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Veja como lidar com novas emoções de ‘Divertida Mente 2’ no trabalho

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Especialista explica como é possível enfrentar cada uma delas e usá-las a seu favor

Nossas emoções, sejam elas consideradas boas ou ruins, se manifestam no ambiente corporativo Nossas emoções, sejam elas consideradas boas ou ruins, se manifestam no ambiente corporativo Imagem: Dikushin Dmitry | Shutterstock

O lançamento de ‘Divertida Mente 2’ pela Pixar trouxe ao público novas emoções e personagens, como a Ansiedade, a Inveja, o Tédio e a Vergonha. Embora considerado um filme infantil, é possível refletir sobre essas emoções no ambiente de trabalho. Mariá Menezes, diretora de Pessoas e Cultura da Sankhya, uma das principais desenvolvedoras de software de gestão empresarial (ERP/EIP) do país, destaca como essas emoções se manifestam no ambiente corporativo e dá dicas práticas de como lidar com elas. Confira!

1. Ansiedade

A ansiedade é uma emoção cada vez mais presente no mercado de trabalho, impulsionada por prazos apertados, alta demanda e incertezas econômicas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil tem a maior prevalência de ansiedade no mundo, com 9,3% da população sofrendo do transtorno.

“Existem algumas formas de combater a ansiedade, mas é importante primeiro entender a causa. Pode haver um gap de conhecimento para executar uma atividade; nesse caso, o caminho é traçar um plano de desenvolvimento para conseguir fazer as entregas com maior propriedade e tranquilidade”, sugere Mariá Menezes.

Dependendo da ansiedade, ela também pode ser controlada pela gestão do tempo. “Se a causa for um excesso de demandas ou necessidade de organização no trabalho, é possível avaliar a própria gestão do tempo, seja por meio de uma plataforma digital ou de forma manual. Além disso, práticas de mindfulness, técnicas de meditação e respiração, podem ajudar a buscar equilíbrio”, avalia.

Mas lembre-se: dependendo da intensidade da ansiedade e da forma como ela impacta o seu dia a dia e o seu bem-estar físico e mental, também é recomendado procurar ajuda médica.

2. Inveja

A inveja pode surgir em ambientes competitivos e tóxicos, que não possuem uma cultura de reconhecimento justo. Para evitar esse sentimento no ambiente corporativo, a profissional sugere:

  • Promover uma cultura de colaboração, incentivando trabalho em equipe, definindo metas compartilhadas;
  • Realizar exercícios de autoconhecimento para entender a origem do sentimento;
  • Atuar com transparência, compartilhando com líderes e colegas para desenvolver uma cultura de colaboração na empresa;
  • Focar o desenvolvimento pessoal, permitindo celebrações de conquistas coletivas.

“Outra dica é sempre se autoavaliar. Se perceber sentimentos como ansiedade ou outro sentimento negativo, use-os a seu favor, transformando-os em oportunidades de desenvolvimento para potencializar sua carreira”, reflete Mariá Menezes.

Promover a participação de funcionários em cursos e workshops é importante para evitar o tédio Imagem: Drazen Zigic | Shutterstock

3. Tédio

Segundo a profissional, o tédio ocorre quando os funcionários não encontram desafios ou estímulos suficientes em suas tarefas diárias. “Isso pode resultar de atividades repetitivas, ausência de oportunidades de crescimento ou falta de reconhecimento. Quando os profissionais não se sentem engajados, a motivação e a produtividade tendem a diminuir, afetando negativamente o desempenho individual e o ambiente de trabalho como um todo”, comenta Mariá Menezes.

Entre as dicas para driblar esse problema, estão: buscar e propor novos desafios e responsabilidades, promover e estimular a participação em cursos e workshops para atualização, variar os assuntos e tarefas para inspirar de maneiras diferentes.

“Momentos de pausa são importantes e não devem ser encarados como tédio. Esses momentos podem ser bons para repensar e oxigenar. Uma lição importante é: precisamos desacelerar para continuar o movimento”, afirma.

