Connect with us

Brasil

Queridinho dos fãs de música eletrônica, festival Só Track Boa acontece em SP com transmissão ao vivo

Published

on


O evento anunciou uma parceria inédita com o Beatport, uma das maiores plataformas de distribuição de música do mundo, que vai transmitir gratuitamente as apresentações nesta sexta-feira (14) e no sábado (15)

Alisson Demetrio/DivulgaçãoSó track boa
A Neo Química Arena será a nova casa dos mais de 40 artistas que vão se apresentar nos três palcos durante o festival

Com a proximidade de um dos maiores eventos de música eletrônica do Brasil, a Só Track Boa anuncia uma parceria inédita com o Beatport, a maior plataforma de distribuição de música do mundo. Pela primeira vez no país, a plataforma vai se associar a um festival para promover a transmissão ao vivo e gratuita das atrações do evento. Todo o trabalho de transmissão será concebido para um projeto multiplataforma, ou seja, com streaming disponível nas redes sociais do Beatport, além do seu canal no YouTube, que conta com quase 500 mil inscritos. Para os fãs da Só Track Boa, é só acessar qualquer um desses canais e acompanhar a apresentação desejada. Com um público fiel desde o lançamento da marca em 2012, o festival brasileiro escolheu a zona leste de São Paulo para ser o palco da maior festa já realizada pelo selo. Nos dias 14 e 15 de junho, a Neo Química Arena será a nova casa dos mais de 40 artistas que vão se apresentar nos três palcos durante os dois dias de festa.

O processo de construção da identidade artística do festival foi compartilhado com os seguidores do evento nas redes sociais. Em comunicado aos fãs, a Só Track Boa explicou detalhes do processo criativo dessa nova fase e a configuração com 3 palcos. “Ao longo dos últimos meses, nosso time criativo se dedicou a uma jornada inédita: construir o que seria a nova concepção artística da maior Só Track Boa de todas. Uma direção artística que respeitasse a história de uma marca brasileira que tem orgulho de sua trajetória e de sua comunidade”, disse.

cta_logo_jp

Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!

“Mergulhamos nos elementos naturais de nosso país, em nossa fauna, flora e visão estética cultural. Com o desafio de representar a nossa pluralidade e poder criativo. Em São Paulo, nos dias 14 e 15 de junho de 2024, o novo será revelado. 3 palcos, novos conceitos, novas formas de sentir a música e imergir-se em arte”, completou. Com uma das curadorias mais refinadas das últimas edições, que abraça diversas sonoridades e sempre mantém um cuidado especial para garantir a qualidade do evento, a produção da grande festa está a cargo da Entourage, uma das maiores produtoras de eventos do país.

Confira o line-up em ordem alfabética

Adam Beyer, Anna, Anna b2b Vintage Culture, Ashibah b2b Bhaskar, Beltran b2b Classmatic, Brisotti, Camelphat, Cat Dealers, Chris Lake, Denis Sulta, Doozie, Dubdogz, Eli Brown, Eli Iwasa b2b Carola, Fancy Inc, Francis Mercier, Franky Rizardo, Gabe, Giu, Gorgon City, Honeyluv, Jessica Brankka, Joris Voorn b2b Kölsch, Kölsch, Korolova, Massano, Maz b2b Antdot, Meca, Mila Journée, Mochakk, Roddy Lima b2b Vinter, Sterium, Victor Lou, Vintage Culture, Viot, Zac

Serviço

Só Track Boa

Quando: 14 e 15 de junho, às 19h
Onde: Neo Química Arena
Preço: A partir de R$ 550 (inteira)
Classificação: 18 anos
Ingressos: https://www.ingresse.com/sotrackboasp2024/





Fonte: Terra

Brasil

Plataforma do BB reduz em 72% perda de comida em escolas públicas

Published

on


Uma plataforma digital criada pelo Banco do Brasil (BB) está ajudando prefeituras a reduzir o desperdício de alimentos em escolas públicas. Chamada de BB Alimentação Escolar, a solução usa tecnologia para melhorar o planejamento e o controle da merenda oferecida a estudantes da rede pública.

