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6 dicas fundamentais para pintar as paredes

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Alguns cuidados com a tinta são importantes na hora de renovar sozinho a cor dos ambientes

Alguns cuidados são essenciais ao pintar as paredes Alguns cuidados são essenciais ao pintar as paredes Imagem: Jelena Zelen | Shutterstock

Pintar a casa é uma ótima opção para renovar a decoração de maneira econômica e prática. Apesar de existirem profissionais que realizam esse tipo de serviço, é totalmente possível fazê-lo sozinho. Contudo, alguns cuidados são essenciais para evitar dores de cabeça e ter um bom resultado.

Por isso, confira algumas sugestões de Argemiro Sanches, gerente de marketing das Tintas Eucatex, e Yohan Luis, pintor e especialista da empresa.

1. Itens além da tinta

A tinta é um item essencial para quem deseja pintar a casa, mas não é o único. Para que a pintura seja bem executada, algumas ferramentas são bastante importantes. “No caso da pintura de paredes, será necessário utilizar: lixa para regularização da superfície, pano para retirar o pó após o lixamento, bandeja de pintura, rolo, pincel, espátula para misturar a tinta, fita crepe para isolar cantos e batentes de portas e janelas, além da tinta”, aconselham Argemiro Sanches e Yohan Luis.

2. Cuidados com a tinta

Além de escolher uma tinta que se adeque às necessidades do morador e do local em que será aplicada, é preciso ter alguns cuidados com o produto. “Para que a tinta atenda a todos os atributos destacados na embalagem, bem como às expectativas quanto ao resultado, é muito importante que o manuseio seja feito da maneira correta”, dizem os especialistas.

O manuseio da tinta deve ser feito de forma correta Imagem: kitzcorner | Shutterstock

3. Manuseio da tinta

De acordo com os profissionais, ao abrir a lata de tinta é preciso misturar bem o produto. “Depois de homogeneizar deve-se separar uma parte para fazer a diluição, seguindo as recomendações da embalagem, que podem variar de acordo com cada produto. Misture bem novamente e, a partir daí, a tinta está pronta para ser utilizada”, afirmam. Caso contrário, o resultado da pintura pode ser prejudicado.

4. Proteção e segurança

Além de escolher as ferramentas e manusear a tinta corretamente, é crucial adotar medidas de proteção e segurança durante o processo de pintura. Use roupas velhas ou um avental para evitar manchas e proteja o chão e os móveis com lonas ou plásticos para evitar respingos. Utilize luvas para proteger suas mãos e uma máscara para evitar a inalação de vapores, especialmente em áreas mal ventiladas. Óculos de proteção também podem ser úteis para proteger os olhos de possíveis respingos de tinta.

5. Cuidados pós-pintura

Após pintar, limpe as ferramentas imediatamente. Para tintas à base de água, use água morna e sabão; para tintas à base de óleo, use solventes apropriados. Feche bem as latas de tinta e armazene-as em local fresco e seco. É também muito importante manter o ambiente bem ventilado durante e após a pintura para garantir que a tinta seque corretamente.

6. Guarde a tinta que sobrar

Se sobrar tinta após a pintura, é possível guardá-la para utilizar depois. Porém, segundo os profissionais, o produto sofrerá algumas perdas nas características originais devido ao contato com bactérias que ficam no ar. “Se optar por guardar, armazene apenas a tinta que não foi diluída em sua própria lata e utilize uma garrafa limpa para guardar a tinta diluída”, explicam. Além disso, é importante lembrar de fechar bem o recipiente.





Fonte: Jovem Pan

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ENQUETE – MORNING SHOW – Você toma precauções no trânsito contra assaltos?

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Você toma precauções no trânsito contra assaltos?

Você deve selecionar uma alternativa.

Sua resposta foi registrada.

*As enquetes do Grupo de Comunicação Jovem Pan não possuem caráter científico e só refletem a opinião de sua audiência.



Fonte: Jovem Pan

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‘Estamos próximos de uma guerra quase mundial’, alerta papa Francisco

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O pontífice também disse orar ‘para que eles temam o julgamento da consciência, da história e de Deus, e convertam seus olhos e corações, sempre colocando o bem comum em primeiro lugar’

GIUSEPPE LAMI/EFE/EPAPapa Francisco preside Santa Missa da Vigília Pascal na Noite Santa de Páscoa na Basílica de São Pedro
O papa acrescentou que ‘a Europa precisa da Bélgica para levar adiante o caminho da paz e da fraternidade entre os povos que a compõem’

O papa Francisco advertiu nesta sexta-feira (27) que “estamos próximos de uma quase guerra mundial” e espera que “aqueles que governam saibam assumir sua responsabilidade, o risco e a honra da paz”, durante seu discurso a autoridades belgas no Castelo de Laeken, em seu primeiro ato oficial na Bélgica. “Rezo para que os líderes das nações, ao olharem para a Bélgica e sua história, aprendam com ela e, assim, salvem seu povo de catástrofes intermináveis e luto incontável. Rezo para que aqueles que governam saibam assumir sua responsabilidade, o risco e a honra da paz, e saibam afastar o perigo, a ignomínia e o absurdo da guerra”, afirmou.

