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Brasil

Carla Folloni comemora faturamento e pioneirismo no segmento plus

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Estilista da rede Maison Spa propaga felicidade em forma de roupas casuais e moda festa

Divulgação/ Marco MáximoCarla Folloni
Carla Folloni é estilista da loja especializada em público plus size, que recebe famosas e anônimas em três unidades na capital paulistana

Por já ter passado pelo problema de exibir um manequim mais avantajado quando adolescente, Carla Folloni transformou a frustração em ideia que rende um belo faturamento há 16 anos. A estilista da Maison Spa, loja especializada em público plus size recebe famosas e anônimas em três unidades na capital paulistana. Ao vestir personalidades como Leda Nagle, Alcione, dentre outras, a marca aposta em coleções que vão do casual à moda festa, um dos principais nichos do negócio, com estilo, exclusividade e ousadia.

“Posso afirmar que a maior dificuldade do meu público se refere a eventos mais formais, já que nem toda loja está preparada para verdadeiramente produzir bem as chamadas mulheres mais curvilíneas. Aliás, há pouquíssimas opções no mercado e para nós, atender bem a chamada mulher real é propósito de vida e não só, de business, digamos assim”, declara Folloni.

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A boa fase da grife se espelha no astral do novo catálogo, que traz como estrela convidada ninguém menos que Solange Couto. A atriz, que retorna às novelas da Globo, aprovou pessoalmente os looks. “Eu já usava a marca antes, adoro as roupas, a qualidade, a modelagem. Tem quase dois anos que fui apresentada à Maison Spa e criamos um vínculo. A Carla é sempre atenciosa e querida. Da última vez que fui fazer capas de revistas, escolhi uns looks e o resultado foi tão positivo que ela conversou com meu agente e fechamos o trabalho. Quero influenciar mulheres maduras”, comenta a artista.

Solange Couto

Atriz Solange Couto é estrela convidada da marca (Divulgação/Pann Tosatty)

Sobre a escolha da protagonista da campanha, a estilista é enfática: “A Solange é uma profissional completa, uma pessoa de luz que contagia a todos com sua simpatia e educação. Eu a escolhi por ser uma camaleoa. Transforma-se a cada look. Deixa a narrativa da coleção mais fácil e elegante, ou seja, tem tudo a ver com a gente”, fala Carla.

Em uma entrevista exclusiva ao Portal Jovem Pan, a estilista falou sobre a realidade e os desafios de comandar uma coleção com numeração que se adequa ao corpo da mulher brasileira: vai do 46 ao 58.

Qual desafio de fazer moda festa para o corpo da brasileira?

Todo mundo quer ficar belo para a festa, não é mesmo? Porém são poucas as pessoas que sabem trabalhar o chamado “efeito Cinderela”. No Brasil é preciso valorizar belos corpos e com o vestido certo é possível fazer essa mágica.

Faltam opções de moda festa para as plus size no mercado em geral. Como você vê esse nicho?

Não concordo que faltem opções, de maneira alguma! Hoje o mercado é cheio de opções, porém o que falta é estilo. É preciso saber trabalhar o bom gosto e bem estar nessa hora tão importante

Há quantos anos você confecciona opções para corpos curvilíneos?

São 16 anos dedicados à minha marca Maison SPA, e alguns mais no mercado de moda. Posso dizer que há 20 anos lido com roupas para ocasiões especiais. Se eu fosse resumir em uma frase seria: muito amor e trabalho envolvidos com a equipe.

É possível ser sensual e estar elegante ao mesmo tempo?

A mulher pode ser sensual e elegante ao mesmo tempo desde que saiba ler o próprio corpo. O jogo de esconde e mostra tem que ser usado a seu favor. É mais ou menos assim: onde existe mais volume, disfarçamos e onde temos menos conteúdo, mostramos. É claro, sempre numa medida aceitável dentro da ocasião. Cada ocasião irá ditar o que é permitido na reta social e o que não será de bom tom.

Que tipo de vestido uma gordinha nunca pode usar?

Uma gordinha ou uma magrinha tem que ter bom senso. Isso deve imperar independente da balança. É preciso praticar o bom senso dentro da ocasião e a regra válida é essa. Por exemplo: um jantar com a família do noivo? O ideal é ser mais conservadora usando um vestido tubinho que pode sim ser a sensação da noite. Para a despedida de solteiro? Podemos apostar em um modelo mais leve e evasê curto, sem grandes exageros.