Desenvolvida em parceria com a Lemobs, empresa que integra o Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a plataforma reúne informações sobre consumo, aceitação das refeições e desperdício. Com base nesses dados, gestores conseguem ajustar cardápios, quantidades e compras, evitando excessos e melhorando a qualidade da alimentação.

O sistema também traz painéis de acompanhamento e ferramentas que auxiliam na tomada de decisão, tornando a gestão mais eficiente e transparente.

Resultados iniciais

Os primeiros testes foram feitos em 15 municípios. Em Belém, onde a solução começou em cinco escolas, os resultados apareceram em poucos meses:

  • 72% menos desperdício de alimentos;
  • 7 toneladas de comida preservadas;
  • cerca de 25 mil refeições aproveitadas;
  • economia de aproximadamente R$ 200 mil;
  • redução de 10 toneladas de emissão de carbono;
  • 2,4 mil alunos beneficiados;
  • 88% de aprovação das refeições.

Impacto nas contas públicas

O planejamento mais preciso evita compras desnecessárias e reduz perdas, gerando economia. Dessa forma, os recursos públicos são utilizados de forma mais eficiente.

A expectativa é que, se adotada em toda a rede de ensino de Belém, a ferramenta possa evitar o desperdício de cerca de 220 toneladas de alimentos por ano e gerar economia superior a R$ 1,2 milhão, beneficiando milhares de estudantes.

Expansão e importância

A solução já está sendo utilizada em outras cidades, como Natal e Valparaíso de Goiás, o que mostra o potencial de expansão para diferentes regiões do país.

Alinhada ao Programa Nacional de Alimentação Escolar, a iniciativa busca melhorar a qualidade da merenda, reduzir desperdícios e fortalecer a gestão pública, combinando tecnologia, economia e impacto social positivo.

Lemobs

A Lemobs é uma empresa brasileira de tecnologia que desenvolve soluções digitais para ajudar governos, principalmente prefeituras, a melhorar a gestão pública. A empresa faz parte do ecossistema de inovação do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Criada com foco em desenvolver tecnologias para “cidades inteligentes”, a empresa atua para modernizar administrações locais, desde a coleta de lixo até a alimentação escolar.



Fonte: Agência Brasil

Continue Reading

Brasil

SP: ato critica uso de escola pública em filme contra Paulo Freire

Published

on


Professores, pais de alunos, sindicatos e parlamentares fizeram neste sábado (18), na capital paulista, um ato contra a utilização de uma escola infantil municipal como cenário para a produção de um filme. A obra, da produtora Brasil Paralelo, difama a educação pública e o educador Paulo Freire, patrono da Educação Brasileira. 

A manifestação, uma aula pública, ocorreu na Praça Roosevelt, em frente à Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Patrícia Galvão (Pagu), onde a produtora gravou imagens para o filme Pedagogia do Abandono, ainda não lançado. 

A produtora produz conteúdo para a extrema-direita e já teve parte de seus colaboradores tornados réus em razão da produção de outro filme, A Investigação Paralela: o Caso Maria da Penha. A Justiça do Ceará aceitou denúncia do Ministério Público do estado e tornou dois colaboradores da produtora réus por suspeita de participação em uma campanha de ódio contra Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência doméstica.

“A gente está aqui para dizer que Paulo Freire está presente. Ele está presente nas nossas escolas, nos nossos pensamentos, nos nossos estudos, e não só na EMEI Patrícia Galvão. Ele está presente na cidade toda, no Brasil a fora e fora do Brasil inclusive”, disse a diretora da Emei Patrícia Galvão, Sandra Regina Bouças.

Sandra não deu entrevista à imprensa, mas, em uma carta publicada em suas redes sociais, questionou a produção que utilizou imagens internas da escola. As gravações foram autorizadas pela prefeitura de São Paulo. 

