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6 modalidades olímpicas com chances de medalha para o Brasil

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Brasil busca novo recorde olímpico em Paris 2024 Brasil busca novo recorde olímpico em Paris 2024 Imagem: Franck Legros | Shutterstock

Depois de 21 medalhas conquistadas em Tóquio, capital do Japão, marcando o que até então foi a melhor colocação do país em Jogos Olímpicos, os brasileiros esperam entrar novamente para a história. Dessa vez, considerando o desempenho anterior, os torcedores já podem começar a dar seus palpites, pois alguns esportes estarão em evidência. A seguir, veja quais!

1. Skate 

Em Tóquio 2020, o skate rendeu ao Brasil três medalhas olímpicas de prata: uma no Street masculino com Kelvin Hoefler, outra com a fadinha Rayssa Leal, no Street feminino, e uma na modalidade Park masculino, com Pedro Barros.

Para este ano, as expectativas para o esporte são grandes, visto que Kelvin ganhou prata no “X-Games” em 2023. Nesse mesmo ano, Rayssa foi medalhista de prata no “Campeonato Mundial de Skate Street”, e Pedro venceu o “STU Open Rio”, superando o americano Tom Schaar, com 89,60 pontos.

2. Ginástica artística

Na ginástica artística, o destaque fica por conta de Rebeca Andrade, que na edição anterior da competição fez os olhos de muita gente brilharem ao se apresentar ao som de “Baile de Favela”, que rendeu à atleta a medalha de prata no individual geral e ouro no salto. A música também a ajudou a ganhar ouro inédito no “Mundial de Ginástica de 2022”. Neste ano, a campeã olímpica confirmou de vez o seu favoritismo e conquistou dois ouros no “Troféu Brasil de Ginástica Artística”, com 14,633 pontos.

3. Surfe 

Entre os destaques do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio, o surfe foi um dos esportes que os atletas brilharam. Apesar de Silvana Lima e Tatiana Weston-Webb terem ficado fora do pódio na categoria feminina, Ítalo Ferreira conquistou a medalha de ouro no grupo masculino, ultrapassando o japonês Kanoa Igarashi, o australiano Owen Wright e o colega Gabriel Medina, que ficou em quarto lugar.

Neste ano, Gabriel Medina, João Chianca, Felipe Toledo, Tatiana Weston-Webb, Luana Silva e Tainá Hinckel são alguns dos grandes nomes classificados para as Olimpíadas. Medina é um dos favoritos ao pódio, devido à sua facilidade com os tipos de ondas de Teahupoo, na Polinésia Francesa.

Boxe foi uma das modalidades em que os brasileiros se destacaram nas Olimpíadas de Tóquio 2020 Imagem: A.RICARDO | Shutterstock

4. Boxe 

Em 2020, o boxe foi outra modalidade ótima para os brasileiros, que conquistaram uma medalha de cada cor: ouro com Hebert Conceição, na categoria peso médio; prata com Beatriz Ferreira, em peso leve; e bronze com Abner Teixeira, em peso pesado.

Neste ano, a categoria também promete surpreender, especialmente com a participação de Bia Ferreira. Após o sucesso olímpico, a atleta venceu Tayna Cardoso por decisão unânime e, desde então, realizou três lutas e saiu com a vitória em todas elas, permanecendo invicta. Além disso, foi eleita como “Melhor Atleta de Boxe Brasileiro” pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), o que tem aumentado as expectativas dos torcedores pela conquista do ouro.

5. Tiro com arco 

Além dos esportes popularmente conhecidos entre os brasileiros, os atletas de tiro com arco, antigo arco e flecha, tem belas chances de trazer uma medalha de ouro para casa. Isso porque o país será representado por Marcus D’Almeida, eleito melhor arqueiro do mundo pela World Archery, e Ana Clara Machado, que conquistou a inédita medalha de prata na modalidade nos “Jogos Pan-Americanos 2023”.

6. Vôlei de praia 

Apesar de o esporte não ter rendido nenhuma medalha em 2020, a expectativa para 2024 está alta, já que quatro duplas renomadas representaram o país. Na categoria feminina, estão Ana Patricia e Duda, que ocupam o primeiro lugar no ranking mundial da Federação Internacional de Vôlei (FIVB), e Bárbara Seixas e Carol Solberg, formando a dupla mais experiente do Brasil. 

