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Brasil

5 receitas de caldos para festa junina fáceis de fazer

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Calvo verde Calvo verde Imagem: BooFamily | Shutterstock

Nada melhor do que celebrar as tradições juninas com uma boa seleção de caldos que não só aquecem, mas também fazem a festa mais saborosa e acolhedora. Desde clássicos como caldo verde até combinações mais inovadoras como caldo de abóbora com gengibre, estas opções prometem satisfazer todos os paladares e criar um clima festivo inesquecível.

Confira, a seguir, receitas fáceis de caldos para você fazer na sua festa junina.

Caldo verde

Ingredientes

  • 1 kg de batata
  • 1 maço de couve cortada em tiras
  • 200 g de linguiça calabresa cortada em rodelas
  • 1 cebola picada
  • 3 dentes de alho picados
  • 1,5 l de água
  • Sal, azeite, orégano e pimenta-do-reino moída a gosto

Modo de preparo

Descasque e corte as batatas em pedaços pequenos. Em uma panela, cubra as batatas com água e adicione um pouco de sal. Leve ao fogo médio e cozinhe até ficarem macias. Em uma panela, aqueça o azeite em fogo médio e refogue a linguiça até dourar. Reserve a linguiça e, na mesma panela, refogue o alho e a cebola até dourar. No liquidificador, bata as batatas com a água do cozimento até obter um creme. Volte o creme à panela, adicione a linguiça e a couve cortada. Tempere com sal, orégano e pimenta-do-reino. Cozinhe em fogo médio por 10 minutos. Sirva em seguida.

Caldo de milho-verde

Ingredientes

  • 6 espigas de milho-verde
  • 1 l de leite
  • 1 cebola picada
  • 3 dentes de alho picados
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • Sal, cheiro-verde picado e pimenta-do-reino moída a gosto

Modo de preparo

Com uma faca, retire os grãos das espigas e bata no liquidificador com o leite até ficar homogêneo. Coe a mistura e reserve. Em uma panela, aqueça a manteiga e refogue o alho e a cebola até dourar. Adicione o caldo de milho à panela e misture bem. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Cozinhe até engrossar. Finalize com cheiro-verde picado. Sirva em seguida.

Caldo de abóbora com gengibre

Ingredientes

  • 1 kg de abóbora cabotiá
  • 1 l de água
  • 1 cebola picada
  • 3 dentes de alho picados
  • 1 pedaço de gengibre (aproximadamente 3 cm) ralado
  • Sal, azeite, pimenta-do-reino moída e cheiro-verde picado a gosto

Modo de preparo

Descasque a abóbora, retire as sementes e corte em cubos. Em uma panela grande, aqueça o azeite em fogo médio e refogue a cebola até ficar translúcida. Adicione o alho e o gengibre ralado, refogando por mais alguns minutos. Acrescente a abóbora e misture bem. Adicione a água e cozinhe até a abóbora ficar bem macia. Retire do fogo e bata tudo no liquidificador até obter um caldo homogêneo. Volte para a panela e tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto. Cozinhe por mais 5 minutos em fogo baixo, mexendo sempre. Finalize com cheiro-verde picado e sirva em seguida.

Caldo de mandioca com bacon Imagem: apolonia | Shutterstock

Caldo de mandioca com bacon

Ingredientes

  • 500 g de mandioca
  • 1 l de água
  • 1 cebola picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 200 g de bacon cortado em cubos
  • 2 colheres de sopa de óleo
  • Sal, cebolinha picada e pimenta-do-reino moída a gosto
  • Queijo parmesão ralado para servir

Modo de preparo

Em uma panela, cubra as mandiocas com água e adicione um pouco de sal. Leve ao fogo médio e cozinhe até ficarem macias. Depois, bata no liquidificador com a água do cozimento até ficar homogêneo. Em uma panela, aqueça o óleo em fogo médio e refogue a cebola e o alho. Adicione o bacon cortado em cubos e frite até dourar. Acrescente o caldo de mandioca e misture bem. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Finalize com a cebolinha e o queijo ralado. Sirva quente.

