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De R$ 1 mil a R$ 1 milhão: Empiricus lança projeto que pode transformar investidores em milionários em até 14 meses

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Veja como fazer parte do novo clube da Empiricus e como ter a oportunidade de se tornar um criptomilionário com um investimento inicial de R$1 mil

Imagem: CanvaDiversas moedas digitais espalhadas na mesa
Alphacoins representam criptomoedas com o maior potencial lucrativo do mercado

Para quem está sempre atento às tendências e disposto a explorar as oportunidades para além do Bitcoin (BTC), o mercado de criptomoedas tem se mostrado uma verdadeira mina de ouro. Prova disso é que, nos últimos anos, diversas criptomoedas emergiram, proporcionando retornos impressionantes e consolidando-se como alternativas potencialmente lucrativas no universo cripto. E uma dessas oportunidades imperdíveis são as chamadas “alphacoins” — termo cunhado pela maior casa de análise independente do Brasil, a Empiricus Research.

As alphacoins representam criptomoedas com o maior potencial lucrativo do mercado. Caracterizadas por suas cotações baixas, esses ativos têm o potencial de alcançar valorizações surpreendentes no futuro. Segundo o especialista em criptoativos Valter Rebelo, algumas delas podem fazer com que um aporte inicial de mil reais, por exemplo, dê origem a um patrimônio milionário até o fim do bull market atual. Trata-se de uma oportunidade imperdível para quem busca lucrar no curto prazo sem precisar de um aporte financeiro elevado.

Sabendo disso, a Empiricus Research, empresa do grupo BTG Pactual, tem redobrado seus esforços em uma nova iniciativa que busca transformar pequenas quantias em fortunas. A meta desse projeto ousado é criar mil novos milionários com criptomoedas nos próximos 14 meses. E a boa notícia é que você pode fazer parte desse seleto grupo.

QUERO CONHECER AS ALPHACOINS QUE PODEM ME DEIXAR MILIONÁRIO EM ATÉ 14 MESES

Alphacoins: o ‘ouro’ do mercado de criptomoedas 

Quando falamos em mercado cripto, é natural que o Bitcoin seja o primeiro ativo digital a vir à mente. E não poderia ser diferente, afinal foi ele quem “abriu portas” para milhares de oportunidades às quais temos acesso hoje. Mas em termos de lucro no curto prazo, existe um segmento específico de criptomoedas que oferece uma oportunidade singular para investidores que buscam altos retornos: as alphacoins

As alphacoins são criptomoedas com valorizações altamente promissoras, caracterizadas por suas cotações iniciais baixas. Mas o verdadeiro diferencial das alphacoins está no seu potencial de crescimento exponencial, capaz de transformar pequenos investimentos em quantias substanciais. O “pulo do gato” ao investir em alphacoins é apostar no futuro desses projetos, o que pode resultar em ganhos significativos à medida que eles se desenvolvem e ganham reconhecimento no mercado. 

Historicamente, houve casos em que criptomoedas inicialmente pouco conhecidas se transformaram em verdadeiras joias, proporcionando retornos astronômicos para aqueles que investiram cedo. O time de Rebelo na Empiricus Research, por exemplo, já conseguiu garimpar ativos desse tipo que trouxeram lucros extraordinários. É o caso da Axie Infinity (AXS), que, em janeiro de 2021, foi recomendada* pela casa quando ainda era uma cripto desconhecida por boa parte do público. 

Na época, quem seguiu a recomendação, teve a chance de lucrar mais de 24.000% em apenas dez meses. Ou seja, pôde gerar R$ 1 milhão partindo de apenas R$ 3.500. O problema é que nem sempre é fácil encontrar essas “joias” dando sopa no mercado. Por isso, contar com a ajuda de especialistas pode ser o caminho mais fácil para se tornar milionário em pouco tempo investindo em alphacoins.

CLUBE DOS CRIPTOMILIONÁRIOS: COMO VOCÊ PODE GERAR R$ 1 MILHÃO COMEÇANDO COM APENAS MIL REAIS

Empiricus Research pretende formar mil novos milionários em até 14 meses: conheça o plano

Existem atualmente mais de 20 mil ativos digitais no mercado, mas apenas uma pequena fração deles com fundamentos sólidos necessários para serem considerados alphacoins. E, para encontrar esses ativos, é necessário um estudo minucioso e acompanhamento constante de diversas métricas. Para investidores sem conhecimento avançado em economia ou tempo para realizar análises detalhadas, essa pode ser uma tarefa quase impossível.

É aí que entra a expertise da Empiricus Research, maior casa de análise independente do Brasil. Com um histórico comprovado de bons resultados, a equipe da Empiricus, comandada pelo especialista Valter Rebelo, se dedica em filtrar e analisar dados complexos para identificar as melhores oportunidades de investimento em alphacoins. 

