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Ministério da Educação inaugura sede do IFSP em Presidente Prudente

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O Ministério da Educação inaugurou nesta segunda-feira (27) a sede própria do Campus Presidente Prudente do Instituto Federal de São Paulo (IFSP), no município do oeste paulista. A obra teve investimentos de R$ 14,2 milhões, sendo R$ 8,2 milhões provenientes do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), do governo federal.

A nova sede tem 7,7 mil metros quadrados de área construída, com nove salas de aulas, duas salas administrativas destinadas à direção e à secretaria, uma sala de tecnologia da informação e laboratórios de química, microbiologia, alimentos e informática, além de quadra poliesportiva e estacionamento. Antes da sede própria, a unidade funcionava em espaço cedido pela prefeitura do município.

Segundo o ministério, além dos cursos de capacitação e de formação inicial e continuada já em funcionamento – como futsal feminino e masculino, informática, Língua Brasileira de Sinais (Libras), cuidador infantil, barbeiro, almoxarife e cuidador de idosos – a nova sede deverá ampliar a oferta de qualificação profissional e de cursos técnicos e superiores. 

Entre os cursos previstos estão o de formação popular em Direitos das Mulheres, em parceria com o Ministério das Mulheres; cursos do Pronatec Empreender; e curso técnico em agroindústria, técnico integrado ao ensino médio em agroindústria e técnico integrado em alimentos. 

Durante a inauguração, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, anunciou novos investimentos na unidade:

“Atualmente, esta unidade oferece apenas 800 vagas, mas nós vamos ampliar esse número para 1,4 mil oportunidades após o início das obras do restaurante estudantil, da biblioteca e do novo conjunto de salas de aula, que começam em maio deste ano, e a contratação de novos professores e técnicos”, disse. 

De acordo com o ministério, em julho deste ano será feito o processo seletivo para o curso técnico de agroindústria e, a partir de 2027, os vestibulares para a seleção de estudantes do ensino médio integrado.



Fonte: Agência Brasil

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Prefeitura de Osasco joga no lixo livros de biblioteca municipal

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A prefeitura de Osasco, na região metropolitana de São Paulo, jogou no lixo centenas de livros da Biblioteca Pública Monteiro Lobato. O descarte do material aconteceu na última sexta-feira (24).

Imagens, textos e vídeos registraram a ação da administração municipal, que teve grande repercussão nas redes sociais ao longo do final de semana.

Por meio de nota, a prefeitura afirmou que os livros estavam mofados e contaminados por fungos e que precisaram ser descartados “para evitar a contaminação de outras obras”. A biblioteca está fechada para reformas desde 2020.

Críticas

O quadrinista Cadu Simões, que vive na cidade, demonstrou seu descontentamento em uma publicação na rede social X. Para Simões, a ação demonstra descaso com a importância da biblioteca.

O artista conta que doou parte de sua coleção de quadrinhos para a biblioteca e “muito provavelmente o material foi jogado no lixo”. A prefeitura não informou quais nem quantas obras foram jogadas fora.

“Mesmo os livros que pudessem estar com fungos, não necessariamente precisavam ser descartados, pois podem ser recuperados com o tratamento adequado. E, se esses livros chegaram a essa condição, foi justamente devido ao descaso tanto de Rogério Lins [ex-prefeito de Osasco] quanto de Gerson Pessoa [atual prefeito da cidade, do Podemos]”, escreveu o artista.

A ex-vereadora de Osasco Juliana Gomes Curvelo também lamentou a decisão da prefeitura.

“Aqui [na biblioteca], ao longo dos anos, era a garantia de que os estudantes da escola pública também tivessem acesso, vivência e oportunidades. Hoje, o que vemos é o oposto disso tudo: livros sendo descartados, um espaço sendo esvaziado, uma história sendo ignorada”, publicou Juliana em seu perfil do Instagram.

Promessa de reposição

Em sua nota, a administração local informou ainda que o acervo da biblioteca está sendo acompanhado “por profissionais bibliotecários e os títulos descartados serão repostos assim que forem adquiridos novos exemplares”.

