Detentor do recorde mundial na sua modalidade desde fevereiro de 2020, o atleta pulverizou pela décima vez a melhor marca da história, vinte dias depois do seu último recorde nos Jogos Olímpicos de Paris
Sergei GAPON/AFP Duplantis superou neste domingo (25), na 2ª tentativa, uma barra de 6,26 metros na etapa da Diamond League em Chorzow, na Polônia
O sueco Armand Duplantis quebrou seu próprio recorde mundial de salto com vara ao superar neste domingo (25), na sua segunda tentativa, uma barra de 6,26 metros na etapa da Diamond League em Chorzow, na Polônia. Detentor do recorde mundial na sua modalidade desde fevereiro de 2020 com um salto de 6,17m em Torun, também na Polônia, ‘Mondo’ Duplantis pulverizou pela décima vez a melhor marca da história, vinte dias depois do seu último recorde, os 6,25m estabelecidos nos Jogos Olímpicos de Paris.
Coroado na capital francesa, o sueco saltou 6,15 metros na quarta-feira na etapa de Lausanne (Suíça) sem “ter treinado muito” após os Jogos Olímpicos. Na Polônia, neste domingo, Armand Duplantis saltou primeiro 5,62m, depois 5,92m e 6m para liderar a prova à frente do americano Sam Kendricks e do grego Emmanouil Karalis, antes de encarar o recorde mundial. Em sua primeira tentativa de 6,26m, Duplantis errou o salto ao passar por baixo da barra, mas na segunda corrigiu e embora tenha tocado na barra ela não caiu e assim ele estabeleceu um novo recorde mundial à frente do recordista anterior Renaud Lavillenie, que também competiu em Chorzow.
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Ingebrigtsen bate recorde de 28 anos
Mas um segundo recorde mundial, menos esperado, também caiu em Chorzow: o norueguês Jakob Ingebrigtsen correu os 3.000 metros em 7m17s55, quebrando um recorde que datava de 28 anos atrás, numa distância que não consta nas provas olímpicas.
Depois de ficar a dois décimos de outro recorde mundial, os 800m de Lausanne, na quinta-feira, o queniano Emmanuel Wanyonyi foi derrotado na distância por Marco Arop. O canadense, medalhista de prata nos Jogos de Paris atrás de Wanyonyi, venceu com o tempo de 1m41s20, trinta centésimos de segundo atrás do recorde estabelecido por David Rudisha nos Jogos de Londres em 2012.
Na ausência do campeão olímpico Noah Lyles e do medalhista de prata jamaicano Kishane Thompson, que não largou, Fred Kerley dominou os 100m. O americano venceu com o tempo de 9s87, apenas um centésimo à frente do queniano Ferdinand Omanyala. O norueguês Karsten Warholm também aproveitou a ausência do campeão olímpico americano, Rai Benjamin, para vencer os 400m com barreiras com 46s95.
Entre as mulheres, a holandesa Femke Bol, que já havia vencido na quinta-feira em Lausanne, repetiu o feito na cidade polonesa, superando com o tempo de 52s12 a americana Anna Cockrell. Os 400m foram vencidos pela dominicana Marileidy Paulino, medalhista de ouro em Paris-2024 na distância.
*Com informações da AFP Publicado por Carolina Ferreira
Aqui, você pode assistir à narração do jogo válido pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro
Grêmio e Flamengo e se enfrentam neste domingo (22), em jogo válido pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. A Jovem Pan apresenta todas as emoções do duelo ao vivo, às 18h30 (de Brasília). Além de transmitir a partida em AM 620 e FM 100,9, a JP traz a narração de Fausto Favara, comentários de Fabio Piperno e reportagem de Guilherme Silva.
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Com uma impressionante nota de 14,500, ela se destacou na competição, onde o pódio foi completado por outras duas ginastas do Flamengo: Gabriela Vieira e Isabel Ramos
Reprodução/Instagram/@rebecaandrade Rebeca Andrade volta a competir depois das Olimpíadas de Paris
A ginasta Rebeca Andrade, multicampeã olímpica, brilhou mais uma vez ao conquistar a medalha de ouro nas barras assimétricas durante o Campeonato Brasileiro de Ginástica Artística. Com uma impressionante nota de 14,500, ela se destacou na competição, onde o pódio foi completado por Gabriela Vieira, do Flamengo, que ficou em segundo lugar com 13,100, e Isabel Ramos, também do Flamengo, que garantiu o terceiro lugar com 13,000. Defendendo seu título nas barras assimétricas, Rebeca expressou sua satisfação em ser uma inspiração para as crianças. Ela revelou que optou por simplificar sua série, focando apenas na final das barras assimétricas.
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Rebeca decidiu não participar das competições de solo e trave, além de não ter se classificado para a final do salto. Além de seu desempenho individual, Rebeca Andrade teve um papel fundamental na conquista do ouro pelo Flamengo na disputa por equipes. O time do Cegin ficou com a medalha de prata, enquanto o Pinheiros garantiu o terceiro lugar na competição. A vitória coletiva reforça a força do Flamengo no cenário da ginástica artística nacional.
Entre os feridos, uma criança de apenas oito anos foi atingida;
EFE/EPA/SERGEY KOZLOV Equipes de resgate ucranianas evacuam a população local do local do bombardeio noturno em um prédio residencial de vários andares em Kharkiv
A cidade de Kharkiv, na Ucrânia, foi alvo de um bombardeio russo na noite de sábado (21) que resultou em pelo menos 21 pessoas feridas. O ataque ocorreu no distrito de Shevchenkivski, que é a segunda maior cidade do país. Entre os feridos, uma criança de apenas oito anos foi atingida. Desde fevereiro de 2022, Kharkiv tem enfrentado uma série de ataques frequentes por parte das forças russas. Este bombardeio foi o segundo em sequência contra Kharkiv, já que na sexta-feira, 20 de setembro, um ataque anterior deixou 15 feridos, incluindo crianças. As autoridades ucranianas relataram que em ambos os incidentes foram utilizadas bombas planadoras do tipo KAB, evidenciando a continuidade da ofensiva russa na região.
Além dos ataques em Kharkiv, a Rússia também lançou uma ofensiva mais ampla, utilizando 80 drones Shahed e dois mísseis contra alvos na Ucrânia. A defesa aérea do país conseguiu interceptar 71 desses drones, minimizando os danos. No entanto, a situação continua crítica, com civis sendo afetados em várias localidades. Em Nikopol, dois civis perderam a vida devido a ataques de drones, enquanto em Kherson, outro ataque resultou em ferimentos em dois civis. Os bombardeios também causaram danos significativos à infraestrutura energética em cidades como Poltava e Shostka, aumentando as preocupações sobre a segurança e a estabilidade na região.