Rebelo reuniu o seu melhor time de especialistas em criptomoedas para lançar um projeto revolucionário, que tem como objetivo principal transformar um investimento inicial de R$ 1 mil em uma fortuna significativa ao longo de 14 meses (com a possibilidade de novos aportes serem necessários ao longo do período). Batizado de Clube dos Criptomilionários, o projeto tem como foco uma carteira super concentrada, com ativos cuidadosamente selecionados para aproveitar o maior e mais agressivo ciclo de alta da história do mercado de criptomoedas. 

Chance de buscar lucros com alphacoins, veja como fazer parte desse “seleto grupo”

Ao confiar no conhecimento especializado da Empiricus, os investidores podem aproveitar ao máximo o potencial do mercado de criptomoedas sem precisar se preocupar com as complexidades da análise de dados. Basta apenas ter consciência dos riscos incluídos no investimento em ativos voláteis, como as criptomoedas. A Empiricus já demonstrou sua capacidade de identificar oportunidades lucrativas no passado, como a recomendação de AXS, em 2021, que citamos anteriormente. 

Agora, com o projeto alphacoins, a meta é repetir esse sucesso, formando mil novos milionários. E o melhor: você pode ter acesso a essa lista de criptomoedas e fazer parte do projeto. Se você está pronto para aproveitar essa oportunidade única e fazer parte do Clube dos Criptomilionários, não perca tempo. Para se cadastrar, é muito fácil: basta clicar no link abaixo e deixar o seu melhor e-mail:

QUERO TER ACESSO À LISTA DAS MELHORES CRIPTOS PARA PODER FICAR MILIONÁRIO NO BULL MARKET

*A recomendação foi feita no relatório “O token que dá jogo”, em 16/01/2021.





Fonte: Terra

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Plataforma do BB reduz em 72% perda de comida em escolas públicas

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Uma plataforma digital criada pelo Banco do Brasil (BB) está ajudando prefeituras a reduzir o desperdício de alimentos em escolas públicas. Chamada de BB Alimentação Escolar, a solução usa tecnologia para melhorar o planejamento e o controle da merenda oferecida a estudantes da rede pública.

Desenvolvida em parceria com a Lemobs, empresa que integra o Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a plataforma reúne informações sobre consumo, aceitação das refeições e desperdício. Com base nesses dados, gestores conseguem ajustar cardápios, quantidades e compras, evitando excessos e melhorando a qualidade da alimentação.

O sistema também traz painéis de acompanhamento e ferramentas que auxiliam na tomada de decisão, tornando a gestão mais eficiente e transparente.

Resultados iniciais

Os primeiros testes foram feitos em 15 municípios. Em Belém, onde a solução começou em cinco escolas, os resultados apareceram em poucos meses:

  • 72% menos desperdício de alimentos;
  • 7 toneladas de comida preservadas;
  • cerca de 25 mil refeições aproveitadas;
  • economia de aproximadamente R$ 200 mil;
  • redução de 10 toneladas de emissão de carbono;
  • 2,4 mil alunos beneficiados;
  • 88% de aprovação das refeições.

Impacto nas contas públicas

O planejamento mais preciso evita compras desnecessárias e reduz perdas, gerando economia. Dessa forma, os recursos públicos são utilizados de forma mais eficiente.

A expectativa é que, se adotada em toda a rede de ensino de Belém, a ferramenta possa evitar o desperdício de cerca de 220 toneladas de alimentos por ano e gerar economia superior a R$ 1,2 milhão, beneficiando milhares de estudantes.

Expansão e importância

A solução já está sendo utilizada em outras cidades, como Natal e Valparaíso de Goiás, o que mostra o potencial de expansão para diferentes regiões do país.

Alinhada ao Programa Nacional de Alimentação Escolar, a iniciativa busca melhorar a qualidade da merenda, reduzir desperdícios e fortalecer a gestão pública, combinando tecnologia, economia e impacto social positivo.

Lemobs

A Lemobs é uma empresa brasileira de tecnologia que desenvolve soluções digitais para ajudar governos, principalmente prefeituras, a melhorar a gestão pública. A empresa faz parte do ecossistema de inovação do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Criada com foco em desenvolver tecnologias para “cidades inteligentes”, a empresa atua para modernizar administrações locais, desde a coleta de lixo até a alimentação escolar.



Fonte: Agência Brasil

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SP: ato critica uso de escola pública em filme contra Paulo Freire

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Professores, pais de alunos, sindicatos e parlamentares fizeram neste sábado (18), na capital paulista, um ato contra a utilização de uma escola infantil municipal como cenário para a produção de um filme. A obra, da produtora Brasil Paralelo, difama a educação pública e o educador Paulo Freire, patrono da Educação Brasileira. 