De acordo com a prefeitura, a biblioteca passa por uma reestruturação para melhor atender a população. No entanto, o órgão não informou à Agência Brasil uma data para a reabertura.

*Estagiário da Agência Brasil sob supervisão de Odair Braz Junior.



Fonte: Agência Brasil

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Movimento escoteiro reúne mais de 4 mil pessoas em evento no Rio

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O Grande Jogo Regional 2026, maior evento do calendário escoteiro fluminense, reúne neste domingo (26), no Aterro do Flamengo, 4.372 crianças, adolescentes, jovens e adultos filiados à União dos Escoteiros do Brasil Regional Rio de Janeiro (UEB-RJ).

O encontro integra as celebrações da Semana Escoteira e do Dia Mundial do Escotismo, que ocorreu no último dia 23.

O diretor-presidente da Regional RJ da UEB, Edinilson Régis, contou em entrevista à Agência Brasil que a atividade é realizada no Aterro do Flamengo desde a década de 1980.

“Reunimos os escoteiros de todo o estado, de várias unidades escoteiras e de todas as faixas etárias, começando a partir de 5 anos até 22 anos de idade, que seguem o método educativo escoteiro, baseado no trabalho em equipe, na cooperação e no protagonismo juvenil”, disse.

Régis descreve que, durante o evento, são desenvolvidas atividades educativas e de integração, em que essas crianças e jovens passam por um percurso demonstrando seu conhecimento e aprendendo. As dinâmicas envolvem criatividade e temas mais complexos, como primeiros socorros.

As atividades começaram por volta das 9h e se estenderão até as 15h, quando os escoteiros retornam para uma concentração, onde saberão os resultados alcançados.

 


Rio de Janeiro (RJ), 26/04/2026 - Crianças participam do Grande Jogo Regional 2026 dos escoteiros fluminenses no Aterro do Flamengo. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 26/04/2026 - Crianças participam do Grande Jogo Regional 2026 dos escoteiros fluminenses no Aterro do Flamengo. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Crianças participam do Grande Jogo Regional 2026 dos escoteiros fluminenses no Aterro do Flamengo. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Acolhimento

Ellisiane Pereira, de 47 anos, é administradora, e seu filho, Carlos Henrique, de 12 anos, é escoteiro há três anos, no Grupo Escoteiro Copacabana. Ela considera de grande importância o ingresso dele no movimento.

“Ele se sentiu acolhido, a família toda foi acolhida. A evolução dele como ser humano é gritante. Todo mundo vê a habilidade que ele desenvolveu. Todas as competências que eu acho que um cidadão funcional deve ter ele está adquirindo aqui no grupo. Somos todos uma grande família”.

Gabriel Handl, de 33 anos, também do Grupo Escoteiro Copacabana, é educador no Movimento Escoteiro há 10 anos. Ele acredita que o trabalho ajuda a formar melhores cidadãos para a sociedade.

“As atividades que a gente faz no escotismo são muito mais do que vida ao ar livre e acampamentos. São para formar pessoas boas para o mundo”.

Escoteiro há sete anos, Bernardo Tavares de Sá, de 17 anos de idade, faz parte do Grupo Escoteiro Marechal Castelo Branco. No escotismo, ele disse que pôde fazer muitas amizades.

”Eu pude crescer, aprendi o senso de liderança e pude evoluir como pessoa. Uma das coisas que mais contribuíram na minha vida, sem dúvida, foi o movimento escoteiro”.

 


Rio de Janeiro (RJ), 26/04/2026 - Crianças participam do Grande Jogo Regional 2026 dos escoteiros fluminenses no Aterro do Flamengo. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 26/04/2026 - Crianças participam do Grande Jogo Regional 2026 dos escoteiros fluminenses no Aterro do Flamengo. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

 Crianças participam do Grande Jogo Regional 2026 dos escoteiros fluminenses no Aterro do Flamengo. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Educação não formal

O diretor-presidente da UEB-RJ, Edinilson Régis, explicou que o escotismo é considerado uma área de educação não formal, complementar, que alia atividades práticas, contato com a natureza e vivência em grupo.

O método educativo é baseado no “aprender fazendo”, o que permite que crianças e jovens se tornem protagonistas de seu próprio desenvolvimento e agentes de transformação em suas comunidades.