4. Vergonha

A vergonha pode surgir no ambiente de trabalho quando há críticas excessivas ou feedbacks conduzidos de maneira a expor as pessoas, levando os funcionários a evitar tomar a dianteira em projetos ou compartilhar novas ideias, temendo julgamento ou rejeição. Isso pode resultar em um ambiente menos inovador e dinâmico, em que oportunidades de melhoria e crescimento são perdidas devido ao medo de exposição ou falha.

Para combater a vergonha, é importante:

  • Contribuir para a construção de um ambiente transparente;
  • Tolerar erros não intencionais;
  • Implementar ferramentas de escuta e colaboração, como pesquisas ou grupos focais, que estimulem a participação e o envolvimento.

O filme ‘Divertida Mente 2’ explora a complexidade das emoções humanas e como elas impactam nossas vidas. “É preciso compreender e gerenciar as emoções. Para isso, a principal dica é enfrentar os medos e as emoções, não as esconder, mas tomar um papel protagonista para aprender a lidar com elas”, finaliza Mariá Menezes.

Por Paula Oliveira





Fonte: Jovem Pan

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ENQUETE – MORNING SHOW – Você toma precauções no trânsito contra assaltos?

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Você toma precauções no trânsito contra assaltos?

Você deve selecionar uma alternativa.

Sua resposta foi registrada.

*As enquetes do Grupo de Comunicação Jovem Pan não possuem caráter científico e só refletem a opinião de sua audiência.



Fonte: Jovem Pan

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‘Estamos próximos de uma guerra quase mundial’, alerta papa Francisco

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O pontífice também disse orar ‘para que eles temam o julgamento da consciência, da história e de Deus, e convertam seus olhos e corações, sempre colocando o bem comum em primeiro lugar’

GIUSEPPE LAMI/EFE/EPAPapa Francisco preside Santa Missa da Vigília Pascal na Noite Santa de Páscoa na Basílica de São Pedro
O papa acrescentou que ‘a Europa precisa da Bélgica para levar adiante o caminho da paz e da fraternidade entre os povos que a compõem’

O papa Francisco advertiu nesta sexta-feira (27) que “estamos próximos de uma quase guerra mundial” e espera que “aqueles que governam saibam assumir sua responsabilidade, o risco e a honra da paz”, durante seu discurso a autoridades belgas no Castelo de Laeken, em seu primeiro ato oficial na Bélgica. “Rezo para que os líderes das nações, ao olharem para a Bélgica e sua história, aprendam com ela e, assim, salvem seu povo de catástrofes intermináveis e luto incontável. Rezo para que aqueles que governam saibam assumir sua responsabilidade, o risco e a honra da paz, e saibam afastar o perigo, a ignomínia e o absurdo da guerra”, afirmou.

O pontífice também disse orar “para que eles temam o julgamento da consciência, da história e de Deus, e convertam seus olhos e corações, sempre colocando o bem comum em primeiro lugar”. Diante do rei belga Philippe e da rainha Mathilde e do primeiro-ministro em exercício, Alexander De Croo, com quem se reuniu nesta sexta-feira, o papa desejou que a Bélgica seja “uma ponte, portanto, indispensável para construir a paz e repudiar a guerra”. “Essa é a dimensão da pequena Bélgica. Você entende a necessidade da Europa de se lembrar de sua história, composta de povos e culturas, de catedrais e universidades, das conquistas da engenhosidade humana, mas também de tantas guerras e de um desejo de dominar que às vezes se transformou em colonialismo e exploração”, lembrou.

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O papa acrescentou que “a Europa precisa da Bélgica para levar adiante o caminho da paz e da fraternidade entre os povos que a compõem”, especialmente “se as fronteiras e os tratados começarem a ser desrespeitados, e o direito de criar leis for deixado às armas, subvertendo a lei existente, a caixa de Pandora será aberta e todos os ventos começarão a soprar violentamente, batendo contra a casa e ameaçando destruí-la”. O líder religioso pediu “ações culturais, sociais e políticas constantes e oportunas que sejam corajosas e prudentes e que excluam um futuro no qual a ideia e a prática da guerra, com suas consequências catastróficas, sejam novamente uma opção viável”.