“Identificamos que se trata de um projeto para destruir a educação pública, bem como a imagem de Paulo Freire com identificações muito equivocadas. Será que há, nesta proposição, uma tentativa de contribuir com as ideias de que a terceirização/privatização da Educação Infantil seria a solução para uma educação de qualidade?”.

Na carta, a diretora afirma que soube apenas na véspera das gravações que a produtora seria a Brasil Paralelo. “Na noite anterior à data marcada para a agravação, fomos surpreendidas por um termo de anuência em nome da Brasil Paralelo”, contou.”Era a produtora responsável por vídeos de caráter marcadamente ideológico, em que diversas produções têm por objetivo descaracterizar e objetificar o ensino público pejorativamente”, completou.

A professora da Faculdade de Educação da USP (FEUSP) e educadora popular Denise Carreira afirmou que a produção pretende enfraquecer políticas públicas de cunho social e racial e a agenda de gênero.

““Precisamos estar atentas contra esse absurdo. E defender a escola democrática, a escola que promova uma educação transformadora baseada no pensamento, na trajetória, na ação de Paulo Freire”, acrescentou.

Eduarda Lins, mãe de uma das alunas da escola, fez elogios aos funcionários e criticou a produtora e a prefeitura. “Quando a gente descobre que a nossa prefeitura está disponibilizando um espaço público para uma empresa privada com fins, no mínimo, obscuros, que inclusive está sendo investigada pelo MP, dói no nosso coração”, disse.

Outro lado

A Spcine informou que recebeu o pedido para gravação e, após análise técnica da SP Film Commission, responsável por receber, processar e encaminhar pedidos de filmagem, autorizou as gravações. 

“O procedimento é padrão e foi o mesmo adotado em todas as outras 253 solicitações feitas ao município para essa finalidade até o momento em 2026. Somente no ano passado, foram autorizadas mais de mil gravações”, informou o órgão em nota. A Spcine ressaltou, ainda que a checagem de aspectos legais, como uso de imagem e participação de menores, é de inteira responsabilidade dos produtores.

A Agência Brasil procurou a produtora Brasil Paralelo, mas ainda não recebeu resposta.



Fonte: Agência Brasil

Continue Reading

Brasil

CNPQ anuncia edital com R$ 120 milhões para bolsas de pesquisas

Published

on


O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou que publicará ainda em abril a chamada pública do novo Programa de Capacitação Institucional (PCI), modalidade de bolsas direcionada a pesquisadores das 16 unidades de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O ciclo da chamada será de 4 anos, com previsão de R$ 120 milhões oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

A reestruturação do PCI inclui um reajuste médio de 30%, elevando o piso para ao menos R$ 4 mil. A mudança mais importante está na forma de concorrência: as edições anteriores vinculavam as bolsas às instituições, que as distribuíam internamente. Essa edição prevê um regime de ampla concorrência baseado em projetos, que serão propostos pelos servidores e poderão receber até R$ 1,5 milhão, sendo até 10% deste valor para custeio, como material de consumo, serviços de terceiros, passagens e diárias.

Para este ciclo, uma mesma instituição passa a poder abrigar vários projetos de pesquisa simultâneos, submetidos por proponentes distintos e validados institucionalmente.

O processo de prestação de contas será anual. Os bolsistas passarão a ter, ainda, permissão explícita para atuar em empresas de base tecnológica (startups) instaladas em ambientes de inovação, como incubadoras e parques tecnológicos.

Historicamente o programa contempla desde o nível técnico até o de pós-doutorado e é responsável por agregar recursos humanos temporários às instituições.

O CNPq irá realizar um webinário explicativo para tirar dúvidas sobre as novas regras e o preenchimento de propostas na Plataforma Integrada Carlos Chagas, após o lançamento do edital.



Fonte: Agência Brasil

Continue Reading

Popular

Copyright © 2024 - Serviços de Construção Notícias - Tá Contratado