros, passagens e diárias.

Para este ciclo, uma mesma instituição passa a poder abrigar vários projetos de pesquisa simultâneos, submetidos por proponentes distintos e validados institucionalmente.

O processo de prestação de contas será anual. Os bolsistas passarão a ter, ainda, permissão explícita para atuar em empresas de base tecnológica (startups) instaladas em ambientes de inovação, como incubadoras e parques tecnológicos.

Historicamente o programa contempla desde o nível técnico até o de pós-doutorado e é responsável por agregar recursos humanos temporários às instituições.

O CNPq irá realizar um webinário explicativo para tirar dúvidas sobre as novas regras e o preenchimento de propostas na Plataforma Integrada Carlos Chagas, após o lançamento do edital.



Fonte: Agência Brasil

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