A manifestação, uma aula pública, ocorreu na Praça Roosevelt, em frente à Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Patrícia Galvão (Pagu), onde a produtora gravou imagens para o filme Pedagogia do Abandono, ainda não lançado. 

A produtora produz conteúdo para a extrema-direita e já teve parte de seus colaboradores tornados réus em razão da produção de outro filme, A Investigação Paralela: o Caso Maria da Penha. A Justiça do Ceará aceitou denúncia do Ministério Público do estado e tornou dois colaboradores da produtora réus por suspeita de participação em uma campanha de ódio contra Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência doméstica.

“A gente está aqui para dizer que Paulo Freire está presente. Ele está presente nas nossas escolas, nos nossos pensamentos, nos nossos estudos, e não só na EMEI Patrícia Galvão. Ele está presente na cidade toda, no Brasil a fora e fora do Brasil inclusive”, disse a diretora da Emei Patrícia Galvão, Sandra Regina Bouças.

Sandra não deu entrevista à imprensa, mas, em uma carta publicada em suas redes sociais, questionou a produção que utilizou imagens internas da escola. As gravações foram autorizadas pela prefeitura de São Paulo. 

“Identificamos que se trata de um projeto para destruir a educação pública, bem como a imagem de Paulo Freire com identificações muito equivocadas. Será que há, nesta proposição, uma tentativa de contribuir com as ideias de que a terceirização/privatização da Educação Infantil seria a solução para uma educação de qualidade?”.

Na carta, a diretora afirma que soube apenas na véspera das gravações que a produtora seria a Brasil Paralelo. “Na noite anterior à data marcada para a agravação, fomos surpreendidas por um termo de anuência em nome da Brasil Paralelo”, contou.”Era a produtora responsável por vídeos de caráter marcadamente ideológico, em que diversas produções têm por objetivo descaracterizar e objetificar o ensino público pejorativamente”, completou.

A professora da Faculdade de Educação da USP (FEUSP) e educadora popular Denise Carreira afirmou que a produção pretende enfraquecer políticas públicas de cunho social e racial e a agenda de gênero.

““Precisamos estar atentas contra esse absurdo. E defender a escola democrática, a escola que promova uma educação transformadora baseada no pensamento, na trajetória, na ação de Paulo Freire”, acrescentou.

Eduarda Lins, mãe de uma das alunas da escola, fez elogios aos funcionários e criticou a produtora e a prefeitura. “Quando a gente descobre que a nossa prefeitura está disponibilizando um espaço público para uma empresa privada com fins, no mínimo, obscuros, que inclusive está sendo investigada pelo MP, dói no nosso coração”, disse.

Outro lado

A Spcine informou que recebeu o pedido para gravação e, após análise técnica da SP Film Commission, responsável por receber, processar e encaminhar pedidos de filmagem, autorizou as gravações. 

“O procedimento é padrão e foi o mesmo adotado em todas as outras 253 solicitações feitas ao município para essa finalidade até o momento em 2026. Somente no ano passado, foram autorizadas mais de mil gravações”, informou o órgão em nota. A Spcine ressaltou, ainda que a checagem de aspectos legais, como uso de imagem e participação de menores, é de inteira responsabilidade dos produtores.

A Agência Brasil procurou a produtora Brasil Paralelo, mas ainda não recebeu resposta.



Fonte: Agência Brasil

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CNPQ anuncia edital com R$ 120 milhões para bolsas de pesquisas

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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou que publicará ainda em abril a chamada pública do novo Programa de Capacitação Institucional (PCI), modalidade de bolsas direcionada a pesquisadores das 16 unidades de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O ciclo da chamada será de 4 anos, com previsão de R$ 120 milhões oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

A reestruturação do PCI inclui um reajuste médio de 30%, elevando o piso para ao menos R$ 4 mil. A mudança mais importante está na forma de concorrência: as edições anteriores vinculavam as bolsas às instituições, que as distribuíam internamente. Essa edição prevê um regime de ampla concorrência baseado em projetos, que serão propostos pelos servidores e poderão receber até R$ 1,5 milhão, sendo até 10% deste valor para custeio, como material de consumo, serviços de terceiros, passagens e diárias.

Para este ciclo, uma mesma instituição passa a poder abrigar vários projetos de pesquisa simultâneos, submetidos por proponentes distintos e validados institucionalmente.

O processo de prestação de contas será anual. Os bolsistas passarão a ter, ainda, permissão explícita para atuar em empresas de base tecnológica (startups) instaladas em ambientes de inovação, como incubadoras e parques tecnológicos.

Historicamente o programa contempla desde o nível técnico até o de pós-doutorado e é responsável por agregar recursos humanos temporários às instituições.

O CNPq irá realizar um webinário explicativo para tirar dúvidas sobre as novas regras e o preenchimento de propostas na Plataforma Integrada Carlos Chagas, após o lançamento do edital.



Fonte: Agência Brasil

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