“E nós trabalhamos vários princípios. O meio ambiente, com certeza, é um deles. Desde os primórdios do escotismo, nós já falávamos de conservação”.

Os escoteiros trabalham a cidadania e também o corpo físico, conhecendo as suas limitações e estabelecendo projetos para a vida, sempre obedecendo às faixas etárias.

“Nos ramos lobinho e filhote, que são os pequenos, trabalhamos muito dentro do conceito do lúdico, em que eles têm os chefes, os personagens, as histórias e, ao crescer, vão tendo contato com outras realidades”.

 


Rio de Janeiro (RJ), 26/04/2026 - Crianças participam do Grande Jogo Regional 2026 dos escoteiros fluminenses no Aterro do Flamengo. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 26/04/2026 - Crianças participam do Grande Jogo Regional 2026 dos escoteiros fluminenses no Aterro do Flamengo. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

 Crianças participam do Grande Jogo Regional 2026 dos escoteiros fluminenses no Aterro do Flamengo. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

A partir do ramo escoteiro, os jovens já começam a fazer acampamentos, as atividades de campo. “E as crianças vão tendo essas oportunidades de fazer a sua comida, de organizar o seu material, criando cada vez maior independência para a vida. Aprendem o respeito ao próximo, que é um dos pontos básicos da nossa instituição”.

A promessa do escoteiro é fazer o melhor possível para cumprir os deveres para com Deus, incluindo todas as religiões, ajudar a pátria, ajudar o próximo em toda e qualquer ocasião e obedecer à Lei Escoteira, que engloba dez artigos que definem a lealdade, o altruísmo, a pureza, a bondade para com animais e plantas, a amizade, que são princípios básicos universais.

O Movimento Escoteiro foi fundado em 1907 pelo inglês Robert Baden-Powell e está presente em mais de 170 países. Baden-Powell foi um oficial do exército britânico nascido em Londres em 22 de fevereiro de 1857. Ele criou o movimento entre 1907 e 1908, na Inglaterra, focando na educação de jovens através de valores como fraternidade, lealdade e respeito à natureza. No Brasil, a União dos Escoteiros foi fundada em 4 de novembro de 1924.



Fonte: Agência Brasil

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Campanha em escolas do DF alerta para prevenção de desastre climático

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Alunos, educadores, comunidades e iniciativas populares da capital federal participaram, ao longo dos últimos dois dias, da 9ª Campanha Nacional #AprenderParaPrevenir: Cidades sem Risco.

A proposta, encabeçada pelo Ministério das Cidades, inclui atividades formativas em comunidades vulneráveis com foco na educação para reconhecer riscos, prevenir e agir em meio a emergências climáticas.

Em nota, a pasta informou que a campanha tem como objetivo fortalecer a atuação integrada entre comunidades, instituições públicas e espaços educativos em comunidades marcadas por desafios socioambientais e eventos extremos.

“A iniciativa estimula o desenvolvimento de campanhas locais de redução de riscos de desastres no território onde vivem, ampliando a capacidade de prevenção e resposta antes que emergências ocorram.”

Ainda segundo o comunicado, a campanha reforça que a prevenção a desastres começa no cotidiano das comunidades, por meio da informação, da educação e da mobilização coletiva.

Durante os dois dias, a programação incluiu diálogos, encontros formativos e oficinas de campanha, onde os participantes trabalharam na elaboração de propostas práticas de mobilização de prevenção.

“O objetivo é fortalecer redes locais, qualificar os habitantes dos territórios e transformar conhecimento em ação concreta, contribuindo para cidades mais preparadas diante dos riscos climáticos”, completou o ministério.

Sobre a campanha

Em 2026, a campanha atua prioritariamente em 23 municípios brasileiros e impacta diretamente cerca de 30 mil estudantes. Os encontros formativos já foram realizados nos seguintes estados: Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

A iniciativa integra políticas públicas de educação, ciência e desenvolvimento urbano, fortalecendo a prevenção como eixo estruturante da justiça climática em territórios mais vulneráveis.

 



Fonte: Agência Brasil

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