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Brasil

Veja como consumir chocolate sem prejudicar a dieta

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Nutricionista explica que versões com alto teor de cacau podem oferecer benefícios à saúde

É possível consumir chocolate de maneira saudável com moderação, sem eliminá-lo da dieta É possível consumir chocolate de maneira saudável com moderação, sem eliminá-lo da dieta Imagem: PeopleImages.com – Yuri A | Shutterstock

Em 7 de julho é celebrado o Dia do Chocolate, uma data especial para os fãs dessa delícia. Para muitos, deixar de saborear um chocolatinho após o almoço é uma tarefa difícil, senão impossível. Embora o Brasil ainda esteja atrás dos países europeus, o consumo tem aumentado a cada ano, atingindo 3,9 kg per capita em 2023, um crescimento de 8% em relação a 2022, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab).

Para aqueles que buscam manter um estilo de vida saudável e praticar atividades físicas regularmente, o consumo de chocolate pode parecer um obstáculo. No entanto, segundo Fúlvia Hazarabedian, nutricionista e head do programa Bio Nutri da Bio Ritmo, é possível incluir o chocolate na dieta de forma saudável, desde que seja consumido com moderação.

“Se você gosta de chocolate, não precisa eliminá-lo da sua vida. É possível integrá-lo de maneira saudável, desde que se tenha moderação. É o famoso ditado: ‘tudo em excesso faz mal’”, afirma. 

Opções de chocolate mais saudáveis

O chocolate contém diversas propriedades interessantes para a saúde, como flavonoides, antioxidantes que melhoram a função cardiológica, e ajudam na liberação de endorfina, proporcionando sensação de bem-estar.

“É um alimento com alto teor de açúcar e gordura. Não é bom consumir em grande quantidade, mas há opções no mercado mais atraentes do ponto de vista nutricional por terem mais cacau e serem menos industrializadas, por exemplo”, explica a nutricionista.  

Os chocolates meio amargos e amargos possuem uma concentração maior de cacau na composição do que os chocolates ao leite, o que significa mais nutrientes e benefícios. Por isso, procure por aquele com, pelo menos, 50% cacau na massa e evite os tipos brancos, repletos de aditivos e açúcares refinados. Chocolates artesanais e/ou com gorduras oleaginosas, provenientes de castanha-de-caju e castanha-do-pará, também são boas alternativas.  

Para quem faz atividade física, o recomendado é limitar o consumo de chocolate a 30 g por dia Imagem: Prostock-studio | Shutterstock

O chocolate e a atividade física

Para os adeptos das atividades físicas, não é a melhor opção de pré-treino, mas pode ser consumido em outras ocasiões sem prejudicar as metas estabelecidas. Se você é chocólatra, a nutricionista recomenda limitar a cerca de 30 g por dia, de preferência um chocolate com alto teor de cacau. 

“É legal combinar o chocolate com frutas, criando não só combinações interessantes ao paladar, mas também adicionando fibras para auxiliar na redução de absorção de gordura e no melhor controle glicêmico”, finaliza. 

Mousse de chocolate com três ingredientes

A seguir, uma dica de receita para comemorar o próximo dia do chocolate com menos culpa e mais saúde!

Ingredientes

  • 160 g de chocolate meio amargo ou amargo
  • 340 g de iogurte natural
  • 1 xícara de chá de leite em pó desnatado

Modo de preparo

Bata todos os ingredientes no liquidificador até obter uma mistura cremosa e homogênea. Distribua em taças e leve à geladeira por pelo menos 1 hora antes de servir. 

Por Beatriz Aguiar





Fonte: Terra

Brasil

Plataforma do BB reduz em 72% perda de comida em escolas públicas

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Uma plataforma digital criada pelo Banco do Brasil (BB) está ajudando prefeituras a reduzir o desperdício de alimentos em escolas públicas. Chamada de BB Alimentação Escolar, a solução usa tecnologia para melhorar o planejamento e o controle da merenda oferecida a estudantes da rede pública.

Desenvolvida em parceria com a Lemobs, empresa que integra o Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a plataforma reúne informações sobre consumo, aceitação das refeições e desperdício. Com base nesses dados, gestores conseguem ajustar cardápios, quantidades e compras, evitando excessos e melhorando a qualidade da alimentação.

O sistema também traz painéis de acompanhamento e ferramentas que auxiliam na tomada de decisão, tornando a gestão mais eficiente e transparente.

Resultados iniciais

Os primeiros testes foram feitos em 15 municípios. Em Belém, onde a solução começou em cinco escolas, os resultados apareceram em poucos meses:

  • 72% menos desperdício de alimentos;
  • 7 toneladas de comida preservadas;
  • cerca de 25 mil refeições aproveitadas;
  • economia de aproximadamente R$ 200 mil;
  • redução de 10 toneladas de emissão de carbono;
  • 2,4 mil alunos beneficiados;
  • 88% de aprovação das refeições.

Impacto nas contas públicas

O planejamento mais preciso evita compras desnecessárias e reduz perdas, gerando economia. Dessa forma, os recursos públicos são utilizados de forma mais eficiente.

A expectativa é que, se adotada em toda a rede de ensino de Belém, a ferramenta possa evitar o desperdício de cerca de 220 toneladas de alimentos por ano e gerar economia superior a R$ 1,2 milhão, beneficiando milhares de estudantes.

Expansão e importância

A solução já está sendo utilizada em outras cidades, como Natal e Valparaíso de Goiás, o que mostra o potencial de expansão para diferentes regiões do país.

Alinhada ao Programa Nacional de Alimentação Escolar, a iniciativa busca melhorar a qualidade da merenda, reduzir desperdícios e fortalecer a gestão pública, combinando tecnologia, economia e impacto social positivo.

