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Estados Unidos contestam decisão da CAS e pedem que medalha de bronze volte para Jordan Chiles

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Ginasta americana subiu ao pódio após sua nota ter sido revista, mas tribunal aceitou recurso da Romênia de que pedido americano foi feito fora do prazo

Miguel Gutiérrez/EFEA ginasta brasileira Rebeca Andrade (c), ouro; e as americanas Simone Biles (e), prata, e Jordan Chiles (d), bronze, posam durante a cerimônia de entrega de medalhas da final de solo feminino de ginástica artística
Jordan Chiles (à dir.) festeja seu bronze no pódio ao lado de Rebeca Andrade (ouro) e Simone Biles (prata)

A USA Gymnastics (equipe de ginástica dos Estados Unidos) recorreu à Corte Arbitral do Esporte (CAS, na sigla em inglês) para contestar a decisão que resultou na perda da medalha de bronze olímpica pela ginasta Jordan Chiles. A entidade argumenta que a solicitação para revisar a pontuação da atleta, que passou de 13,666 para 13,766 na final do solo em Paris-2024, foi feita dentro do prazo estipulado pela Federação Internacional de Ginástica (FIG). Em um comunicado, o time americano destacou que as gravações em vídeo, que incluem data e hora, comprovam que a treinadora Cecile Landi fez o pedido de revisão apenas 47 segundos após a divulgação da nota. A entidade também informou que não havia apresentado essas evidências anteriormente por não ter tido a chance de fazê-lo. Até o momento, o tribunal não se manifestou sobre o caso.

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A alteração no resultado ocorreu após o Comitê Olímpico da Romênia apresentar um recurso à CAS pedindo a reavaliação da nota de Chiles, alegando que a solicitação americana havia sido feita fora do prazo, além da revisão de perda de pontos da romena Sabrina Maneca-Voinea por pisar fora da linha. O tribunal baixou a nota da ginasta americana, mas não aceitou o recurso para rever a de Voinea. Assim, a também romena Ana Barbosu acabou herdando a medalha. Inicialmente, Chiles obteve uma pontuação de 13,666, o que a colocaria em quinto lugar, atrás das duas ginastas romenas, que marcaram 13,700. A USA Gymnastics, em conjunto com o comitê olímpico dos Estados Unidos, defendeu que o recurso foi feito de maneira justa e em conformidade com as normas da FIG. A decisão não interfere no ouro da brasileira Rebeca Andrade nem na prata da americana Simone Biles.

Publicado por Felipe Cerqueira

*Reportagem produzida com auxílio de IA



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Fonte: Jovem Pan

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