Caldo de mandioquinha com alho-poró

Ingredientes

  • 500 g de mandioquinha descascada e picada
  • 1 l de água
  • 1 alho-poró fatiado
  • 1 cebola picada
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • Sal, noz-moscada em pó e pimenta-do-reino moída a gosto

Modo de preparo

Em uma panela, aqueça o azeite em fogo médio e refogue a cebola e o alho até dourar. Adicione o alho-poró e refogue por mais alguns minutos. Acrescente a mandioquinha e a água. Cozinhe até a mandioquinha ficar macia. Depois, bata tudo no liquidificador até ficar homogêneo. Volte para a panela e tempere com sal, pimenta-do-reino e noz-moscada. Cozinhe em fogo baixo por mais 5 minutos e sirva em seguida.





Fonte: Terra

Brasil

Plataforma do BB reduz em 72% perda de comida em escolas públicas

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Uma plataforma digital criada pelo Banco do Brasil (BB) está ajudando prefeituras a reduzir o desperdício de alimentos em escolas públicas. Chamada de BB Alimentação Escolar, a solução usa tecnologia para melhorar o planejamento e o controle da merenda oferecida a estudantes da rede pública.

Desenvolvida em parceria com a Lemobs, empresa que integra o Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a plataforma reúne informações sobre consumo, aceitação das refeições e desperdício. Com base nesses dados, gestores conseguem ajustar cardápios, quantidades e compras, evitando excessos e melhorando a qualidade da alimentação.

O sistema também traz painéis de acompanhamento e ferramentas que auxiliam na tomada de decisão, tornando a gestão mais eficiente e transparente.

Resultados iniciais

Os primeiros testes foram feitos em 15 municípios. Em Belém, onde a solução começou em cinco escolas, os resultados apareceram em poucos meses:

  • 72% menos desperdício de alimentos;
  • 7 toneladas de comida preservadas;
  • cerca de 25 mil refeições aproveitadas;
  • economia de aproximadamente R$ 200 mil;
  • redução de 10 toneladas de emissão de carbono;
  • 2,4 mil alunos beneficiados;
  • 88% de aprovação das refeições.

Impacto nas contas públicas

O planejamento mais preciso evita compras desnecessárias e reduz perdas, gerando economia. Dessa forma, os recursos públicos são utilizados de forma mais eficiente.

A expectativa é que, se adotada em toda a rede de ensino de Belém, a ferramenta possa evitar o desperdício de cerca de 220 toneladas de alimentos por ano e gerar economia superior a R$ 1,2 milhão, beneficiando milhares de estudantes.

Expansão e importância

A solução já está sendo utilizada em outras cidades, como Natal e Valparaíso de Goiás, o que mostra o potencial de expansão para diferentes regiões do país.

Alinhada ao Programa Nacional de Alimentação Escolar, a iniciativa busca melhorar a qualidade da merenda, reduzir desperdícios e fortalecer a gestão pública, combinando tecnologia, economia e impacto social positivo.

Lemobs

A Lemobs é uma empresa brasileira de tecnologia que desenvolve soluções digitais para ajudar governos, principalmente prefeituras, a melhorar a gestão pública. A empresa faz parte do ecossistema de inovação do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Criada com foco em desenvolver tecnologias para “cidades inteligentes”, a empresa atua para modernizar administrações locais, desde a coleta de lixo até a alimentação escolar.



Fonte: Agência Brasil

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Brasil

SP: ato critica uso de escola pública em filme contra Paulo Freire

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Professores, pais de alunos, sindicatos e parlamentares fizeram neste sábado (18), na capital paulista, um ato contra a utilização de uma escola infantil municipal como cenário para a produção de um filme. A obra, da produtora Brasil Paralelo, difama a educação pública e o educador Paulo Freire, patrono da Educação Brasileira. 

A manifestação, uma aula pública, ocorreu na Praça Roosevelt, em frente à Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Patrícia Galvão (Pagu), onde a produtora gravou imagens para o filme Pedagogia do Abandono, ainda não lançado. 

A produtora produz conteúdo para a extrema-direita e já teve parte de seus colaboradores tornados réus em razão da produção de outro filme, A Investigação Paralela: o Caso Maria da Penha. A Justiça do Ceará aceitou denúncia do Ministério Público do estado e tornou dois colaboradores da produtora réus por suspeita de participação em uma campanha de ódio contra Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência doméstica.