Pode brilho? Pode drapeado? Pode transparente? Como saber a medida?

Transparências só para causas de entretenimento: desfiles, shows, baladas e para sensualizar a dois. De resto, tudo pode, na medida certa e desde que você se sinta bem.

Quais os erros mais comuns que mulheres Plus cometem ao escolher um look para festa?

A demasia, a extravagância, ou seja, tudo em excesso. Na dúvida, peça ajuda a uma pessoa experiente no assunto, de preferência, um profissional.





Fonte: Terra

Brasil

Plataforma do BB reduz em 72% perda de comida em escolas públicas

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Uma plataforma digital criada pelo Banco do Brasil (BB) está ajudando prefeituras a reduzir o desperdício de alimentos em escolas públicas. Chamada de BB Alimentação Escolar, a solução usa tecnologia para melhorar o planejamento e o controle da merenda oferecida a estudantes da rede pública.

Desenvolvida em parceria com a Lemobs, empresa que integra o Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a plataforma reúne informações sobre consumo, aceitação das refeições e desperdício. Com base nesses dados, gestores conseguem ajustar cardápios, quantidades e compras, evitando excessos e melhorando a qualidade da alimentação.

O sistema também traz painéis de acompanhamento e ferramentas que auxiliam na tomada de decisão, tornando a gestão mais eficiente e transparente.

Resultados iniciais

Os primeiros testes foram feitos em 15 municípios. Em Belém, onde a solução começou em cinco escolas, os resultados apareceram em poucos meses:

  • 72% menos desperdício de alimentos;
  • 7 toneladas de comida preservadas;
  • cerca de 25 mil refeições aproveitadas;
  • economia de aproximadamente R$ 200 mil;
  • redução de 10 toneladas de emissão de carbono;
  • 2,4 mil alunos beneficiados;
  • 88% de aprovação das refeições.

Impacto nas contas públicas

O planejamento mais preciso evita compras desnecessárias e reduz perdas, gerando economia. Dessa forma, os recursos públicos são utilizados de forma mais eficiente.

A expectativa é que, se adotada em toda a rede de ensino de Belém, a ferramenta possa evitar o desperdício de cerca de 220 toneladas de alimentos por ano e gerar economia superior a R$ 1,2 milhão, beneficiando milhares de estudantes.

Expansão e importância

A solução já está sendo utilizada em outras cidades, como Natal e Valparaíso de Goiás, o que mostra o potencial de expansão para diferentes regiões do país.

Alinhada ao Programa Nacional de Alimentação Escolar, a iniciativa busca melhorar a qualidade da merenda, reduzir desperdícios e fortalecer a gestão pública, combinando tecnologia, economia e impacto social positivo.

Lemobs

A Lemobs é uma empresa brasileira de tecnologia que desenvolve soluções digitais para ajudar governos, principalmente prefeituras, a melhorar a gestão pública. A empresa faz parte do ecossistema de inovação do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Criada com foco em desenvolver tecnologias para “cidades inteligentes”, a empresa atua para modernizar administrações locais, desde a coleta de lixo até a alimentação escolar.



Fonte: Agência Brasil

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Brasil

SP: ato critica uso de escola pública em filme contra Paulo Freire

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Professores, pais de alunos, sindicatos e parlamentares fizeram neste sábado (18), na capital paulista, um ato contra a utilização de uma escola infantil municipal como cenário para a produção de um filme. A obra, da produtora Brasil Paralelo, difama a educação pública e o educador Paulo Freire, patrono da Educação Brasileira. 

A manifestação, uma aula pública, ocorreu na Praça Roosevelt, em frente à Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Patrícia Galvão (Pagu), onde a produtora gravou imagens para o filme Pedagogia do Abandono, ainda não lançado. 

A produtora produz conteúdo para a extrema-direita e já teve parte de seus colaboradores tornados réus em razão da produção de outro filme, A Investigação Paralela: o Caso Maria da Penha. A Justiça do Ceará aceitou denúncia do Ministério Público do estado e tornou dois colaboradores da produtora réus por suspeita de participação em uma campanha de ódio contra Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência doméstica.