Na categoria masculina, há André Stein e George Wanderley, ouro nos Jogos Pan-Americanos, e Arthur Lanci e Evandro Oliveira, campeões do “Challenge Saquarema”. Alguns dos atletas possuem experiências anteriores em Jogos Olímpicos, mas todas as duplas serão inéditas na competição.





Fonte: Terra

Brasil

Plataforma do BB reduz em 72% perda de comida em escolas públicas

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Uma plataforma digital criada pelo Banco do Brasil (BB) está ajudando prefeituras a reduzir o desperdício de alimentos em escolas públicas. Chamada de BB Alimentação Escolar, a solução usa tecnologia para melhorar o planejamento e o controle da merenda oferecida a estudantes da rede pública.

Desenvolvida em parceria com a Lemobs, empresa que integra o Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a plataforma reúne informações sobre consumo, aceitação das refeições e desperdício. Com base nesses dados, gestores conseguem ajustar cardápios, quantidades e compras, evitando excessos e melhorando a qualidade da alimentação.

O sistema também traz painéis de acompanhamento e ferramentas que auxiliam na tomada de decisão, tornando a gestão mais eficiente e transparente.

Resultados iniciais

Os primeiros testes foram feitos em 15 municípios. Em Belém, onde a solução começou em cinco escolas, os resultados apareceram em poucos meses:

  • 72% menos desperdício de alimentos;
  • 7 toneladas de comida preservadas;
  • cerca de 25 mil refeições aproveitadas;
  • economia de aproximadamente R$ 200 mil;
  • redução de 10 toneladas de emissão de carbono;
  • 2,4 mil alunos beneficiados;
  • 88% de aprovação das refeições.

Impacto nas contas públicas

O planejamento mais preciso evita compras desnecessárias e reduz perdas, gerando economia. Dessa forma, os recursos públicos são utilizados de forma mais eficiente.

A expectativa é que, se adotada em toda a rede de ensino de Belém, a ferramenta possa evitar o desperdício de cerca de 220 toneladas de alimentos por ano e gerar economia superior a R$ 1,2 milhão, beneficiando milhares de estudantes.

Expansão e importância

A solução já está sendo utilizada em outras cidades, como Natal e Valparaíso de Goiás, o que mostra o potencial de expansão para diferentes regiões do país.

Alinhada ao Programa Nacional de Alimentação Escolar, a iniciativa busca melhorar a qualidade da merenda, reduzir desperdícios e fortalecer a gestão pública, combinando tecnologia, economia e impacto social positivo.

Lemobs

A Lemobs é uma empresa brasileira de tecnologia que desenvolve soluções digitais para ajudar governos, principalmente prefeituras, a melhorar a gestão pública. A empresa faz parte do ecossistema de inovação do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Criada com foco em desenvolver tecnologias para “cidades inteligentes”, a empresa atua para modernizar administrações locais, desde a coleta de lixo até a alimentação escolar.



Fonte: Agência Brasil

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Brasil

SP: ato critica uso de escola pública em filme contra Paulo Freire

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Professores, pais de alunos, sindicatos e parlamentares fizeram neste sábado (18), na capital paulista, um ato contra a utilização de uma escola infantil municipal como cenário para a produção de um filme. A obra, da produtora Brasil Paralelo, difama a educação pública e o educador Paulo Freire, patrono da Educação Brasileira. 

A manifestação, uma aula pública, ocorreu na Praça Roosevelt, em frente à Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Patrícia Galvão (Pagu), onde a produtora gravou imagens para o filme Pedagogia do Abandono, ainda não lançado. 

A produtora produz conteúdo para a extrema-direita e já teve parte de seus colaboradores tornados réus em razão da produção de outro filme, A Investigação Paralela: o Caso Maria da Penha. A Justiça do Ceará aceitou denúncia do Ministério Público do estado e tornou dois colaboradores da produtora réus por suspeita de participação em uma campanha de ódio contra Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência doméstica.