“A gente está aqui para dizer que Paulo Freire está presente. Ele está presente nas nossas escolas, nos nossos pensamentos, nos nossos estudos, e não só na EMEI Patrícia Galvão. Ele está presente na cidade toda, no Brasil a fora e fora do Brasil inclusive”, disse a diretora da Emei Patrícia Galvão, Sandra Regina Bouças.

Sandra não deu entrevista à imprensa, mas, em uma carta publicada em suas redes sociais, questionou a produção que utilizou imagens internas da escola. As gravações foram autorizadas pela prefeitura de São Paulo. 

“Identificamos que se trata de um projeto para destruir a educação pública, bem como a imagem de Paulo Freire com identificações muito equivocadas. Será que há, nesta proposição, uma tentativa de contribuir com as ideias de que a terceirização/privatização da Educação Infantil seria a solução para uma educação de qualidade?”.

Na carta, a diretora afirma que soube apenas na véspera das gravações que a produtora seria a Brasil Paralelo. “Na noite anterior à data marcada para a agravação, fomos surpreendidas por um termo de anuência em nome da Brasil Paralelo”, contou.”Era a produtora responsável por vídeos de caráter marcadamente ideológico, em que diversas produções têm por objetivo descaracterizar e objetificar o ensino público pejorativamente”, completou.

A professora da Faculdade de Educação da USP (FEUSP) e educadora popular Denise Carreira afirmou que a produção pretende enfraquecer políticas públicas de cunho social e racial e a agenda de gênero.

““Precisamos estar atentas contra esse absurdo. E defender a escola democrática, a escola que promova uma educação transformadora baseada no pensamento, na trajetória, na ação de Paulo Freire”, acrescentou.

Eduarda Lins, mãe de uma das alunas da escola, fez elogios aos funcionários e criticou a produtora e a prefeitura. “Quando a gente descobre que a nossa prefeitura está disponibilizando um espaço público para uma empresa privada com fins, no mínimo, obscuros, que inclusive está sendo investigada pelo MP, dói no nosso coração”, disse.

Outro lado

A Spcine informou que recebeu o pedido para gravação e, após análise técnica da SP Film Commission, responsável por receber, processar e encaminhar pedidos de filmagem, autorizou as gravações. 

“O procedimento é padrão e foi o mesmo adotado em todas as outras 253 solicitações feitas ao município para essa finalidade até o momento em 2026. Somente no ano passado, foram autorizadas mais de mil gravações”, informou o órgão em nota. A Spcine ressaltou, ainda que a checagem de aspectos legais, como uso de imagem e participação de menores, é de inteira responsabilidade dos produtores.

A Agência Brasil procurou a produtora Brasil Paralelo, mas ainda não recebeu resposta.



Fonte: Agência Brasil

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Brasil

CNPQ anuncia edital com R$ 120 milhões para bolsas de pesquisas

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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou que publicará ainda em abril a chamada pública do novo Programa de Capacitação Institucional (PCI), modalidade de bolsas direcionada a pesquisadores das 16 unidades de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O ciclo da chamada será de 4 anos, com previsão de R$ 120 milhões oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

A reestruturação do PCI inclui um reajuste médio de 30%, elevando o piso para ao menos R$ 4 mil. A mudança mais importante está na forma de concorrência: as edições anteriores vinculavam as bolsas às instituições, que as distribuíam internamente. Essa edição prevê um regime de ampla concorrência baseado em projetos, que serão propostos pelos servidores e poderão receber até R$ 1,5 milhão, sendo até 10% deste valor para custeio, como material de consumo, serviços de terceiros, passagens e diárias.

Para este ciclo, uma mesma instituição passa a poder abrigar vários projetos de pesquisa simultâneos, submetidos por proponentes distintos e validados institucionalmente.

O processo de prestação de contas será anual. Os bolsistas passarão a ter, ainda, permissão explícita para atuar em empresas de base tecnológica (startups) instaladas em ambientes de inovação, como incubadoras e parques tecnológicos.

Historicamente o programa contempla desde o nível técnico até o de pós-doutorado e é responsável por agregar recursos humanos temporários às instituições.

O CNPq irá realizar um webinário explicativo para tirar dúvidas sobre as novas regras e o preenchimento de propostas na Plataforma Integrada Carlos Chagas, após o lançamento do edital.



Fonte: Agência Brasil

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