“A gente está aqui para dizer que Paulo Freire está presente. Ele está presente nas nossas escolas, nos nossos pensamentos, nos nossos estudos, e não só na EMEI Patrícia Galvão. Ele está presente na cidade toda, no Brasil a fora e fora do Brasil inclusive”, disse a diretora da Emei Patrícia Galvão, Sandra Regina Bouças.

Sandra não deu entrevista à imprensa, mas, em uma carta publicada em suas redes sociais, questionou a produção que utilizou imagens internas da escola. As gravações foram autorizadas pela prefeitura de São Paulo. 

“Identificamos que se trata de um projeto para destruir a educação pública, bem como a imagem de Paulo Freire com identificações muito equivocadas. Será que há, nesta proposição, uma tentativa de contribuir com as ideias de que a terceirização/privatização da Educação Infantil seria a solução para uma educação de qualidade?”.

Na carta, a diretora afirma que soube apenas na véspera das gravações que a produtora seria a Brasil Paralelo. “Na noite anterior à data marcada para a agravação, fomos surpreendidas por um termo de anuência em nome da Brasil Paralelo”, contou.”Era a produtora responsável por vídeos de caráter marcadamente ideológico, em que diversas produções têm por objetivo descaracterizar e objetificar o ensino público pejorativamente”, completou.

A professora da Faculdade de Educação da USP (FEUSP) e educadora popular Denise Carreira afirmou que a produção pretende enfraquecer políticas públicas de cunho social e racial e a agenda de gênero.

““Precisamos estar atentas contra esse absurdo. E defender a escola democrática, a escola que promova uma educação transformadora baseada no pensamento, na trajetória, na ação de Paulo Freire”, acrescentou.

Eduarda Lins, mãe de uma das alunas da escola, fez elogios aos funcionários e criticou a produtora e a prefeitura. “Quando a gente descobre que a nossa prefeitura está disponibilizando um espaço público para uma empresa privada com fins, no mínimo, obscuros, que inclusive está sendo investigada pelo MP, dói no nosso coração”, disse.

Outro lado

A Spcine informou que recebeu o pedido para gravação e, após análise técnica da SP Film Commission, responsável por receber, processar e encaminhar pedidos de filmagem, autorizou as gravações. 

“O procedimento é padrão e foi o mesmo adotado em todas as outras 253 solicitações feitas ao município para essa finalidade até o momento em 2026. Somente no ano passado, foram autorizadas mais de mil gravações”, informou o órgão em nota. A Spcine ressaltou, ainda que a checagem de aspectos legais, como uso de imagem e participação de menores, é de inteira responsabilidade dos produtores.

A Agência Brasil procurou a produtora Brasil Paralelo, mas ainda não recebeu resposta.



Fonte: Agência Brasil

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Brasil

CNPQ anuncia edital com R$ 120 milhões para bolsas de pesquisas

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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou que publicará ainda em abril a chamada pública do novo Programa de Capacitação Institucional (PCI), modalidade de bolsas direcionada a pesquisadores das 16 unidades de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O ciclo da chamada será de 4 anos, com previsão de R$ 120 milhões oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

A reestruturação do PCI inclui um reajuste médio de 30%, elevando o piso para ao menos R$ 4 mil. A mudança mais importante está na forma de concorrência: as edições anteriores vinculavam as bolsas às instituições, que as distribuíam internamente. Essa edição prevê um regime de ampla concorrência baseado em projetos, que serão propostos pelos servidores e poderão receber até R$ 1,5 milhão, sendo até 10% deste valor para custeio, como material de consumo, serviços de terceiros, passagens e diárias.

Para este ciclo, uma mesma instituição passa a poder abrigar vários projetos de pesquisa simultâneos, submetidos por proponentes distintos e validados institucionalmente.

O processo de prestação de contas será anual. Os bolsistas passarão a ter, ainda, permissão explícita para atuar em empresas de base tecnológica (startups) instaladas em ambientes de inovação, como incubadoras e parques tecnológicos.

Historicamente o programa contempla desde o nível técnico até o de pós-doutorado e é responsável por agregar recursos humanos temporários às instituições.

O CNPq irá realizar um webinário explicativo para tirar dúvidas sobre as novas regras e o preenchimento de propostas na Plataforma Integrada Carlos Chagas, após o lançamento do edital.



Fonte: Agência Brasil

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