*Com informações da EFE
Publicado por Marcelo Bamonte





Fonte: Jovem Pan

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Corpo de Anic, advogada que desapareceu em Petrópolis, é encontrado concretado em quintal

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Vítima foi encontrada em um muro no quintal da casa de Lourival Correa Netto Fadiga, que trabalhava para a família da vítima e confessou ter cometido o crime

Quase sete meses após o seu desaparecimento, o corpo da advogada Anic de Almeida Peixoto Herdy foi encontrado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro na quarta-feira (25) em Petrópolis, na região serrana do Rio. O corpo de Anic foi identificado por meio de exame odontológico, feito por peritos do Instituto Médico Legal do Rio e cujo resultado foi divulgado pela Polícia Civil nesta quinta-feira (26). Ele estava concretado em um muro no quintal da casa de Lourival Correa Netto Fadiga, que trabalhava para a família da vítima e confessou ter cometido o crime.

Em entrevista à TV Record, a advogada de Fadiga, Flávia Froes, afirmou que a morte de Anic foi planejada em conjunto pelo seu cliente e pelo marido da vítima, Benjamin Cordeiro Herdy, e que o sequestro era uma forma de encobrir o homicídio. O motivo do crime seria uma questão familiar, disse a advogada. A defesa de Benjamin Herdy nega que ele tenha participado do crime e classificou a confissão de Fadiga como “um ato de desespero e crueldade”.

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Anic tinha 54 anos, era advogada, estudante de Psicologia e casada com Benjamin Cordeiro Herdy, de 78 anos, herdeiro de uma família que foi proprietária de um importante grupo educacional no Rio. O casal vivia em Petrópolis, na serra fluminense. Ela foi vista pela última vez em 29 de fevereiro saindo de um shopping de Petrópolis. Câmeras de vigilância do estabelecimento mostraram que ela parou o carro no estacionamento, trocou mensagens por celular e, minutos depois, saiu do centro comercial, atravessando uma rua. No mesmo dia, Benjamin recebeu mensagem no celular informando que Anic havia sido sequestrada. As mensagens, enviadas do próprio celular da advogada, também traziam ameaças contra ela. Os sequestradores pediram R$ 4,6 milhões como resgate e orientaram o marido a não avisar a polícia.

O caso só foi informado à polícia 14 dias depois, por uma filha, e passou a ser investigado pela 105ª DP (Petrópolis). Àquela altura, o montante pedido pelos supostos sequestradores já havia sido pago e um áudio de conversa de telefone entre Benjamin e Lourival foi gravado pela filha. Quatro suspeitos foram presos, incluindo Lourival, que seria um homem de confiança da família e o mandante do crime. Ele se apresentava como policial federal, mas, segundo as investigações, nunca integrou os quadros da corporação. Além dele, um casal de filhos e uma mulher com quem ele teria um caso também foram presos. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) apresentou denúncia contra os suspeitos. Os investigadores tiveram acesso aos telefones de todos os envolvidos e cruzaram dados de localização do dia do sequestro e do pagamento dos resgates.

Segundo mostrou o Fantástico, da TV Globo, foi possível comprovar que Lourival não esteve em uma favela para supostamente pagar os criminosos – mas sim em uma concessionária na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, onde comprou uma caminhonete avaliada em R$ 500 mil e uma moto. Também adquiriu 950 aparelhos celulares, que foram levados a uma loja da família. Os filhos estiveram na concessionária com o pai, e a mulher chegou a viajar a Foz do Iguaçu, no Paraná, para resolver pendências relativas à aquisição dos celulares. Os três também teriam ajudado a ocultar os valores do resgate.

*Com informações do Estadão Conteúdo
Publicado por Marcelo Bamonte





Fonte: Jovem Pan

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