O pontífice também disse orar “para que eles temam o julgamento da consciência, da história e de Deus, e convertam seus olhos e corações, sempre colocando o bem comum em primeiro lugar”. Diante do rei belga Philippe e da rainha Mathilde e do primeiro-ministro em exercício, Alexander De Croo, com quem se reuniu nesta sexta-feira, o papa desejou que a Bélgica seja “uma ponte, portanto, indispensável para construir a paz e repudiar a guerra”. “Essa é a dimensão da pequena Bélgica. Você entende a necessidade da Europa de se lembrar de sua história, composta de povos e culturas, de catedrais e universidades, das conquistas da engenhosidade humana, mas também de tantas guerras e de um desejo de dominar que às vezes se transformou em colonialismo e exploração”, lembrou.

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O papa acrescentou que “a Europa precisa da Bélgica para levar adiante o caminho da paz e da fraternidade entre os povos que a compõem”, especialmente “se as fronteiras e os tratados começarem a ser desrespeitados, e o direito de criar leis for deixado às armas, subvertendo a lei existente, a caixa de Pandora será aberta e todos os ventos começarão a soprar violentamente, batendo contra a casa e ameaçando destruí-la”. O líder religioso pediu “ações culturais, sociais e políticas constantes e oportunas que sejam corajosas e prudentes e que excluam um futuro no qual a ideia e a prática da guerra, com suas consequências catastróficas, sejam novamente uma opção viável”.

*Com informações da EFE
Publicado por Marcelo Bamonte





Fonte: Jovem Pan

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Corpo de Anic, advogada que desapareceu em Petrópolis, é encontrado concretado em quintal

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Vítima foi encontrada em um muro no quintal da casa de Lourival Correa Netto Fadiga, que trabalhava para a família da vítima e confessou ter cometido o crime

Quase sete meses após o seu desaparecimento, o corpo da advogada Anic de Almeida Peixoto Herdy foi encontrado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro na quarta-feira (25) em Petrópolis, na região serrana do Rio. O corpo de Anic foi identificado por meio de exame odontológico, feito por peritos do Instituto Médico Legal do Rio e cujo resultado foi divulgado pela Polícia Civil nesta quinta-feira (26). Ele estava concretado em um muro no quintal da casa de Lourival Correa Netto Fadiga, que trabalhava para a família da vítima e confessou ter cometido o crime.

Em entrevista à TV Record, a advogada de Fadiga, Flávia Froes, afirmou que a morte de Anic foi planejada em conjunto pelo seu cliente e pelo marido da vítima, Benjamin Cordeiro Herdy, e que o sequestro era uma forma de encobrir o homicídio. O motivo do crime seria uma questão familiar, disse a advogada. A defesa de Benjamin Herdy nega que ele tenha participado do crime e classificou a confissão de Fadiga como “um ato de desespero e crueldade”.

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Anic tinha 54 anos, era advogada, estudante de Psicologia e casada com Benjamin Cordeiro Herdy, de 78 anos, herdeiro de uma família que foi proprietária de um importante grupo educacional no Rio. O casal vivia em Petrópolis, na serra fluminense. Ela foi vista pela última vez em 29 de fevereiro saindo de um shopping de Petrópolis. Câmeras de vigilância do estabelecimento mostraram que ela parou o carro no estacionamento, trocou mensagens por celular e, minutos depois, saiu do centro comercial, atravessando uma rua. No mesmo dia, Benjamin recebeu mensagem no celular informando que Anic havia sido sequestrada. As mensagens, enviadas do próprio celular da advogada, também traziam ameaças contra ela. Os sequestradores pediram R$ 4,6 milhões como resgate e orientaram o marido a não avisar a polícia.

O caso só foi informado à polícia 14 dias depois, por uma filha, e passou a ser investigado pela 105ª DP (Petrópolis). Àquela altura, o montante pedido pelos supostos sequestradores já havia sido pago e um áudio de conversa de telefone entre Benjamin e Lourival foi gravado pela filha. Quatro suspeitos foram presos, incluindo Lourival, que seria um homem de confiança da família e o mandante do crime. Ele se apresentava como policial federal, mas, segundo as investigações, nunca integrou os quadros da corporação. Além dele, um casal de filhos e uma mulher com quem ele teria um caso também foram presos. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) apresentou denúncia contra os suspeitos. Os investigadores tiveram acesso aos telefones de todos os envolvidos e cruzaram dados de localização do dia do sequestro e do pagamento dos resgates.

Segundo mostrou o Fantástico, da TV Globo, foi possível comprovar que Lourival não esteve em uma favela para supostamente pagar os criminosos – mas sim em uma concessionária na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, onde comprou uma caminhonete avaliada em R$ 500 mil e uma moto. Também adquiriu 950 aparelhos celulares, que foram levados a uma loja da família. Os filhos estiveram na concessionária com o pai, e a mulher chegou a viajar a Foz do Iguaçu, no Paraná, para resolver pendências relativas à aquisição dos celulares. Os três também teriam ajudado a ocultar os valores do resgate.

*Com informações do Estadão Conteúdo
Publicado por Marcelo Bamonte





Fonte: Jovem Pan

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