“A gente está aqui para dizer que Paulo Freire está presente. Ele está presente nas nossas escolas, nos nossos pensamentos, nos nossos estudos, e não só na EMEI Patrícia Galvão. Ele está presente na cidade toda, no Brasil a fora e fora do Brasil inclusive”, disse a diretora da Emei Patrícia Galvão, Sandra Regina Bouças.

Sandra não deu entrevista à imprensa, mas, em uma carta publicada em suas redes sociais, questionou a produção que utilizou imagens internas da escola. As gravações foram autorizadas pela prefeitura de São Paulo. 

“Identificamos que se trata de um projeto para destruir a educação pública, bem como a imagem de Paulo Freire com identificações muito equivocadas. Será que há, nesta proposição, uma tentativa de contribuir com as ideias de que a terceirização/privatização da Educação Infantil seria a solução para uma educação de qualidade?”.

Na carta, a diretora afirma que soube apenas na véspera das gravações que a produtora seria a Brasil Paralelo. “Na noite anterior à data marcada para a agravação, fomos surpreendidas por um termo de anuência em nome da Brasil Paralelo”, contou.”Era a produtora responsável por vídeos de caráter marcadamente ideológico, em que diversas produções têm por objetivo descaracterizar e objetificar o ensino público pejorativamente”, completou.

A professora da Faculdade de Educação da USP (FEUSP) e educadora popular Denise Carreira afirmou que a produção pretende enfraquecer políticas públicas de cunho social e racial e a agenda de gênero.

““Precisamos estar atentas contra esse absurdo. E defender a escola democrática, a escola que promova uma educação transformadora baseada no pensamento, na trajetória, na ação de Paulo Freire”, acrescentou.

Eduarda Lins, mãe de uma das alunas da escola, fez elogios aos funcionários e criticou a produtora e a prefeitura. “Quando a gente descobre que a nossa prefeitura está disponibilizando um espaço público para uma empresa privada com fins, no mínimo, obscuros, que inclusive está sendo investigada pelo MP, dói no nosso coração”, disse.

Outro lado

A Spcine informou que recebeu o pedido para gravação e, após análise técnica da SP Film Commission, responsável por receber, processar e encaminhar pedidos de filmagem, autorizou as gravações. 

“O procedimento é padrão e foi o mesmo adotado em todas as outras 253 solicitações feitas ao município para essa finalidade até o momento em 2026. Somente no ano passado, foram autorizadas mais de mil gravações”, informou o órgão em nota. A Spcine ressaltou, ainda que a checagem de aspectos legais, como uso de imagem e participação de menores, é de inteira responsabilidade dos produtores.

A Agência Brasil procurou a produtora Brasil Paralelo, mas ainda não recebeu resposta.



Fonte: Agência Brasil

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CNPQ anuncia edital com R$ 120 milhões para bolsas de pesquisas

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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou que publicará ainda em abril a chamada pública do novo Programa de Capacitação Institucional (PCI), modalidade de bolsas direcionada a pesquisadores das 16 unidades de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O ciclo da chamada será de 4 anos, com previsão de R$ 120 milhões oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

A reestruturação do PCI inclui um reajuste médio de 30%, elevando o piso para ao menos R$ 4 mil. A mudança mais importante está na forma de concorrência: as edições anteriores vinculavam as bolsas às instituições, que as distribuíam internamente. Essa edição prevê um regime de ampla concorrência baseado em projetos, que serão propostos pelos servidores e poderão receber até R$ 1,5 milhão, sendo até 10% deste valor para custeio, como material de consumo, serviços de terceiros, passagens e diárias.

Para este ciclo, uma mesma instituição passa a poder abrigar vários projetos de pesquisa simultâneos, submetidos por proponentes distintos e validados institucionalmente.

O processo de prestação de contas será anual. Os bolsistas passarão a ter, ainda, permissão explícita para atuar em empresas de base tecnológica (startups) instaladas em ambientes de inovação, como incubadoras e parques tecnológicos.

Historicamente o programa contempla desde o nível técnico até o de pós-doutorado e é responsável por agregar recursos humanos temporários às instituições.

O CNPq irá realizar um webinário explicativo para tirar dúvidas sobre as novas regras e o preenchimento de propostas na Plataforma Integrada Carlos Chagas, após o lançamento do edital.



Fonte: Agência Brasil

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