Lemobs

A Lemobs é uma empresa brasileira de tecnologia que desenvolve soluções digitais para ajudar governos, principalmente prefeituras, a melhorar a gestão pública. A empresa faz parte do ecossistema de inovação do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Criada com foco em desenvolver tecnologias para “cidades inteligentes”, a empresa atua para modernizar administrações locais, desde a coleta de lixo até a alimentação escolar.



Fonte: Agência Brasil

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Brasil

SP: ato critica uso de escola pública em filme contra Paulo Freire

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Professores, pais de alunos, sindicatos e parlamentares fizeram neste sábado (18), na capital paulista, um ato contra a utilização de uma escola infantil municipal como cenário para a produção de um filme. A obra, da produtora Brasil Paralelo, difama a educação pública e o educador Paulo Freire, patrono da Educação Brasileira. 

A manifestação, uma aula pública, ocorreu na Praça Roosevelt, em frente à Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Patrícia Galvão (Pagu), onde a produtora gravou imagens para o filme Pedagogia do Abandono, ainda não lançado. 

A produtora produz conteúdo para a extrema-direita e já teve parte de seus colaboradores tornados réus em razão da produção de outro filme, A Investigação Paralela: o Caso Maria da Penha. A Justiça do Ceará aceitou denúncia do Ministério Público do estado e tornou dois colaboradores da produtora réus por suspeita de participação em uma campanha de ódio contra Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência doméstica.

“A gente está aqui para dizer que Paulo Freire está presente. Ele está presente nas nossas escolas, nos nossos pensamentos, nos nossos estudos, e não só na EMEI Patrícia Galvão. Ele está presente na cidade toda, no Brasil a fora e fora do Brasil inclusive”, disse a diretora da Emei Patrícia Galvão, Sandra Regina Bouças.

Sandra não deu entrevista à imprensa, mas, em uma carta publicada em suas redes sociais, questionou a produção que utilizou imagens internas da escola. As gravações foram autorizadas pela prefeitura de São Paulo. 

“Identificamos que se trata de um projeto para destruir a educação pública, bem como a imagem de Paulo Freire com identificações muito equivocadas. Será que há, nesta proposição, uma tentativa de contribuir com as ideias de que a terceirização/privatização da Educação Infantil seria a solução para uma educação de qualidade?”.

Na carta, a diretora afirma que soube apenas na véspera das gravações que a produtora seria a Brasil Paralelo. “Na noite anterior à data marcada para a agravação, fomos surpreendidas por um termo de anuência em nome da Brasil Paralelo”, contou.”Era a produtora responsável por vídeos de caráter marcadamente ideológico, em que diversas produções têm por objetivo descaracterizar e objetificar o ensino público pejorativamente”, completou.

A professora da Faculdade de Educação da USP (FEUSP) e educadora popular Denise Carreira afirmou que a produção pretende enfraquecer políticas públicas de cunho social e racial e a agenda de gênero.

““Precisamos estar atentas contra esse absurdo. E defender a escola democrática, a escola que promova uma educação transformadora baseada no pensamento, na trajetória, na ação de Paulo Freire”, acrescentou.

Eduarda Lins, mãe de uma das alunas da escola, fez elogios aos funcionários e criticou a produtora e a prefeitura. “Quando a gente descobre que a nossa prefeitura está disponibilizando um espaço público para uma empresa privada com fins, no mínimo, obscuros, que inclusive está sendo investigada pelo MP, dói no nosso coração”, disse.

Outro lado

A Spcine informou que recebeu o pedido para gravação e, após análise técnica da SP Film Commission, responsável por receber, processar e encaminhar pedidos de filmagem, autorizou as gravações. 

“O procedimento é padrão e foi o mesmo adotado em todas as outras 253 solicitações feitas ao município para essa finalidade até o momento em 2026. Somente no ano passado, foram autorizadas mais de mil gravações”, informou o órgão em nota. A Spcine ressaltou, ainda que a checagem de aspectos legais, como uso de imagem e participação de menores, é de inteira responsabilidade dos produtores.

A Agência Brasil procurou a produtora Brasil Paralelo, mas ainda não recebeu resposta.



Fonte: Agência Brasil

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Brasil

CNPQ anuncia edital com R$ 120 milhões para bolsas de pesquisas

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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou que publicará ainda em abril a chamada pública do novo Programa de Capacitação Institucional (PCI), modalidade de bolsas direcionada a pesquisadores das 16 unidades de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O ciclo da chamada será de 4 anos, com previsão de R$ 120 milhões oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

A reestruturação do PCI inclui um reajuste médio de 30%, elevando o piso para ao menos R$ 4 mil. A mudança mais importante está na forma de concorrência: as edições anteriores vinculavam as bolsas às instituições, que as distribuíam internamente. Essa edição prevê um regime de ampla concorrência baseado em projetos, que serão propostos pelos servidores e poderão receber até R$ 1,5 milhão, sendo até 10% deste valor para custeio, como material de consumo, serviços de terceiros, passagens e diárias.

Para este ciclo, uma mesma instituição passa a poder abrigar vários projetos de pesquisa simultâneos, submetidos por proponentes distintos e validados institucionalmente.

O processo de prestação de contas será anual. Os bolsistas passarão a ter, ainda, permissão explícita para atuar em empresas de base tecnológica (startups) instaladas em ambientes de inovação, como incubadoras e parques tecnológicos.

Historicamente o programa contempla desde o nível técnico até o de pós-doutorado e é responsável por agregar recursos humanos temporários às instituições.

O CNPq irá realizar um webinário explicativo para tirar dúvidas sobre as novas regras e o preenchimento de propostas na Plataforma Integrada Carlos Chagas, após o lançamento do edital.



Fonte: Agência Brasil

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